Neste mês em que celebramos o Dia dos Povos Indígenas (19 de abril), o Governo da Bahia reafirma seu compromisso com o fortalecimento dos povos originários, ampliando políticas públicas voltadas à inclusão produtiva, geração de renda e desenvolvimento sustentável nas comunidades indígenas. Na última sexta-feira (17), foi publicado o resultado parcial do Edital de Chamada … Leia Mais
A certificação, concedida pela segunda vez à empresa, reconhece ações da companhia em diversidade, inclusão e desenvolvimento de talentos femininos Foto: Acervo Bracell O compromisso da Bracell com a promoção da equidade de gênero no ambiente de trabalho, por meio de ações como o Pacto Bracell 2030, foi reconhecido pela Secretaria de Políticas … Leia Mais
O acompanhamento na Bahia começou em 1996, na microbacia do rio Farje, em Araçás, e completou 30 anos este ano Fotos: Acervo Bracell A gestão responsável da água começa com algo simples: medir bem e sempre. Sem dados confiáveis não é possível entender como a floresta influencia a quantidade de água que circula … Leia Mais
O apresentador comentou sobre a polêmica de transfobia envolvendo seu nome Por Franciely Gomes Ratinho foi acysado de ser transfóbico com Erika Hilton – Foto: Reprodução | Instagram Ratinho voltou a comentar sobre a polêmica envolvendo ele e a deputada federal Erika Hilton. Acusado de transfobia, após alegar que a política “não era uma mulher de verdade”, o … Leia Mais
Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 2.980 da Mega-Sena, realizado nesta quinta-feira (5). O prêmio acumulou e está estimado em R$ 50 milhões para o próximo sorteio.
Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília) de sábado (7), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa.
Uma aposta de Eusébio (CE) acertou sozinha as seis dezenas do concurso 2.979 da Mega-Sena, realizado nesta terça-feira (3).O vencedor irá receber o prêmio de R$ 158.039.482,14.
Bracell aposta em mistério e surpreende com teste vendado em nova campanha de Supra
Nova comunicação tem foco na experiência do consumidor e em atributos funcionais do produto
Foto: Acervo Bracell Papéis
A Supra, marca premium de papel higiênico da Bracell Papéis, lançou sua campanha, marcando a segunda fase da consolidação do produto na categoria. A comunicação reforça o posicionamento “além do macio”, e utiliza um teste vendado como principal recurso narrativo para destacar qualidades como resistência e absorção. A estratégia aposta em uma narrativa direta e objetiva, colocando o produto no centro da experiência e reforçando a confiança da marca na superioridade de seus atributos técnicos.
“Supra é uma marca recente dentro de uma categoria consolidada. Nosso foco é construir relevância com base em diferenciação de produto e consistência de comunicação, mas com uma ambição muito clara: ocupar um espaço relevante dentro de uma categoria tradicional, trazendo inovação, sensorialidade e uma conversa mais próxima com o consumidor. Essa campanha traduz exatamente esse momento da marca”, afirma o Head de Marketing da Bracell Papéis, Jonas Naranjo.
Criada pela agência de propaganda Peralta, a campanha é composta por um filme, que apresenta um teste vendado, no qual consumidores são convidados a comparar a maciez de dois papéis higiênicos sem saber qual marca estão tocando. A dinâmica sugere tratar-se de uma disputa entre concorrentes da categoria, mas, ao final, revela-se que ambos os produtos testados são Supra Folha Tripla, estratégia utilizada para reforçar a confiança da marca na qualidade do próprio portfólio.
“O teste vendado foi escolhido porque coloca o produto no centro da experiência real do consumidor. É uma forma objetiva de demonstrar os atributos do Supra Folha Tripla dentro da própria categoria. Nosso foco é ampliar a percepção de valor dentro da categoria, mostrando que atributos técnicos como estrutura, resistência e absorção impactam diretamente a experiência do consumidor”, complementa Naranjo.
Ainda segundo o executivo, a proposta criativa também reforça que Supra elevou o padrão de maciez da categoria, tornando a experiência ainda mais perceptível após o uso e consolidando o próprio produto como a principal expressão desse atributo dentro do portfólio. “Desde o início, buscamos uma comunicação que traga um humor elegante, combinando diferenciação criativa com argumentos funcionais claros sobre o produto. O teste vendado traduz essa proposta ao demonstrar desempenho de forma simples, transparente e confiante”, explica.
Antes da estreia oficial, a campanha já integra uma estratégia de comunicação que inclui ativações com influenciadores e ações digitais voltadas à geração de conversas nas redes sociais.
