Padre é assassinado a facadas e marteladas durante roubo

Suspeitos foram presos e confessaram o crime; religioso estava desaparecido Por Andrêzza Moura Padre foi morto dentro de casa – Foto: Reprodução Após desaparecer na sexta-feira, 14, o padre Alexsandro da Silva Lima, 44 anos, foi encontrado morto neste sábado, 15, na cidade de Dourados, no Mato Grosso do Sul. O corpo estava enrolado em … Leia Mais


Fraudes no INSS: ex-ministro de Bolsonaro e deputados são alvos da PF

José Carlos Oliveira comandou o Ministério da Previdência em 202 Alex Rodrigues – Repórter da Agência Brasil Brasília © Policia Federal/divulgação Versão em áudio Além de prender o ex-presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Alessandro Stefanutto, a nova etapa da Operação Sem Desconto, que a Polícia Federal (PF) e a Controladoria-Geral da União (CGU) … Leia Mais




Ex-funcionária de hospital na Bahia é presa por aplicar golpes em pacientes

Um jovem de 24 anos, apontado como cúmplice, também foi detido Por Redação A prisão ocorreu durante a Operação Panaceia – Foto: Pedro Moraes / Ascom PCBA Uma ex-funcionária de uma unidade hospitalar de Feira de Santana foi presa na manhã desta quinta-feira, 7, suspeita de aplicar golpes em pacientes que ultrapassam R$ 45 mil. Um jovem de 24 anos, apontado … Leia Mais


Policial Civil é suspeito de integrar quadrilha de fraudes bancárias


Fraudes cometidas contra a Caixa Econômica Federal e outras instituições bancárias

Por Redação

Investigação é desdobramento da operação “Fake Front”, deflagrada em maio de 2024
Investigação é desdobramento da operação “Fake Front”, deflagrada em maio de 2024 –

Um policial civil está sendo investigado pela Polícia Federal, após suspeita de integrar uma quadrilha acusada de aplicar fraudes bancárias.

A investigação faz parte da operação ‘Segunda Camada’, realizada pela Polícia Federal Federal, nesta quinta-feira, 7, com o objetivo de cumprir mandados judiciais decorrentes de investigação relativa a fraudes cometidas contra a Caixa Econômica Federal e outras instituições bancárias.

A ação é um desdobramento da operação “Fake Front”, deflagrada em maio de 2024, na qual se investigou um grupo responsável pela abertura de 21 contas bancárias em agências da Caixa Econômica Federal, em Feira de Santana e em Brasília-DF, com a utilização de documentos falsos, com o único intuito de obter recursos através de empréstimos fraudulentos, causando um prejuízo que ultrapassa a cifra de R$ 1 milhão para as instituições bancárias envolvidas.

Com a análise do material apreendido na primeira fase da operação, identificou-se uma segunda camada do grupo criminoso que dava suporte nas fraudes, com participação de um policial civil e de pessoas que atuavam cooptando gerentes de instituições bancárias para prestar auxílio ao grupo, com informações sigilosas e facilitando as fraudes.

Estão sendo cumpridos quatro mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão preventiva, na cidade de Feira de Santana de Santana, além de um mandado de suspensão de exercício de função para um gerente de instituição bancária e bloqueio de valores de contas bancárias dos investigados.

Os investigados irão responder pelos crimes de associação criminosa e estelionato.


Pastor é preso por realizar hipnose para estuprar fiéis durante cultos


Vítimas eram meninos adolescentes

Por Redação

O regilioso também realizava cultos em um banheiro de uma igreja para atrair os adolescentes e cometer os abusos
O regilioso também realizava cultos em um banheiro de uma igreja para atrair os adolescentes e cometer os abusos – 

Um pastor de 49 anos foi preso por estuprar meninos adolescentes em Anchieta, Sul do Espírito Santo. Segundo a Polícia Civil, ele é suspeito de usar artifícios religiosos e sessões de hipnose para abusar sexualmente das vítimas.

