Carlos Bolsonaro aponta culpado por pai estar “abatido” na cadeia

Pré-candidato a senador por SC fez postagem após visitar Jair Bolsonaro neste sábado, 31, na prisão Por Yuri Abreu Filho “02” de Bolsonaro, Carlos Bolsonaro (PL) – Foto: Luciola Villela | CMRJ O pré-candidato ao Senado por Santa Catarina, Carlos Bolsonaro (PL), usou as redes sociais, neste sábado, 31, para relatar o estado de saúde do pai, o ex-presidente Jair … Leia Mais


Bolsonaro recebe alta hospitalar e volta a cumprir pena na PF

Ex-presidente deixou o hospital DF Star no fim da tarde desta quinta Paula Laboissière* – Repórter da Agência Brasil Brasília © Marcelo Camargo/Agência Brasil Versão em áudio O ex-presidente Jair Bolsonaro recebeu alta e deixou o Hospital DF Star no fim da tarde desta quinta-feira (1º).  Um comboio formado por batedores da Polícia Militar do … Leia Mais


Lula sanciona Orçamento com veto a reajuste do Fundo Partidário

Governo também barrou liberação de restos a pagar de 2019 a 2023 Daniella Almeida – Repórter da Agência Brasil Brasília © Marcelo Camargo/Agência Brasil Versão em áudio O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou com 26 vetos o Orçamento de 2026, aprovado pelo Congresso Nacional em dezembro. A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) foi publicada em edição extra … Leia Mais


Relatório da PEC da Segurança Pública será apresentado próxima semana

Presidente da Câmara quer mais debate com líderes partidários Luciano Nascimento – Repórter da Agência Brasil São Luís © Marcelo Camargo/Agência Brasil Versão em áudio A comissão especial da Câmara dos Deputados adiou a apresentação do parecer do relator da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 18/25, a PEC da Segurança Pública, Mendonça Filho (União-PE), … Leia Mais


Isenção do IR injeta R$ 28 bilhões na economia, diz Lula

Em pronunciamento, afirmou que desigualdade caiu ao menor patamar Agência Brasil Brasília © Ricardo Stuckert / PR Versão em áudio O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, na noite deste domingo (30), que a desigualdade do Brasil é a menor da história. Em cadeia de rádio e televisão, ele falou à população sobre a isenção … Leia Mais


Hugo Motta adia votação de PL Antifacção para terça-feira (18)


Governo divulgou nota em que critica novo relatório sobre projeto

Luiz Claudio Ferreira – Repórter da Agência Brasil
Brasília
Brasília - 04/11/2025 - Sessão da Câmara dos Deputados.  Foto: Lula Marques/ Agência Brasil.
© Lula Marques/Agência Brasil
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Em meio a um cenário de divergências, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), decidiu adiar para a próxima terça-feira (18), como pauta única, a discussão e votação do substitutivo ao projeto de Lei Antifacção (PL 5582/2025)

Ele atendeu a uma solicitação do deputado Guilherme Derrite (PP-SP), relator do texto que recebeu, na Câmara, o nome de Marco Legal de Combate ao Crime Organizado. Segundo ele, o adiamento teria como finalidade realizar “ajustes finais” e “correções redacionais”.

Derrite garantiu que o projeto de autoria do governo federal traz “boas iniciativas” que “estão sendo aproveitadas” no substitutivo. Ele disse que aderiu a outras sugestões que tem recebido de parlamentares.

“O último parecer já está no sistema com vários ajustes que foram realizados”, explicou.

O deputado argumentou que o texto substitutivo “nunca foi uma linha de chegada, e sim um ponto de partida (…) Agradeço aqui todas as bancadas e todas as demandas apresentadas de todos os partidos políticos e vários aspectos ideológicos”.

Trabalho técnico

Hugo Motta afirmou que Derrite tem feito um “trabalho eminentemente técnico”.

“Ninguém tem interesse de conduzir a pauta da segurança pública, de maneira açodada. Nós não queremos correr com essa pauta”, afirmou o presidente da Câmara.

Motta ponderou que Derrite manteve os “muitos pontos positivos que vieram do governo”, e que está agregando uma série de outras mudanças para o “novo marco legal de enfrentamento ao crime organizado”.

Críticas do governo

A decisão de Motta pelo adiamento ocorre depois de crítica do governo federal ao terceiro parecer de Guilherme Derrite. O Ministério da Justiça publicou nota afirmando que o último relatório apresentado teria o potencial de instaurar “um verdadeiro caos jurídico”.

