Ministra anuncia gratuidade dos 41 medicamentos no Farmácia Popular

Medida beneficia 1 milhão de pessoas que ainda pagavam coparticipação Luiz Claudio Ferreira – Repórter da Agência Brasil Brasília © Elza Fiuza/ Agência Brasil A ministra da Saúde, Nísia Trindade, anunciou, nesta quinta-feira (13), a total gratuidade do Programa Farmácia Popular. No Encontro Nacional de Prefeitos, em Brasília, ela explicou que todos os 41 itens … Leia Mais


Genéricos contribuem para queda de mais de 50% no preço de remédios

Quanto mais opções no mercado, maiores as chances de redução Léo Rodrigues – Repórter da Agência Brasil Publicado em 10/02/2025 – 19:19  – Atualizado em 10/02/2025 – 21:30 Rio de Janeiro © Arquivo/Agência Brasil Um novo estudo feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mediu os impactos dos genéricos no preço dos medicamentos. Os … Leia Mais


São Paulo confirma primeiro caso de febre amarela em humano em 2025

Estado já havia notificado doença em macacos Guilherme Jeronymo – Repórter da Agência Brasil © Rovena Rosa/Agência Brasil Versão em áudio A Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo confirmou o registro do primeiro caso de febre amarela em humano este ano. Trata-se de um homem de 27 anos, morador da capital paulista. Ele esteve em Socorro, … Leia Mais


Taxa de nascimentos prematuros do Brasil está acima da média global

Número pode ser reduzido com bom atendimento pré-natal Tâmara Freire – Repórter da Agência Brasil Rio de Janeiro © Reuters Versão em áudio Os famosos “nove meses” de gravidez, na verdade, simplificam uma conta muito mais complexa: a gestação humana leva em torno de 40 semanas, mas é considerada “a termo”, ou seja, dentro do … Leia Mais


Boletim da Fiocruz indica alta de casos de covid-19 no país


Doença atinge especialmente pacientes idosos

Leo Rodrigues – Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro
Medidas de proteção contra possíveis infecções por cornoavírus sendo mostradas na clínica universitária de Essen
© REUTERS/Wolfgang Rattay/Direitos Reservados
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A nova edição do boletim semanal Infogripe, divulgado nesta quinta-feira (19) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), revela uma tendência alta de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) associadas ao covid-19 em alguns estados do país. É o caso do Ceará, onde um cenário de crescimento dessas ocorrências já havia sido indicado na edição anterior da publicação.

Há indícios de que Minas Gerais, Sergipe e Rondônia também iniciam um movimento parecido. O mesmo ocorre no Distrito Federal. Os casos envolvem especialmente pacientes idosos, que são mais suscetíveis aos efeitos mais adversos da infecção pelo coronavírus causador da covid-19.

O boletim registra aumento de ocorrências de SRAG entre crianças e adolescentes de até 14 anos, associados principalmente ao rinovírus, em quatro unidades federativas: Acre, Distrito Federal, Minas Gerais e Sergipe. Os dados do novo boletim são referentes à semana epidemiológica que vai de 8 a 14 de dezembro.

A SRAG é uma complicação respiratória que demanda hospitalização e está associada muitas vezes ao agravamento de alguma infecção viral. O paciente pode apresentar desconforto respiratório e queda no nível de saturação de oxigênio, entre outros sintomas.

De acordo com a nova edição, considerando as últimas quatro semanas epidemiológicas analisadas, a covid-19 esteve relacionada a 31,1% dos casos de SRAG com resultado positivo para alguma infecção viral. Já o rinovírus representou 38,6%. Além disso, 7,9% estiveram associados ao vírus sincicial respiratório (VSR), 7,6% à influenza A e 7,3% à influenza B.

Quando se observa apenas os quadros de SRAG que resultaram em mortes nessas quatro semanas, 63,6% estão associados à covid-19. A maioria desses casos que tiveram a morte como desfecho envolveram idosos.

Ao todo, o Brasil já registrou em 2024 um total de 78.739 casos de SRAG com resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório. Destes, 16,8% são referentes à influenza A; 2% à influenza B; 19,6% à covid-19; 27,1% ao rinovírus e 33,8% ao VSR. Outras 8.280 ocorrências estão em fase de análise.

O boletim Infogripe sinaliza para uma tendência de aumento de SRAG em nível nacional. Em 11 unidades federativas, há sinal de crescimento dos casos no longo prazo: Acre, Amazonas, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Paraíba, Rio Grande do Norte, Rondônia, Santa Catarina e Sergipe. Além disso, há tendência de aumento das ocorrência no curto prazo no Acre, Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul.

