Bolsonaro volta a se sentir mal e avisa a aliados que cancelou compromissos

Ex-presidente contrariou orientações médicas e participou de ato em São Paulo Por Gabriel Sabóia — Brasília Bolsonaro e os filhos, Renan, Flavio e Carlos Bolsonaro — Foto: Maria Isabel Oliveira O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a se sentir mal, nesta terça-feira, e cancelou compromissos com parlamentares. Devido ao mal-estar, Bolsonaro faltou ao evento do … Leia Mais


Loterias: Mega-Sena sorteia R$ 50 milhões nesta terça. Confira

Além da Mega-Sena, a Caixa Econômica Federal sorteou as dezenas da Lotofácil, Timemania e Dia de Sorte Deivid Souza BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto A Caixa Econômica Federal sorteou, na noite desta terça-feira (1º/7), os concursos de número 2.882 da Mega-Sena; 3.431 da Lotofácil; 6.762 da Quina; 2.262 da Timemania; e o 1.083 da Dia de Sorte. Os números foram … Leia Mais


Colgate descontinua pasta de dente após relatos de reações adversas

O produto é o creme dental Colgate Total Prevenção Ativa Clean Mint Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil Brasília © Colgate/Divulgação Versão em áudio A Colgate-Palmolive Brasil informou que está descontinuando o creme dental Colgate Total Prevenção Ativa Clean Mint, que chegou a ser interditada cautelarmente pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) após relatos de … Leia Mais


Corpus Christi: bancos não terão atendimento presencial ao público

Sexta o serviço será normal onde não for feriado ou ponto facultativo Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil Brasília © Marcelo Camargo/Agência Brasil Agências bancárias de todo o país não estarão abertas para atendimento presencial ao público nesta quinta-feira (19), quando se comemora Corpus Christi. Em nota, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) informou … Leia Mais


PF faz operação contra quadrilha que lesava clientes da Caixa

Agentes cumpriram mandados de busca em municípios do Rio e São Paulo Douglas Corrêa – Repórter da Agência Brasil Rio de Janeiro © Marcelo Camargo/Agência Brasil Versão em áudio Agentes da Polícia Federal de Macaé, região norte do estado, fizeram nesta quarta-feira (11) uma operação com a finalidade de desarticular uma organização criminosa especializada em … Leia Mais


Ministério desclassifica oito marcas de azeites por fraude


Autoridades sanitárias determinaram recolhimento dos lotes

Alex Rodrigues – Repórter da Agência Brasil
Brasília
Brasil se especializa na produção de azeite de oliva extra virgem. Foto: Freepik
© Freepik
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O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) divulgou, nesta sexta-feira (6), um alerta para o risco que a ingestão de oito marcas de azeite de oliva já desclassificadas por fraude representa para a saúde dos consumidores.

As autoridades sanitárias determinaram o recolhimento dos lotes considerados impróprios para o consumo humano depois que técnicos do Laboratório Federal de Defesa Agropecuária identificaram a presença de outros óleos vegetais misturados ao azeite.

“As análises confirmaram que os produtos não atendem aos requisitos da Instrução Normativa nº 01/2012, que estabelece os padrões de identidade e qualidade do azeite de oliva”, informou o ministério.

A pasta alerta que a comercialização dos lotes desclassificados configura uma infração grave e que os estabelecimentos que mantiverem os itens à venda podem ser responsabilizados.

Caso algum consumidor tenha adquirido um dos produtos desclassificados, a orientação ministerial é que não o utilize e procure o estabelecimento onde o adquiriu a fim de pedir sua substituição, conforme prevê o Código de Defesa do Consumidor.

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Denúncias sobre a comercialização desses produtos podem ser feitas pelo canal oficial Fala.BR, informando o nome e o endereço do local de venda.

Confira, a seguir, a lista das marcas desclassificadas:

Brasília (DF), 06/06/2025  -  Mapa divulga alerta sobre marcas de azeite de oliva desclassificadas por fraude. Foto Ministério da Agricultura.
Fonte: Ministério da Agricultura

Edição: Fernando Fraga

 


Crianças despencam de 15 metros de altura após vento arrastar castelo inflável


Evento escolar termina em pânico após brinquedo inflável ser lançado ao ar com crianças dentro

Por Redação

Vídeo do momento aterrorizante foi publicado nas redes sociais
Vídeo do momento aterrorizante foi publicado nas redes sociais – 

Duas crianças passaram por uma experiência traumática no último sábado, 31. Tudo aconteceu quando uma rajada inesperada de vento arrastou um castelo inflável com os pequenos para o céu durante um dia de arrecadação de fundos em uma escola na África do Sul.

Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o inflável subindo em espiral sobre a escola primária Laerskool Protearif em Krugersdorp. O momento mais chocante, porém, é quando as crianças começam a cair. Aterrorizados, os pais dos jovens tentaram amortecer a queda.

O evento contou com a presença de mais de 1.000 pais, alunos e amigos

Crianças gravemente feridas

Apesar de algumas pessoas que estavam no local quando tudo aconteceu conseguirem formar um “tapete de proteção humano”, ainda há relatos de que as duas crianças ficaram gravemente feridas, segundo o veículo The Sun. As vítimas foram levadas ao hospital.

O castelo inflável voltou ao chão pouco tempo depois a cerca de 15 metros de onde foi arrastado.

As crianças passam bem?

Em um comunicado divulgado nesta semana, a escola informou que as crianças que haviam sido hospitalizadas já receberam alta.

Leia o comunicado:

“Estamos felizes em compartilhar as boas novas com vocês. As duas crianças que sofreram ferimentos durante o acidente receberam alta do hospital em 31/5 e 3/6, respectivamente. O aconselhamento necessário sobre traumas foi oferecido às duas crianças, bem como aos colegas que vivenciaram o evento. Agradecemos a todos por se unirem. Agradecemos muito o apoio positivo, a ajuda e as orações de todos”.

“Pensei que estivessem mortos”

Uma testemunha ocular do incidente com as crianças disse: “Quando eles caíram, pensei que estivessem mortos. Eu estava observando de uma barraca de comida com minhas meninas quando ouvi gritos, me virei e vi uma coisa azul, verde e vermelha subindo em direção ao céu. Então, houve um grito enorme quando uma criança e depois outra caíram, mas de todos os lugares onde elas poderiam ter caído, foi bem em cima de um grupo de pais abaixo”.

Eles estenderam os braços para tentar segurar as crianças que caíam e, sem dúvida, salvaram suas vidas ou as salvaram de ferimentos muito piores. Não era um dia muito ventoso, mas parecia que uma rajada enorme tinha surgido do nada e disseram que o castelo inflável não estava preso ao chão.

Testemunha ocular do incidente

Outro evento aterrorizante

A escola, que tem 620 alunos de 6 a 13 anos, já foi manchete em 2017, quando um tornado arrancou seu telhado e destruiu seus prédios.

Crianças já morreram em acidente semelhante

Cinco crianças morreram e várias ficaram gravemente feridas em um acidente com um castelo inflável em 2021 durante uma festa escolar de fim de ano na Austrália

Rajadas de vento levantaram a estrutura com as crianças nela. O castelo inflável subiu a uma altura de 10 metros e, então, caiu. Não se sabe ainda por que o castelo inflável foi suspenso.

Os alunos de uma escola do ensino básico do norte da ilha da Tasmânia (um dos estados da Austrália) celebravam o fim das aulas antes do recesso de Natal quando aconteceu o acidente.

O chefe de polícia da ilha da Tasmânia, Darren Hine, confirmou as mortes. “Era um dia que as crianças deveriam estar comemorando o último dia de escola, e nós estamos em luto pela perda das crianças”, disse.

Confira mais detalhes:

  • A polícia afirmou que outras crianças ficaram feridas com gravidade. Uma delas está em uma condição séria.
  • Vários helicópteros de resgate e ambulâncias foram enviados ao local.
  • A imprensa exibiu imagens de policiais chorando diante de lonas azuis que cobriam o que alguns descreveram como “uma cena muito chocante e angustiante”.
  • A escola havia convidado os pais a colaborar com o evento, que incluiu uma área de jogos, um tobogã, uma área de artes e atividades manuais e um castelo inflável.
  • A polícia não disse quantas crianças estavam no brinquedo e também não respondeu se o castelo inflável estava firmemente preso ao chão.