O regilioso também realizava cultos em um banheiro de uma igreja para atrair os adolescentes e cometer os abusos.

Investigações

As investigações iniciaram em setembro de 2024, após a mãe de uma das vítimas registrar um Boletim de Ocorrência.

“O suspeito apresentava um modus operandi específico, utilizando artifícios religiosos para enganar as vítimas. Ele realizava cultos e sessões de hipnose em diferentes locais: em três casos, na sua residência, e em um deles, no banheiro de uma igreja local. Durante esses encontros, o homem dizia que realizaria ‘curas’ e submetia os jovens a sessões de hipnose. Explorando o estado de vulnerabilidade das vítimas durante a hipnose, os abusos ocorriam”, explicou a delegada Luiza Jacob, da 10ª Delegacia Regional de Anchieta.

A prisão aconteceu na manhã de sexta-feira, 25, no distrito de Maimbá, em Anchieta, em cumprimento a um mandado de prisão preventiva relacionado ao crime de estupro de vulnerável, expedido pela 2ª Vara Criminal da Comarca de Anchieta.

O suspeito foi encaminhado ao sistema prisional, onde permanece à disposição da Justiça.

 


Mulher trans é morta com 30 tiros dentro de casa em João Pessoa


Cinco homens armados se passaram por policiais e invadiram a residência da vítima

Imagem colorida, Mulher trans é morta com 30 tiros dentro de casa em João Pessoa- Metrópoles

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Uma mulher trans, conhecida como Duda, foi morta a tiros no início da manhã desta terça-feira (22/7) no município de Bayeux, na Região Metropolitana de João Pessoa (PB). O crime ocorreu dentro da residência da vítima.

De acordo com os policiais que atenderam a ocorrência, cinco suspeitos chegaram ao local e se identificaram como agentes de segurança. Eles arrombaram os cadeados de uma grade instalada na porta da casa e invadiram o imóvel. Duda foi executada com vários disparos de arma de fogo ainda dentro da residência.

 


Jornalista denunciado por ‘golpe do PIX’ viraliza nas redes após receber ‘lembrança’ da Polícia Civil da Bahia; entenda


Marcelo Castro é apontado como um dos responsáveis pelo desvio de mais de R$ 400 mil em doações feitas por telespectadores. Internautas criticam entrega de símbolo da corporação.

Por g1 BA e TV Bahia
Jornalista denunciado por 'golpe do PIX' recebe moeda da Polícia Civil da Bahia e gesto viraliza nas redes — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Jornalista denunciado por ‘golpe do PIX’ recebe moeda da Polícia Civil da Bahia e gesto viraliza nas redes — Foto: Reprodução/Redes Sociais

O jornalista Marcelo Castro, denunciado como um dos responsáveis pelo “golpe do PIX” ocorrido na Record Bahia, em Salvador, viralizou nas redes sociais, nesta semana, após receber uma moeda institucional da Polícia Civil da Bahia (PC-BA). A “lembrança”, como a autoridade policial classificou o gesto, foi entregue na última sexta-feira (11) durante visita do delegado-geral, André Viana, ao “Alô, Juca”, programa apresentado pelo jornalista na TV Aratu.

Na ocasião, o apresentador chegou a gravar um vídeo agradecendo o presente. Mas internautas criticaram a situação.

“O cara sendo investigado… Se é inocente ou culpado eu não sei, mas recebe uma moeda institucional da Polícia Civil. Só na Bahia mesmo”, escreveu um homem nas redes sociais. “Só na Bahia mesmo para um cidadão que está sendo investigado por um desvio de doações receber uma homenagem”, escreveu outro.

Em nota, a Polícia Civil (PC) informou que a entrega da moeda institucional é um ato de cortesia realizado “de forma pontual” em visitas. A corporação pontuou ainda que a “lembrança” foi entregue a todos os gestores e representantes dos veículos de imprensa visitados pelo delegado-geral.

g1 também procurou a defesa do jornalista, mas não teve retorno até a última atualização desta reportagem.