Produzido com a tecnologia AirTouch, Supra Folha possui estrutura em suas camadas de papel com cápsulas de ar, desenvolvida para oferecer maciez, resistência e absorção. O produto é fabricado em operação industrial movida a energia renovável, sem uso de combustíveis fósseis, alinhada às diretrizes de sustentabilidade da Bracell Papéis.
Sobre a Bracell Papéis
A Bracell Papéis é o segmento de negócios de papéis tissue da Bracell no Brasil e uma das maiores fabricantes do setor na região Nordeste do país, com fábricas nos municípios de Feira de Santana e São Gonçalo dos Campos (BA) e Pombos (PE). Com mais de 1.500 colaboradores, a empresa está em expansão também para o mercado do Centro-oeste e Sudeste do Brasil, a multinacional conta com uma unidade do segmento em Lençóis Paulista (SP). Entre as linhas comercializadas no mercado local, a empresa está presente nas categorias de papel toalha, guardanapo, papel higiênico e fraldas infantis, com um amplo portfólio no setor tissue professional. Para mais informações, acesse: https://www.bracell.com/nossos-negocios/bracellpapeis
Já aplicada nos inventários corporativos da Bracell, metodologia publicada na Global Change Biology desenvolve equações específicas que aprimoram as estimativas de carbono estocado em plantações de eucalipto e pinus no Brasil
Foto: Acervo Bracell
Uma pesquisa brasileira publicada na Global Change Biology, revista de referência internacional em mudanças climáticas, apresentou um avanço relevante para o setor florestal e a agenda climática do Brasil: a criação de modelos estatísticos inéditos que aumentam a precisão no cálculo de carbono estocado em florestas plantadas. Com base na medição de mais de 2 mil árvores em 27 locais de diferentes regiões do país, os autores desenvolveram equações que reduziram o erro das estimativas de carbono em 10% na parte aérea (tronco, galhos e folhas) e em até 60% nas raízes, tradicionalmente mais difíceis de mensurar. A Bracell, uma das líderes globais na produção de celulose solúvel, já aplica esses novos modelos em seus inventários corporativos de emissões de gases de efeito estufa (GEE).
O setor de florestas plantadas desempenha um papel estratégico na mitigação das mudanças climáticas, sendo responsável por capturar mais de 1,8 bilhão de toneladas de CO₂ equivalente no Brasil. Os novos modelos desenvolvidos no estudo foram aplicados em plantações de eucalipto e pinus, espécies que compõem a base florestal da indústria brasileira de papel e celulose. Para o gerente de Sustentabilidade da Bracell, João Augusti, “melhorar a precisão nas estimativas desse carbono é fundamental para que o país cumpra suas metas no Acordo de Paris e para que empresas do setor possam acessar, com mais confiança, os mercados voluntários e regulados de carbono”.
Como os novos modelos funcionam
Segundo o estudo, atualmente a maior parte dos inventários de carbono feitos no Brasil, inclusive aqueles que o país envia ao Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, ligado à ONU (IPCC), ainda utiliza valores médios fixos e genéricos. Esses números foram definidos há mais de 20 anos pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) em 2004 e não consideram características importantes das florestas, como a idade das árvores, a espécie plantada, o tipo de solo, o clima da região ou a localização exata do plantio. Isso contribui para erros significativos nos cálculos sobre quanto carbono realmente está sendo removido da atmosfera pelas florestas plantadas.
O novo estudo corrige essa lacuna com uma abordagem baseada em ciência de campo: equações específicas são aplicadas a cada árvore, com base em variáveis reais das plantações brasileiras. Esses dados alimentam modelos estatísticos de regressão que tornam a estimativa muito mais precisa.
Entre os principais fatores analisados estão o diâmetro da árvore à altura do peito (DAP), a altura total, a idade do plantio, a espécie cultivada, a localização geográfica, além de características ambientais como o tipo de clima (com base na classificação de Köppen), a precipitação média e a temperatura da região. Essas informações, coletadas diretamente no campo, tornam os cálculos mais precisos e adaptados à realidade das florestas brasileiras.
Com base nessas variáveis, os cientistas aprimoraram dois indicadores fundamentais para estimar a biomassa total das árvores e, por consequência, o carbono que elas armazenam. O primeiro é o Fator de Expansão da Biomassa (BEF – Biomass Expansion Factor), que converte a biomassa do tronco em biomassa da parte aérea, incluindo galhos e folhas. O segundo é a Relação Raiz-Parte Aérea (R – Root-to-Shoot Ratio), que estima quanto da biomassa está nas raízes, em relação à parte visível da árvore. Juntos, esses índices aumentam a precisão dos inventários de carbono em plantações florestais e ajudam a tornar os cálculos mais aderentes à realidade do campo.