Cenário em 2024

Fazendo um balanço do cenário epidemiológico de 2024, a pesquisadora da Fiocruz, Tatiana Portella, destacou que o país viveu duas ondas importantes de covid-19. A primeira, que começou ainda no final de 2023 e avançou pelo início deste ano, afetou diversos estados. Já a segunda onda, iniciada em agosto de 2024, teve São Paulo como o estado mais atingido.

Apesar dessas duas ondas, a pesquisadora destaca que, em comparação com 2023, houve uma redução de aproximadamente 40% nos casos de SRAG associados à covid-19. Ainda assim, Portella alerta para o crescimento dessas ocorrências no encerramento de 2024.

“Neste fim de ano, observamos uma menor atividade dos vírus respiratórios, com exceção apenas da covid-19, que já começa a apresentar sinais de aumento em algumas regiões do país. Para as festas de fim de ano, recomendamos o uso de máscaras caso surjam sintomas de gripe ou resfriado. Também sugerimos, sempre que possível, priorizar ambientes mais arejados, especialmente neste momento de início de aumento do número de casos de covid-19”.

Edição: Sabrina Craide


A cada 100 pessoas que têm tétano, cerca de 30 morrem


Alerta é do Ministério da Saúde

Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil
Brasília
São Paulo 11/04/2024 Prefeitura amplia a vacinação contra a Dengue, serão 471 UBS e AMAs, para crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos. Fotos da vacinaçao na UBS do Cambuci. Foto Paulo Pinto/Agência Brasil
© Paulo Pinto/Agência Brasil
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A cada 100 pessoas que adoecem de tétano, cerca de 30 morrem. A informação é do Ministério da Saúde. Em nota, ele reforça que a principal forma de prevenção contra a doença é a vacinação, gratuita e disponível no Sistema Único de Saúde (SUS).

A imunização deve ser realizada conforme recomendações do Calendário Nacional de Vacinação em serviços da atenção primária ou em centros de referência para imunobiológicos especiais (CRIEs), no caso de pessoas que apresentam condições clínicas especiais.

Confira, a seguir, os esquemas vacinais recomendados para o tétano:

– crianças menores de 7 anos: três doses da vacina penta, administrada aos 2, 4 e 6 meses de vida, além de reforços aos 15 meses e aos quatro anos com a vacina tríplice bacteriana (DTP);

– pessoas com sete anos ou mais (crianças, adolescentes, adultos e idosos): a vacinação desses grupos deve considerar o histórico vacinal contra o tétano. Para quem tem esquema vacinal completo, doses de reforços estão indicadas a cada dez anos. Em casos onde há ferimentos graves, o intervalo deverá ser reduzido para cinco anos;

– gestantes: uma dose da vacina tríplice bacteriana acelular – tipo adulto (dTpa), a cada gestação, a partir da 20ª semana. Se necessário, a gestante também deverá completar o esquema vacinal contra o tétano, com a administração da vacina dupla bacteriana – tipo adulto (dT), que pode ser administrada a qualquer momento da gestação.

“A atualização da vacinação contra o tétano em gestantes, a cada gestação, além de proteger a mãe contra a doença, tem como meta prevenir o tétano neonatal que pode acometer recém-nascidos, até os primeiros 28 dias de vida”, destacou o ministério. “Gestantes, trabalhadores rurais e da construção civil, idosos e pessoas que sofreram ferimentos recentes, devem manter a proteção em dia.”

Viajantes

Para quem for viajar para locais onde a vacina contra o tétano não esteja disponível ou onde é exigida a prescrição médica, a orientação é atualizar com antecedência o esquema vacinal, caso necessário. “Atenção para a necessidade de reforço, a cada dez anos, da última dose do esquema completo ou da última dose de reforço”.

Como é a doença

O tétano é uma doença aguda, não contagiosa, de ocorrência mundial. Segundo o Ministério da Saúde, a enfermidade representa sério problema de saúde pública, sobretudo em países com baixas condições socioeconômicas e educacionais.

A doença é causada pela bactéria Clostridium tetani, presente no solo, na água, em objetos enferrujados como pregos, madeiras e agulhas e em fezes de animais, entre outros. “A bactéria pode entrar no organismo, especialmente pelas mãos ou pés do indivíduo, por meio de cortes, perfurações ou feridas contaminadas”.

O tétano afeta o sistema nervoso, provocando contrações musculares intensas. Em casos graves, pode causar a morte. “Além da vacinação, a prevenção da doença também requer a utilização de equipamentos de proteção individual (botas, luvas e capacetes) para evitar a ocorrência de acidentes durante a prática de atividades profissionais ou domésticas”, finaliza o Ministério da Saúde.