Além de Marcelo Castro, o também jornalista Jamerson Oliveira e outras 10 pessoas são acusadas pelo Ministério Público do estado (MP-BA) por associação criminosa, apropriação indébita e lavagem de dinheiro.

As investigações mostram que mais de R$ 400 mil, que seriam para doações, foram desviados pelo grupo. Atualmente, o caso está em audiência de instrução, com a presença dos jornalistas. O caso corre em segredo de Justiça.

Jornalistas Jamerson Oliveira e Marcelo Castro — Foto: Reprodução/Redes sociais

Jornalistas Jamerson Oliveira e Marcelo Castro — Foto: Reprodução/Redes sociais

Segundo a denúncia do MP-BA, Marcelo Castro, que trabalhava no programa Balanço Geral, da TV Record Bahia, fazia entrevistas ao vivo com pessoas em estado de vulnerabilidade social que pediam ajuda por meio de doações em dinheiro.

Durante a apresentação, os telespectadores eram orientados a fazer doação através de uma chave PIX que aparecia na tela da TV, mas o número não era da vítima, nem da empresa de televisão, mas, sim, de um dos integrantes do esquema criminoso.

O MP-BA aponta que o repórter, que também atuava como apresentador, e Jamerson Oliveira, então editor chefe do programa, eram líderes do esquema.

Relembre o caso

 

Polícia Civil investiga 'Golpe do Pix' em Salvador

Polícia Civil investiga ‘Golpe do Pix’ em Salvador

A suspeita de desvio veio à tona em março de 2023 após uma denúncia informal feita à Record. A emissora logo iniciou uma investigação interna, identificou casos semelhantes, acionou a Polícia Civil e demitiu os profissionais envolvidos.

As investigações apontaram que não havia uma chave de PIX usada em todos os crimes cometidos. O grupo alternava contas de nove denunciados, as vezes mais de uma durante o mesmo episódio.

Abaixo, entenda o que se sabe sobre a denúncia:

1. Qual a denúncia contra os suspeitos?

 

denúncia foi oferecida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas e Investigações Criminais (Gaeco) do MP-BA à 9ª Vara Criminal da Comarca de Salvador no dia 9 de agosto. Os suspeitos são acusados de apropriação indébita, lavagem de dinheiro e associação criminosa.

Para o juiz titular da 9ª Vara, Eduardo Afonso Maia Caricchio, trata-se não apenas de uma associação, como o MP-BA sugeriu, mas sim de uma organização criminosa, pois a estrutura complexa do grupo inclui hierarquização. De acordo com o magistrado, o grupo se articulava de forma muito ordenada e caracterizada pela divisão de tarefas.

Por isso, ele remeteu os autos à Vara dos Feitos Relativos a Delitos Praticados por Organização Criminosa da capital baiana no dia 12 de agosto. No dia 30 daquele mês, o juiz da Vara dos Feitos Relativos a Delitos de Organização Criminosa de Salvador, Cidval Santos Sousa Filho, aceitou a denúncia, tornando os 12 acusados réus no processo.

2. Quem são os suspeitos?

 

A investigação apontou para 12 pessoas como membros da organização criminosa. São elas:

  • Alessandra Silva Oliveira de Jesus, 21 anos
  • Carlos Eduardo do Sacramento Marques Santiago de Jesus, 29 anos
  • Daniele Cristina da Silva Monteiro, 27 anos
  • Débora Cristina da Silva, 27 anos
  • Eneida Sena Couto, 58 anos
  • Gerson Santos Santana Junior, 34 anos
  • Jakson da Silva de Jesus, 21 anos
  • Jamerson Birindiba Oliveira, 29 anos
  • Lucas Costa Santos, 26 anos
  • Marcelo Valter Amorim Matos Lyrio Castro, 36 anos
  • Rute Cruz da Costa, 51 anos
  • Thais Pacheco da Costa, 27 anos
  • Os jornalistas Marcelo Castro e Jamerson Oliveira seriam líderes do grupo, conforme denúncia do MP. Eles e o suspeito Lucas Costa Santos estariam envolvidos em todos os casos de desvios.