O governo ainda apontou que o “tumulto normativo” poderia beneficiar criminosos investigados em procedimentos já instaurados. Segundo a nota do governo, no parecer protocolado na Câmara, na terça-feira (11), há “pontos que representam retrocessos jurídicos e institucionais inaceitáveis”.

O governo avalia que há uma insistência em “debilitar financeiramente a Polícia Federal” e as demais forças de segurança da União.

Na nota, o Ministério da Justiça pondera que acompanha “com preocupação” a sequência de relatórios apresentados à Câmara dos Deputados pelo relator, que é secretário licenciado de segurança pública do governo de São Paulo. O governo pediu que a decisão não fosse “açodada”, mesma palavra que Hugo Motta usaria depois para justificar o adiamento.

Por outro lado, mais cedo, quatro governadores de oposição ao Executivo federal pediram mais um mês para discussões do projeto.


Castro minimiza ação exaltada por Lula contra PCC e diz que segurança 


Por Caio Spechoto | Folhapress

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Foto: Ricardo Stuckert/PR

 O governador do Rio de Janeiro, Claudio Castro (PL), minimizou nesta terça-feira (12) a operação Carbono Oculto, que tem sido apontada pelo governo Lula (PT) como exemplo de atuação na segurança pública em contraponto à ação policial que deixou 121 mortos nos complexos da Penha e do Alemão.
A declaração de Castro foi feita em ato no Senado, no qual o governador disse que a segurança pública é a principal pauta do Brasil.
A Operação Carbono Oculto mirou ligações do PCC (Primeiro Comando da Capital) com o mercado financeiro e o setor de combustíveis e envolveu o Gaeco, do Ministério Público de São Paulo, e a Receita Federal, vinculada ao governo federal, e a Polícia Militar de São Paulo.
A segurança pública entrou no centro de embate político desde a ação policial no Rio de Janeiro, a mais letal da história do país. A operação, que uniu governadores de direita, foi classificada de “desastrosa” e “matança” por Lula.

O grupo político do petista tem apontado a Carbono Oculto como contraponto, por ter focado em lavagem de dinheiro e causado dano ao crime organizado sem troca de tiros ou afetar pessoas pobres. De acordo com Castro, a operação defendida pelo governo federal atacou apenas uma das cadeias econômicas exploradas pelo crime.
“Que bom que pelo menos uma dessas cadeias agora tem sido investigada com a Carbono Oculto, que parece que a solução do Brasil, não parece ser mais uma das cadeias utilizadas por eles. Assim como é a internet, assim como é o gás, assim como é o transporte alternativo, e diversas outras que têm de ser igualmente combatidas. O garimpo ilegal, o desmatamento ilegal, todas têm o braço dessas organizações narcoterroristas”, disse o governador do Rio de Janeiro.
“Há quase dois anos eu venho falando que a segurança pública é a principal pauta do Brasil, até um pouco antes de as pesquisas de opinião começarem a falar isso”, declarou.
Castro também fez um contraponto a outra ideia defendida presente esquerda, a de que o crime organizado é alimentado por falta de oportunidades em comunidades pobres. Segundo o governador, o problema é aliciamento, não falta de oportunidade.
“É uma enormidade de dinheiro gasto, todas as comunidades têm escola, todas têm projeto esportivo, todas têm projetos culturais”, disse ele.