“Ao substituir valores genéricos por fórmulas calibradas com dados reais, os novos modelos capturam a variabilidade das florestas plantadas brasileiras com muito mais precisão. Isso é importante, pois estamos falando de uma mudança metodológica com impacto direto nos inventários de carbono usados por empresas e até por governos”, explica Otávio Camargo Campoe, professor da Universidade Federal de Lavras (UFLA) e autor principal do estudo.
“Os modelos anteriores davam uma estimativa média. Agora, conseguimos dizer com mais precisão quanto carbono existe em cada floresta, dependendo do tipo, da idade e do lugar”, completa.
Aplicação prática na Bracell
A Bracell também forneceu grande parte da base de dados usada na pesquisa, com amostras de áreas operacionais coletadas em parceria com universidades e centros de pesquisa. “O que antes era uma estimativa genérica, agora virou um cálculo técnico preciso, com base em dados reais da floresta, isso nos permite relatar com mais responsabilidade nossas emissões e remoções de carbono, além de melhorar o planejamento florestal”, afirma a gerente de P&D Manejo Florestal da empresa, Gabriela Matzner.
O Especialista de P&D na Bracell, Geovanni Barros, ainda complementa: “É um exemplo de ciência aplicada que gera resultado direto para a economia de baixo carbono. Não estamos falando só de inventário, mas de planejamento, certificação, crédito e credibilidade”.
Sobre a Bracell
A Bracell, líder global na produção de celulose solúvel e especial, se destaca por sua expertise no cultivo sustentável do eucalipto, que é a base para a produção de matéria-prima essencial na fabricação de celulose de alta qualidade. Atualmente a multinacional conta com mais de 11 mil colaboradores e duas principais operações no Brasil, sendo uma em Camaçari, na Bahia, e outra em Lençóis Paulista, em São Paulo. Além de suas operações no Brasil, a Bracell possui um escritório administrativo em Singapura e escritórios de vendas na Ásia, Europa e Estados Unidos. Para mais informações, acesse: www.bracell.com
A Receita Federal exonerou nesta quinta-feira (19) um auditor fiscal que ocupava função de chefia na Delegacia do órgão em Presidente Prudente (SP). A dispensa foi publicada no Diário Oficial da União e não apresenta justificativa formal.
O servidor era chefe da Equipe de Gestão do Crédito Tributário e do Direito Creditório e foi um dos alvos de operação da Polícia Federal que investiga acessos indevidos a dados fiscais de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e de familiares dos ministros.
A ação foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes e apura possíveis consultas irregulares a informações protegidas por sigilo fiscal. Ao todo, quatro servidores são investigados.
Segundo o jornal do Estado de S.Paulo, o auditor teria acessado dados ligados a uma ex-enteada do ministro Gilmar Mendes. Conforme a publicação, o servidor afirmou, em depoimento, que a consulta ocorreu por engano, alegando ter confundido a identidade da pessoa pesquisada.
Apesar da justificativa, o servidor foi alvo de mandado de busca e apreensão e teve medidas cautelares impostas, como uso de tornozeleira eletrônica, afastamento das funções públicas e entrega do passaporte.
Defesa
Em nota divulgada nesta quinta-feira, a defesa do auditor negou qualquer conduta ilícita. As advogadas que o representam afirmaram que o servidor possui “reputação ilibada” e que nunca respondeu a processo disciplinar ao longo da carreira na Receita Federal.
A defesa também informou que ainda não teve acesso integral aos autos da investigação e, por isso, não comentaria detalhes do caso.
Reação de entidades
A operação provocou reação de entidades representativas da categoria. A Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Unafisco Nacional) afirmou, em nota, que auditores fiscais não podem ser transformados em “bodes expiatórios” em meio a crises institucionais e criticou a adoção de medidas cautelares consideradas severas antes da conclusão das apurações.
O Sindicato dos Auditores-Fiscais da Receita Federal (Sindifisco Nacional) declarou que vê com preocupação o suposto vazamento de informações, mas ressaltou que o acesso motivado a dados sigilosos faz parte da rotina de trabalho dos auditores. Segundo a entidade, eventual divulgação indevida de informações deve ser punida, mas o direito ao contraditório e à ampla defesa precisa ser preservado.
Auditoria interna
A Receita Federal informou que instaurou auditoria interna após solicitação do Supremo. Em nota na terça-feira (17), o órgão admitiu acessos indevidos a dados de ministros do STF e de familiares. O Fisco afirmou que a apuração envolve dezenas de sistemas e contribuintes e que eventuais desvios identificados foram comunicados ao relator do caso.
O Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) também se manifestou, destacando que seus sistemas são rastreáveis e que seus empregados não têm acesso ao conteúdo das bases de dados dos órgãos clientes. Segundo a estatal, sua atuação se limita à gestão da infraestrutura tecnológica.
O caso continua sob investigação no Supremo Tribunal Federal.