Casamento entre mulheres cresce 5,9% e é recorde em 2023, mostra IBGE


Já entre homens, houve recuo de 4,9%

Bruno de Freitas Moura – Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro
Primeiro casamento coletivo de parceiros homossexuais do DF, no Dia Mundial do Orgulho Gay, comemorado neste domingo (28), em frente ao Congresso Nacional (Antonio Cruz/Agência Brasil)
© Antonio Cruz/Agência Brasil
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No ano de 2023, houve 7 mil registros de casamento civil entre mulheres no Brasil. Esse número representa aumento de 5,9% em relação a 2022, sendo o maior já registrado na série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) específica para uniões homoafetivas, iniciada em 2013. O recorde anterior era de 2022, com 6,6 mil celebrações. O dado faz parte do levantamento Estatísticas de Registro Civil, divulgado nesta sexta-feira (16), no Rio de Janeiro.

A quantidade de matrimônios entre mulheres em 2023 fez o Brasil registrar o recorde de casamento entre pessoas de mesmo sexo, que atingiu 11,2 mil, aumento de 1,6% em relação a 2022.

No entanto, ao se observar apenas os dados de união entre homens, percebe-se recuo. Foram 4.175, o que significa 4,9% a menos que em 2022.

O IBGE não leva em conta casos de união estável e chegou aos números por meio de informações coletadas em quase 20 mil cartórios e varas judiciais espalhados pelo país.

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Desde 2013, o número de casamentos entre pessoas do mesmo sexo praticamente se multiplicou por três:

  • 2013: 3,7 mil
  • 2023: 11,2 mil

Em todos os anos, o número de casamentos entre mulheres é maior do que entre homens. Em 2023, elas representaram 62,7% do total de matrimônios homoafetivos.

 

Casamento homoafetivo. Foto: Nick Karvounis/Unsplash
País registrou 4.175 casamentos entre homens em 2023, 4,9% a menos que em 2022 – Foto: Nick Karvounis/Unsplash

O ano de início da série do IBGE, 2013, é o mesmo em que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou a Resolução 175, de 14 de maio, que impede cartórios de se recusarem a converter uniões estáveis entre pessoas do mesmo sexo em casamentos.

A medida do CNJ veio na esteira de uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), de 2011, que igualou as uniões homoafetivas às heteroafetivas. Até então, os cartórios precisavam de autorização judicial para celebrar casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Menos casamentos

O levantamento do IBGE revela também que houve 929,6 mil casamentos entre pessoas de sexos diferentes em 2023. Somando com os homoafetivos, o Brasil chega à marca de 940,8 mil casamentos, redução de 3% na comparação com 2022.

Esse patamar faz o país voltar à tendência de queda no número de uniões civis. Em 2015, foram 1,137 milhão, quantidade que foi se reduzindo até 1,025 milhão em 2019. Em 2020, ano impactado pela pandemia de covid-19, que forçou o isolamento social, foram 757 mil. O número voltou a subir em 2021 e 2022, para, novamente, regredir em 2022.

 

EVOLUÇÃO DO NÚMERO DE CASAMENTOS NO BRASIL
2015 1,137 milhão
2019 1,025 milhão
2020 757 mil
2021 932,5 mil
2022 970 mil
2023 940,8 mil

Esses dados fizeram com que a taxa de nupcialidade – número de casamentos em relação à população de 15 anos ou mais de idade – fosse de 5,6 em 2023. Em 1980, o índice era mais que o dobro, 12,2. Em 2020, ano de eclosão da pandemia, era 4,5.

 

Certidão de Casamento
Número de casamentos no Brasil caiu 3% em 2023, na comparação com 2022 – Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

De acordo com a gerente da Pesquisa de Registro Civil, Klivia Brayner de Oliveira, a redução no número de casamentos pode ter relação com mudanças na sociedade. “Uma sociedade mais líquida”, diz.

“Não é mais uma exigência das famílias, da sociedade, que a pessoa seja casada no civil. A pessoa tem mais liberdade para decidir se quer casar, se quer uma união estável – seja em cartório, seja de forma informal. Muitas vezes, o casamento é acompanhado de despesas, então as pessoas, às vezes, não querem assumir essas despesas”, completa Klivia.

Uma decisão do STF de 2017 determinou que a união estável e o casamento possuem o mesmo valor jurídico em termos de direito sucessório, tendo o companheiro os mesmos direitos a heranças que o cônjuge (pessoa casada). Uma diferença é que a união estável não altera o estado civil, a pessoa continua solteira, divorciada, viúva, por exemplo.