As falas foram proferidas no plenário do Senado, onde a oposição a Lula promove um ato de apoio a Castro, às polícias do Rio de Janeiro e aos quatro policiais mortos na operação.
Organizaram o ato o senador e presidente do PP, Ciro Nogueira (PI), com o líder do PP na Câmara, deputado Doutor Luizinho (RJ).
O evento teve presença de diversos políticos de direita e do centrão que buscam os votos do bolsonarismo com a saída de cena do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), declarado inelegível, preso em casa e condenado no processo da trama golpista.
Participaram o presidente do União Brasil, Antonio Rueda, e vice-presidente da legenda, ACM Neto; senadores como Efraim Filho (União-PB), Jorge Seif (PL-SC) e Sergio Moro (União-PR); deputados como Altineu Cortes (PL-RJ) e Marcel van Hattem (Novo-RS); além da vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), do governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União), e do deputado e secretário de Segurança Pública licenciado de São Paulo, Guilherme Derrite (PP).
O ato teve diversos discursos críticos ao governo Lula. Um deles foi o de Derrite. Ele é cotado para se candidatar ao Senado em 2026 e foi escolhido para ser o relator do projeto antifacção em discussão na Câmara.
Ele disse que o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), designou-o como relator do projeto para conciliar uma proposta antiterrorismo e o projeto antifacção do governo.
“Foi difícil achar o que tinha de bom no projeto do governo federal porque eles propuseram redução de pena para indivíduo pertencente a organização criminosa”, declarou Derrite.
O governo passou a criticar as idias do deputado para o projeto sob o argumento de que o texto reduzia as atribuições da Polícia Federal. Derrite disse que se trata de uma falácia e que a crítica dos governistas é essa porque eles não conseguiriam discutir o projeto com ele.
O relator também mencionou uma fala em que Lula colocou traficantes como vítimas de usuários –o petista se retratou da declaração.
“Lamentavelmente, o presidente da República classificou os traficantes como vítimas. Foi ele que falou, não fui eu. E eu até estou tendo que me controlar politicamente aqui porque senão isso pode até atrapalhar o andamento do projeto, que pode ser pautado hoje”, declarou Derrite.


Programa do governo quer aprofundar conexão com as periferias Boulos diz que iniciativa vai levar demandas da população ao Planalto


Bruno Bocchni – Repórter da Agência Brasil
São Paulo
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O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, lançou na tarde deste sábado (8), na periferia da capital paulista, a iniciativa Governo na Rua, ação para ouvir a população e levar as demandas para o governo federal. O evento ocorreu na região do Capão Redondo, na zona Sul, em um campo de futebol no Morro da Lua.

“É uma iniciativa que nos permite, através do Ministério da Secretaria Geral da Presidência, ouvir as pessoas. Hoje, nós fizemos aqui um exercício de escuta. Falou o entregador de aplicativo, falou a trabalhadora da escala 6 por 1, falaram jovens da região colocando as suas demandas, falaram aqui movimentos sociais de luta por moradia, falou a cultura periférica”, disse Boulos.

O ministro destacou que a iniciativa irá atender a todos os estados do país e também funcionará de maneira online, pela internet. Ele destacou que a ação pretende aprofundar a conexão do governo com as periferias.

“O Lula ganhou por ampla margem entre quem ganha menos de dois salários mínimos, que é a maioria do povo que está nas periferias. A missão que o presidente Lula me deu foi aproximar ainda mais as políticas do governo federal, do governo do Brasil, com o povo que está nas periferias”, acrescentou.

De acordo com Boulos, a iniciativa funcionará digitalmente pela plataforma Brasil Participativo, por meio do Orçamento Participativo Digital.

“O povo também tem que apresentar o que quer que esteja no orçamento do governo do Brasil. Nessa plataforma é só botar seus dados, botar ali e falar, ó, na minha região a prioridade é isso aqui ou é aquilo outro. E aí todo mundo vai poder ter o seu dedo, a sua mão na decisão de para onde vai o dinheiro do governo federal”, explicou.

Demandas

Liderança jovem da periferia, Guilherme Coelho pediu protagonismo da juventude nas decisões do governo.

“É importante demais a gente ter a juventude incluída nesses espaços de discussão de políticas públicas. A gente não quer só ser ouvido. A gente quer ter esse protagonismo de estar junto na mesa, discutindo com a população a implantação das políticas públicas que vão servir para a gente”, disse.

A coordenadora do Movimento Vida Além do Trabalho, Bruna Simões Miranda, defendeu o fim da escala 6×1 e maior atenção com a saúde mental dos trabalhadores.

“A gente sabe que aqui na periferia a maioria trabalha no esquema 6×1, e o nosso movimento está pedindo para que a gente tenha mais vida, para que a gente possa ter tempo para a nossa família, e para cultuar a nossa fé”, defendeu.

“Dizem que a economia vai quebrar com a escala 6×1, que vai ter desemprego. Levantam dados.  Mas nós somos os dados, nós somos quem está com a saúde mental afetada”, acrescentou.

O coordenador do Movimento dos Trabalhadores Sem Direito, Elias Pereira Freitas da Silva, conhecido como Júnior Freitas, defendeu políticas públicas voltadas aos entregadores por aplicativo, e a participação da categoria nos espaços de poder.