    Como repórter, Castro entrevistava as vítimas, narrando os dramas e pedindo doações. Nesses momentos, ele informava o número de uma chave PIX, que aparecia na tela para que as pessoas fizessem suas contribuições. O MP-BA aponta que ele fazia isso mesmo sabendo que as contas indicadas não pertenciam aos entrevistados, e sim a terceiros.

    Jamerson, então editor-chefe do programa, era responsável pela transmissão. Na função, ele autorizava a inserção e a exibição da chave PIX destinada ao recebimento das doações, também ciente de que pertencia a um dos integrantes do grupo criminoso.

    Já Lucas seria um dos operadores, identificando casos para serem exibidos na televisão. Ele foi responsável por cooptar os outros participantes do esquema e obteve com eles as contas bancárias para receberem os valores doados pelos telespectadores.

    Todos os envolvidos no esquema tinham algum tipo de relação familiar com Lucas, exceto Jamerson e Castro. O operador é filho de Rute, companheiro de Thais, primo de Alessandra, Débora, Daniele e Gerson. Esse último é filho de Eneida e companheiro de Débora.

    Juntas, essas 12 pessoas teriam se apropriado indevidamente da maior parte das doações, e destinado aos donatários “uma ínfima quantia” dentre o total arrecadado. Em seguida, eles teriam dividido entre si valores proporcionais à atuação e liderança dentro do grupo.

    3. Quem eram as vítimas?

     

    O inquérito policial contabilizou 12 casos de desvios, todos eles com participações “efetivas e estáveis” dos jornalistas e de Lucas. Os suspeitos foram indiciados pela Polícia Civil em julho de 2023.

    As vítimas do golpe eram cidadãos em situação vulnerável, por problemas de saúde ou financeiros. Elas participavam de reportagens do telejornal, contando suas histórias. O programa, então, divulgava um suposto PIX da produção como forma de ajudá-las.

    O objetivo era angariar doações dos telespectadores, que deveriam ser integralmente repassadas às pessoas necessitadas. Mas, segundo a investigação do MP-BA, a maior parte do valor arrecadado era desviada pelos suspeitos.

    O Gaeco destaca que as vítimas acreditavam que a chave PIX informada era de titularidade da emissora ou de alguém ligado ao programa, porque essa era a informação repassada por Marcelo Castro quando era questionado por alguém.

    Sem acesso à informação do montante efetivamente arrecadado, elas satisfaziam-se com os valores recebidos. Só tomaram conhecimento da fraude quando os fatos foram divulgados na imprensa.

    4. Como o caso foi descoberto?

     

    O caso veio à tona em março do ano passado por conta da desconfiança de um jogador de futebol. Interessado em doar dinheiro para a família de uma criança que enfrentava problemas de saúde, ele estranhou a diferença entre a conta exibida na transmissão, no dia 28 de fevereiro, e a indicada para a doação nos bastidores. Ao simular uma transação, foi constatada a divergência na titularidade das contas.

    Marcelo Castro apresentando a reportagem no dia 28 de fevereiro de 2023 — Foto: Divulgação/MP-BA

    Marcelo Castro apresentando a reportagem no dia 28 de fevereiro de 2023 — Foto: Divulgação/MP-BA

    “Ele descobriu que aquela chave PIX era de uma pessoa que desenvolvia a atividade de rifeiro. Como ele queria fazer essa doação, desconfiou e conseguiu o telefone da mãe da criança com câncer. Foi feito um acerto de que doação seria feita diretamente para ela, não para aquela chave”, contou o delegado Charles Leão, responsável pelas investigações na Polícia Civil, meses atrás.

    O jogador relatou esse fato à emissora, que conduziu uma apuração interna e identificou outros casos semelhantes. A Record Bahia, então, levou a situação à polícia e demitiu os jornalistas envolvidos.