Idade

Em 2023, a idade média dos cônjuges solteiros que se casaram com pessoas do sexo oposto era de 29,2 anos para mulheres e 31,5 anos para os homens.

Ao observar os casais de mesmo sexo, a idade média era de 34,7 anos entre homens e 32,7 entre mulheres.

O IBGE identificou que os brasileiros estão se casando mais velhos. Ao analisar os casamentos entre pessoas de sexo diferente, foi revelado que:

  • Em 2003, 13% dos casamentos tinham cônjuge homem com 40 anos ou mais;
  • Em 2023, eram 31,3%.
  • Em 2003, 8,2% dos casamentos tinham cônjuge mulher com 40 anos ou mais;
  • Em 2023, eram 25,1%.

Outra tendência notada pelos pesquisadores nos casamentos entre pessoas de sexos diferentes é a queda na participação de solteiros.

  • Em 2003, 86,9% dos registros eram como ambos solteiros. Em 2023, essa marca caiu para 68,7%.
  • Em 2003, 12,9% dos registros eram com pelo menos um dos cônjuges divorciado ou viúvo. Em 2023, essa marca caiu para 31,1%.

Divórcios

A Pesquisa Estatísticas do Registro Civil revela que em 2023, o Brasil teve 440,8 mil divórcios, sendo 81% deles judiciais (360,8 mil) e 18,2% extrajudiciais (79,6 mil). O total de dissoluções cresceu 4,9% ante 2022, quando foram registrados 420 mil divórcios.

 

EVOLUÇÃO DO NÚMERO DE DIVÓRCIOS NO BRASIL
2009 174,7 mil
2010 239 mil
2011 347,6 mil
2018 385,2 mil
2022 420 mil
2023 440,8 mil

A taxa geral de divórcios – número de divórcios para cada mil pessoas de 20 anos ou mais – apresenta tendência de crescimento:

  • 2016: 2,4
  • 2019: 2,5 (último ano antes da pandemia)
  • 2020: 2,1
  • 2021: 2,5
  • 2022: 2,8
  • 2023: 2,8

A pesquisadora Klivia de Oliveira aponta que mudanças na legislação brasileira ajudam a explicar o crescimento do número de divórcios.

“Desde 2010, existe uma facilidade, se você quer se divorciar, não precisa se separar, ter um processo de separação de um ou dois anos para depois pedir o divórcio”, contextualiza. “A legislação acompanhou a mudança dos valores da sociedade”, completa.

“Também as pessoas estão, talvez, menos presas a questões sociais. Hoje você aceita normalmente. Uma pessoa quer se divorciar, se divorcia”, conclui a pesquisadora.

Os homens se divorciaram em idades mais avançadas que as mulheres. Enquanto eles tinham, em média, 44,3 anos no momento da dissolução, elas tinham 41,4 anos.

A pesquisa mostra que os casamentos brasileiros estão durando menos. Em 2010, o período médio entre as datas do casamento e do divórcio era de 15,9 anos. Em 2023, o tempo caiu para 13,8 anos.

 

São Paulo (SP) 31/08/2024 - Paulistanos aproveitam o calor em São Paulo no Parque do Ibirapuera.. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil
 Desde 2014, IBGE aponta tendência de aumento de divórcios com guarda compartilhada – Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

E os filhos?

Ao observar o tipo de arranjo familiar dos divórcios, o IBGE identificou as seguintes proporções:

  • 46,3% tinham somente filhos menores
  • 29,9% sem filhos
  • 16,1% tinham somente filhos maiores
  • 7% tinham filhos maiores e menores
  • 0,7% sem informação de filhos

Desde 2014, os pesquisadores mapearam uma clara tendência de aumento de divórcios com guarda compartilhada, movimento que leva à diminuição de casos em que a guarda é exclusiva da mãe.

  • guarda materna: em 2014, respondia por 85,1% dos casos. Em 2023, por 45,5%
  • guarda compartilhada: em 2014, respondia por 7,5% dos casos. Em 2023, por 42,3%
  • guarda paterna: em 2014, respondia por 5,5% dos casos. Em 2023, por 3,3%

O ano de 2014 é um ponto de partida da tendência crescente de casos de guarda compartilhada, uma vez que a Lei 13.058, sancionada em dezembro daquele ano, prioriza esse tipo de guarda quando não há acordo entre mãe e pai sobre quem cuidará do filho.