Edição: Kleber Sampaio


Estudo descobre toxidade em itens de cozinha feitos de plástico preto


À coluna, a médica Tassiane Alvarenga revela os riscos à saúde desses itens de cozinha e como se prevenir da exposição a essas substâncias

Getty Images
Utensílios de cozinha de silicone - Metrópoles

Um estudo feito por pesquisadores da Toxic-Free Future e do Amsterdam Institute for Life and Environment da Vrije Universiteit descobriu que alguns itens de cozinha feitos com plástico preto contêm altos níveis de retardantes de chamas causadores de câncer e desreguladores hormonais. A análise, publicada no jornal internacional Chemosphere, testou 203 produtos domésticos desse tipo — e 85% deles indicaram altas concentrações de retardantes, o que preocupou os estudiosos. Coautora da pesquisa e gerente de ciência e política da Toxic-Free Future, Megan Liu afirmou em um comunicado à imprensa que os retardantes encontrados são os mesmos contidos em produtos eletrônicos, como TVs, celulares e computadores.

Mas vale reiterar que isso se deve especificamente aos utensílios de plástico na cor preta, e não aos de outras cores, porque itens eletrônicos reciclados que usam retardantes de chamas costumam ser dessa coloração.

Getty ImagesItens de cozinha pretos - Metrópoles
Estudo descobre toxidade em itens de cozinha feitos de plástico preto

Para a pesquisadora, esses produtos químicos que causam câncer nem deveriam ser usados pelas pessoas. “Mas com a reciclagem, eles estão entrando em nosso ambiente e em nossas casas de mais de uma maneira”, relatou. “Os altos níveis que encontramos são preocupantes”, frisou.

Segundo o estudo, a reciclagem de plásticos usados ​​em eletrônicos pode eventualmente levar à sua reutilização em itens domésticos que não exigem retardamento de chamas. Isso resulta, entretanto, em “exposições altas e desnecessárias” que podem ser perigosas, principalmente para crianças e mulheres em idade fértil.

Riscos à saúde

As marcas ou fabricantes envolvidos nas descobertas não foram divulgados, mas o estudo concluiu que os níveis mais altos de retardantes de chamas foram detectados em espátulas e bandejas de sushi de plástico, por exemplo.

Um dos produtos químicos encontrados se trata do deca-BDE, retardante de chama sintético muito comercializado a partir dos anos 1970, mas considerado um poluente perigoso e persistente.

De acordo com a endocrinologista e metabologista pela SBEM Tassiane Alvarenga, altas exposições a retardantes de chamas, como o deca-BDE e outros bromados, estão associadas a uma série de impactos à saúde, incluindo:

  • Câncer: muitos retardantes são classificados como possíveis ou prováveis carcinógenos;
  • Desregulação endócrina: esses produtos químicos podem imitar ou bloquear hormônios naturais, afetando funções vitais do corpo;
  • Danos neurológicos: estudos mostram impactos no desenvolvimento cerebral, como menor QI em crianças expostas durante a gestação;
  • Imunotoxicidade: pode haver um impacto na capacidade do sistema imunológico de combater infecções e doenças;
  • Problemas reprodutivos: redução da fertilidade e anormalidades no desenvolvimento fetal são preocupações significativas;
  • Impacto metabólico: a exposição também está relacionada ao aumento do risco de obesidade e diabetes.
Getty ImagesBandejas de plástico com sushi dentro - Metrópoles
Os níveis mais altos de retardantes de chamas foram detectados em espátulas e bandejas de sushi de plástico

Como prevenir

Embora seja uma tarefa difícil eliminar totalmente a exposição a substâncias tóxicas que nos cercam diariamente, a médica compartilha dicas práticas:

  • Evitar utensílios de plástico preto: “A pesquisa aponta que os utensílios de outras cores ou feitos de materiais alternativos (como aço inoxidável, vidro ou silicone de grau alimentício) são mais seguros”, salienta;
  • Escolher materiais não tóxicos: prefira utensílios de madeira, bambu, silicone sem aditivos ou vidro temperado para cozinhar e armazenar alimentos;
  • Evitar calor direto em plásticos: “O calor pode liberar substâncias químicas tóxicas, então minimize o uso de plásticos, especialmente em alimentos quentes”, alerta;
  • Manter uma ventilação adequada: isso pode ajudar a reduzir a inalação de partículas tóxicas liberadas por produtos plásticos e eletrônicos em casa;
  • Reduzir o uso de reciclados em utensílios de uso direto: produtos feitos de plásticos reciclados, principalmente preto, têm maior probabilidade de conter retardantes de chamas;
  • Lavar as mãos frequentemente: isso reduz a ingestão de partículas químicas que podem se acumular em poeira ou superfícies contaminadas;
  • Investir em marcas confiáveis: pesquise e prefira fabricantes que sejam transparentes sobre a composição dos seus produtos.