    5. Quanto foi desviado?

     

    O Gaeco aponta que, durante todo o período da fraude, o grupo arrecadou R$ 543.089,66 em doações. Desse total, apenas 25% foi repassado às vítimas, o que equivale a R$ 135.945,71. Ou seja, o grupo teria desviado R$ 407.143,78.

    O caso considerado o estopim para a descoberta da ação criminosa foi a história de uma criança que sofria com tumores na cabeça e na barriga. A reportagem exibida em fevereiro de 2023 afirmava que os medicamentos custavam em torno de R$ 73 mil e não eram fornecidos pelo Serviço Único de Saúde (SUS).

    A situação sensibilizou o público, que somou R$ 109.569,63 em doações, além do montante de R$ 70 mil já repassado pelo jogador de futebol. Do total, R$ 69.533,53 teriam sido apropriados indevidamente pelo grupo suspeito, com apenas R$ 40.036,10 repassados à família.

    6. O que dizem os denunciados?

     

    Castro e Jamerson não se manifestaram publicamente sobre o caso. O advogado Marcus Rodrigues, que representa os dois, defendeu a inocência de seus clientes em contato com o g1.

    “A denúncia foi ofertada, mas a mesma ainda não foi recebida pela Justiça. Por tais motivos, deveremos ter cautela nas informações que são passadas, até porque “as provas” colhidas na fase inquisitorial não passaram por diversos princípios processuais e constitucionais penais e constitucionais. A defesa continua, veemente, arguindo a inocência dos seus assistidos, por ser de mais lídima justiça”.

    g1 não conseguiu contato com a defesa dos demais suspeitos.

    Segunda audiência do 'Golpe do Pix' acontece nesta quinta-feira (13)

    Segunda audiência do ‘Golpe do Pix’ acontece nesta quinta-feira (13)

     


“Sangue Oculto”: policial civil é suspeito de orquestrar chacinana Bahia


morreram seis homens e duas mulheres. Entre as vítimas estavam três adolescentes, sendo a mais nova com apenas 13 anos

MPBA/Divulgação
"Sangue Oculto": policial civil é suspeito de orquestrar chacina

Dois mandados de busca e apreensão foram cumpridos nesta sexta-feira (11/7) nas cidades de Itatim e Itaberaba, na Chapada Diamantina, em endereços ligados a um policial civil suspeito de envolvimento na idealização, planejamento e execução de uma chacina que resultou na morte de oito pessoas, incluindo adolescentes, em julho de 2023.

A operação é um desdobramento da segunda fase da “Sangue Oculto”, deflagrada pelo Ministério Público da Bahia (MPBA) e conduzida pelo Grupo de Atuação Especial Operacional de Segurança Pública (Geosp).

O caso investigado ocorreu no dia 30 de julho de 2023, no Morro do Tigre, zona rural de Itatim, durante uma abordagem feita por policiais da Rondesp Chapada.

Na ocasião, morreram seis homens e duas mulheres. Entre as vítimas estavam três adolescentes, sendo a mais nova com apenas 13 anos.

O policial civil investigado não teve o nome revelado. Os mandados foram cumpridos em sua residência e no local de trabalho. Foram apreendidos um celular e outros dispositivos eletrônicos que serão analisados no curso da investigação.

Na primeira fase da operação, deflagrada em junho de 2024, o MP já havia apontado fortes indícios de que as vítimas foram executadas e que a cena do crime foi adulterada por policiais militares envolvidos. Com base nessas evidências, a Justiça determinou o afastamento dos agentes da Rondesp Chapada que participaram da operação.

Também foram realizadas apreensões de celulares, documentos e armas em diversas cidades, incluindo Salvador, Feira de Santana, Itaberaba, Iaçu e Castro Alves.

A versão inicial apresentada pelas forças de segurança tratava o caso como resultado de confronto armado entre suspeitos e policiais. No entanto, perícias e provas técnicas levantadas ao longo das investigações sugerem o oposto: que houve execução sumária e manipulação da cena do crime.