Edição: Juliana Andrade


Mais de 260 mil baianos podem ter título cancelado por pendências


Eleitores que tiverem o título cancelado não poderão inscrever-se em concurso, tomar posse em cargo públicos entre outras coisa

Por Redação

Mais de 260 mil baianos podem ter título cancelado
Mais de 260 mil baianos podem ter título cancelado – 

Mais de 260 mil baianos podem ter os títulos de eleitor cancelados e podem ser impossibilitados de votar nas próximas eleições no Brasil. De acordo com o Tribunal Eleitoral Regional da Bahia (TRE-BA), os titulares estão com pendências como não comparecimento em votação, falta de justificativa em ausências de votação e não quitação de multas das últimas três eleições consecutivas.

É possível consultar pendências através do site da TRE-BA, pelo app e-Título, pelo telefone (71) 3373-7000 ou presencialmente em um cartório eleitoral ou postos da Justiça Eleitoral até o dia 19 de maio.

Se houver débitos eleitorais decorrentes de multas por ausência às urnas ou aos trabalhos eleitorais, o eleitor deve primeiro quitar as multas pelo Autoatendimento Eleitoral. Somente após o pagamento, será possível concluir a regularização e evitar o cancelamento definitivo do título.


Governo retoma bônus de produtividade para reduzir filas do INSS


Em 2024, dois milhões de pessoas esperavam análise de pedidos

Felipe Pontes – Repórter da Agência Brasil
Brasília
Brasília (DF), 17/07/2024 - Pessoas em frente a entrada da recepcção da Previdência Social. Foto: José Cruz/Agência Brasil
© José Cruz/Agência Brasil
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Os servidores do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e os peritos médicos federais vão voltar a ganhar bônus de produtividade como incentivo para reduzir a fila de espera para a análise de benefícios previdenciários e assistenciais.

Uma medida provisória foi assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva depois da fila do INSS ter aumentado em 2024, superando a marca de dois milhões de pessoas esperando análise de pedidos.

Publicada em edição extra no Diário Oficial da União (DOU) nesta terça-feira (15), a medida institui o Programa de Gerenciamento de Benefícios. O texto prevê o pagamento de R$ 68 para o servidor do INSS e R$ 75 para o perito federal por processo analisado e concluído.

Servidores e peritos que aderirem a greves ou que estejam compensando horas não trabalhadas ficam excluídos do programa. A medida prevê que a bonificação seja paga para servidores e peritos que ultrapassem determinadas metas de desempenho, além do fluxo normal de trabalho.

O programa é voltado para os processos que já tenham estourado o prazo de 45 dias para análise inicial ou que tenham expirado algum outro prazo estabelecido pela justiça, bem como as avaliações sociais para a concessão do Benefício de Prestação Continuada (BPC), voltado a idosos de baixa renda e pessoas com deficiência de qualquer idade.

No caso de perícias, geram bônus aquelas realizadas em unidades sem oferta regular do serviço ou que tenham prazo para agendamento superior a 30 dias; as que tenha prazo judicial expirado e as que necessitam somente de análise documental, desde que essa análise seja feita pelo servidor ou perito depois das 18h ou em fins de semana,

O controle e o monitoramento das metas e a ordem de prioridade para a análise de processos e realização de perícias ainda deverão ser regulamentados pela Casa Civil e pelos Ministérios da Previdência e de Gestão e Inovação em Serviços Públicos.

O programa de bonificação tem vigência de 12 meses, prorrogáveis uma vez por igual período. Para continuar vigente, contudo, a medida provisória que cria o bônus do INSS deve ser aprovada pelo Congresso em até 60 dias, também prorrogáveis uma vez por igual período.

Autorização orçamentária

O governo não detalhou o impacto esperado para os cofres públicos e informou que os pagamentos ainda precisam de autorização orçamentária.

Um programa anterior de bonificação a servidores do INSS foi criado em julho de 2023 e seguiu vigente em 2024, após a medida provisória ter sido convertida em lei pelo Congresso. À época, o impacto estimado foi de R$ 129 milhões.

Edição: Kleber Sampaio