“A gente está sendo sucateado nas ruas todos os dias. Os jovens desse país estão morrendo nas ruas trabalhando para aplicativo que hoje está ganhando bilhões em cima das costas dos trabalhadores”, disse.

“A gente precisa de pessoas comprometidas com o povo trabalhador, porque elas exercem  cargos eleitos por nós. Mas quem manda é a população e é por isso que a gente não pode deixar de lutar. Hoje é simbólico, mas é muito importante”, acrescentou.


Jerônimo entrega mais de 80 veículos para os Consórcios de Saúde da Bahia nesta quarta (29), em Salvador


 

Foto: Thuane Maria GOVBA

Jerônimo entrega mais de 80 veículos para os Consórcios de Saúde da Bahia nesta quarta (29), em Salvador

Nesta quarta-feira (29), às 10h30, o governador Jerônimo Rodrigues realiza a entrega de mais de 80 veículos para os Consórcios de Saúde, incluindo ambulâncias, micro-ônibus e vans, no estacionamento da Secretaria da Saúde do Estado (Sesab), no Centro Administrativo da Bahia.

Antes, às 8h30, Jerônimo vai participar da abertura do 2º Fórum Estadual dos Consórcios Públicos Interfederativos de Saúde, no auditório da União dos Municípios da Bahia (UPB), em Salvador.

Serviço:

Data: Quarta-feira (29/10/2025)

Local: Estacionamento da Secretaria de Saúde do Estado, às 10h30, e Auditório da União dos Municípios da Bahia (UPB), 3ª Av. Centro Administrativo da Bahia (CAB), 320 – Salvador, às 8h30.

 


Fim do Uber Moto? Transporte pode ser proibido no Brasil


Serviço corre risco de ser extinto no país

Transporte por aplicativo de motocicleta
Transporte por aplicativo de motocicleta – 
Os transportes por aplicativos são uma das alternativas econômicas que facilitam a mobilidade dos brasileiros. As opções vão além do carro e abrange também as motocicletas. Esta última modalidade, por sua vez, pode estar com os dias contados no Brasil.Isso porque uma lei que tramita na Câmara dos Deputados estabelece regras para o uso dos chamados Uber Moto. Com avanço da proposição, a medida pode encerrar o serviço em várias cidades do país, inclusive em Salvador.No texto apresentado pelo deputado Maurício Neves (PP-SP) pede que sejam realizados “estudos prévios para que o serviço seja autorizado em grandes cidades”. Nesse sentido, ficaria a cargo das prefeituras fiscalizar o serviço.

Se aprovada, a medida passa a valer nas cidades que têm população superior a 500 mil habitantes, e leva em conta os seguintes pontos:

  • I – impacto no sistema de saúde municipal: a existência de rede hospitalar com capacidade de atendimento compatível com o aumento estimativo de vítimas de acidentes de trânsito decorrente da autorização do serviço;
  • II – impacto no trânsito: baixa exposição do passageiro tomador do serviço a risco de acidentes em face do sistema municipal de mobilidade urbana; e
  • III – impacto na taxa de mortalidade local: número de mortes por 100.000 habitantes abaixo de 4 óbitos por ano, segundo publicação do IPEA.
Transporte por aplicativo
Transporte por aplicativo | Foto: Divulgação

Um dos argumentos apresentado pelo parlamentar para pedir uma fiscalização maior sobre o tema diz respeito ao aumento da violência e “as mortes de usuários de motocicletas que cresceram mais de 10 vezes nos últimos 30 anos”, segundo os dados do Atlas da Violência 2025.

“Registrou-se aproximadamente 392 mil mortes em sinistros de transporte terrestre, o que corresponde a um aumento de 13,5% em relação à década anterior e a um aumento, no mesmo período, de 2,3% na taxa de mortalidade por 100.000 habitantes”, diz um trecho do documento.

O que acontece?

Uma vez protocolado na Câmara dos Deputados, o projeto de lei ainda segue uma série de ritos antes de ser posto em votação, e transformado em lei. A medida passa pelos seguintes passos:

  • Análise nas comissões temáticas;
  • Escolha do relator, que entregará o relatório sobre o tema;
  • Se aprovada nos colegiados, o documento segue para votação em plenário.

Apesar da tramitação, o documento ainda não começou a ser analisados pelos deputados.

O que diz a Uber e a 99 Pop?

A reportagem do Portal A TARDE entrou em contato com as empresas de transportes por aplicativos, mas até a publicação desta nota, não obteve retorno.