Vacinas contra covid-19 serão enviadas até hoje para todo o Brasil


Saúde vai distribuir 1,5 milhão de doses da vacina Serum

Tâmara Freire – Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro
Vacinação de adultos contra covid-19 na Unidade Básica de Saúde - UBS Brás.
© Rovena Rosa/Agência Brasil
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Novo lote de vacinas contra covid-19 será entregue a todos os estados e ao Distrito Federal, até esta terça-feira (10). São cerca de 1,5 milhão de doses da vacina Serum, que tem eficácia comprovada de  90% contra casos sintomáticos em adultos. 

Elas fazem parte de um lote de quase 70 milhões doses adquiridas pelo Ministério da Saúde em um pregão eletrônico para manter os estoques do Sistema Único de Saúde abastecidos por dois anos. O Programa Nacional de Imunizações espera distribuir pelo país novas remessas nas próximas semanas, totalizando 5 milhões de doses entregas até o fim do mês.

Além de ter apresentado bons resultados nos testes de eficácia e segurança, a vacina produzida pela Zálika Farmacêutica tem maior prazo de validade, e pode ser transportada e conservada de forma mais simples. O imunizante foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para aplicação em pessoas acima de 12 anos. Por isso, as crianças continuarão recebendo o imunizante produzido pela Pfizer.

O Ministério da Saúde também está aproveitando as novas entregas para enviar um documento aos estados com orientações sobre a estratégia atual de vacinação contra a covid-19. Desde o começo do ano, a vacina faz parte do calendário básico das crianças. Além disso, ainda é recomendada a vacinação de gestantes, e reforços periódicos para idosos e pessoas que fazem parte de grupos vulneráveis.

As crianças devem receber a primeira dose a partir dos seis meses de idade, e a segunda deve ser tomada quatro semanas depois. Esse esquema básico vale para todas com menos de 5 anos e depois disso é preciso tomar uma dose de reforço. Já as gestantes devem receber uma dose durante a gestação, e caso isso não aconteça, precisam se vacinar durante o puerpério.

Os idosos com mais de 60 anos devem reforçar a vacinação a cada seis meses, assim como todas as pessoas com mais de 5 anos que tenham alguma imunodeficiência.

Os demais grupos prioritários, como indígenas e quilombolas, pessoas com deficiências ou comorbidades, ou ainda aquelas que estão privadas de liberdade, devem receber uma dose anual.

Edição: Maria Claudia


Câncer de pele gera R$ 4,6 mi em custos hospitalares em quase 2 anos


SUS registrou nesse período 2,83 atendimentos da doença no país

Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil
Brasília
câncer de pele
© Marcello Casal JrAgência Brasil
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Entre janeiro de 2023 e outubro deste ano, o custo das internações no Brasil por melanoma – considerado o tipo de câncer de pele mais agressivo – chegou a R$ 4,6 milhões. O levantamento, feito pela Planisa em parceria com o DRG Brasil, analisou 2.537 altas hospitalares em unidades públicas e privadas do país com permanência média de 1,9 dia. 

A pesquisa revela que a faixa etária predominante, nesses casos, foi de pacientes com idade entre 60 e 69 anos (26,30%), seguida pelo grupo de 70 a 79 anos (25,14%). Já a distribuição por gênero ficou equilibrada, com 50,61% de mulheres e 49,39% de homens.

O levantamento faz ainda uma análise da complexidade assistencial das altas. Os números mostram que 89% delas ocorreram no nível 1 de severidade, indicando baixa complexidade clínica. Apenas 6,9%, 1,42% e 1,66% foram classificados nos níveis 2, 3 e 4, respectivamente, faixas que demandam maior cuidado e recursos.

Além disso, 37,68% dos pacientes foram atendidos em hospital-dia por um período de até 12 horas e 14,62%, por um período entre 12 e 24. De acordo com o estudo, os dados reforçam a importância de triagens eficazes para direcionar casos menos graves à atenção primária ou ambulatórios especializados, otimizando recursos hospitalares para pacientes de alta complexidade.

SUS

Segundo o Ministério da Saúde, no Sistema Único de Saúde (SUS), foram registrados 28.354 atendimentos relacionados ao câncer de pele do tipo melanoma entre janeiro de 2023 e julho de 2024.

Desse total, 10.298 foram cirurgias oncológicas — 6.276 em 2023 e 4.022 entre janeiro e julho de 2024; 8.107 foram quimioterapias — 5.113 em 2023 e 2.994 entre janeiro e julho deste ano; e 9.949 foram radioterapias — 5.994 no ano passado e 3.955 entre janeiro e julho de 2024.

Já em relação ao câncer de pele não melanoma, foram registrados, no mesmo período, 110.526 atendimentos, sendo 99.713 cirurgias oncológicas — 59.345 em 2023 e 40.368 entre janeiro e julho de 2024; 1.192 quimioterapias — 729 em 2023 e 463 entre janeiro e julho deste ano; e 9.621 radioterapias — 5.758 em 2023 e 3.863 de janeiro a julho de 2024.