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Policial Civil é suspeito de integrar quadrilha de fraudes bancárias

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Pastor é preso por realizar hipnose para estuprar fiéis durante cultos

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Mulher trans é morta com 30 tiros dentro de casa em João Pessoa

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Jornalista denunciado por ‘golpe do PIX’ viraliza nas redes após receber ‘lembrança’ da Polícia Civil da Bahia; entenda


Marcelo Castro é apontado como um dos responsáveis pelo desvio de mais de R$ 400 mil em doações feitas por telespectadores. Internautas criticam entrega de símbolo da corporação.

Por g1 BA e TV Bahia
Jornalista denunciado por 'golpe do PIX' recebe moeda da Polícia Civil da Bahia e gesto viraliza nas redes — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Jornalista denunciado por ‘golpe do PIX’ recebe moeda da Polícia Civil da Bahia e gesto viraliza nas redes — Foto: Reprodução/Redes Sociais

O jornalista Marcelo Castro, denunciado como um dos responsáveis pelo “golpe do PIX” ocorrido na Record Bahia, em Salvador, viralizou nas redes sociais, nesta semana, após receber uma moeda institucional da Polícia Civil da Bahia (PC-BA). A “lembrança”, como a autoridade policial classificou o gesto, foi entregue na última sexta-feira (11) durante visita do delegado-geral, André Viana, ao “Alô, Juca”, programa apresentado pelo jornalista na TV Aratu.

Na ocasião, o apresentador chegou a gravar um vídeo agradecendo o presente. Mas internautas criticaram a situação.

“O cara sendo investigado… Se é inocente ou culpado eu não sei, mas recebe uma moeda institucional da Polícia Civil. Só na Bahia mesmo”, escreveu um homem nas redes sociais. “Só na Bahia mesmo para um cidadão que está sendo investigado por um desvio de doações receber uma homenagem”, escreveu outro.

Em nota, a Polícia Civil (PC) informou que a entrega da moeda institucional é um ato de cortesia realizado “de forma pontual” em visitas. A corporação pontuou ainda que a “lembrança” foi entregue a todos os gestores e representantes dos veículos de imprensa visitados pelo delegado-geral.

g1 também procurou a defesa do jornalista, mas não teve retorno até a última atualização desta reportagem.

Além de Marcelo Castro, o também jornalista Jamerson Oliveira e outras 10 pessoas são acusadas pelo Ministério Público do estado (MP-BA) por associação criminosa, apropriação indébita e lavagem de dinheiro.

As investigações mostram que mais de R$ 400 mil, que seriam para doações, foram desviados pelo grupo. Atualmente, o caso está em audiência de instrução, com a presença dos jornalistas. O caso corre em segredo de Justiça.

Jornalistas Jamerson Oliveira e Marcelo Castro — Foto: Reprodução/Redes sociais

Jornalistas Jamerson Oliveira e Marcelo Castro — Foto: Reprodução/Redes sociais

Segundo a denúncia do MP-BA, Marcelo Castro, que trabalhava no programa Balanço Geral, da TV Record Bahia, fazia entrevistas ao vivo com pessoas em estado de vulnerabilidade social que pediam ajuda por meio de doações em dinheiro.

Durante a apresentação, os telespectadores eram orientados a fazer doação através de uma chave PIX que aparecia na tela da TV, mas o número não era da vítima, nem da empresa de televisão, mas, sim, de um dos integrantes do esquema criminoso.

O MP-BA aponta que o repórter, que também atuava como apresentador, e Jamerson Oliveira, então editor chefe do programa, eram líderes do esquema.

Relembre o caso

 

Polícia Civil investiga 'Golpe do Pix' em Salvador

Polícia Civil investiga ‘Golpe do Pix’ em Salvador

A suspeita de desvio veio à tona em março de 2023 após uma denúncia informal feita à Record. A emissora logo iniciou uma investigação interna, identificou casos semelhantes, acionou a Polícia Civil e demitiu os profissionais envolvidos.

As investigações apontaram que não havia uma chave de PIX usada em todos os crimes cometidos. O grupo alternava contas de nove denunciados, as vezes mais de uma durante o mesmo episódio.

Abaixo, entenda o que se sabe sobre a denúncia:

1. Qual a denúncia contra os suspeitos?

 

denúncia foi oferecida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas e Investigações Criminais (Gaeco) do MP-BA à 9ª Vara Criminal da Comarca de Salvador no dia 9 de agosto. Os suspeitos são acusados de apropriação indébita, lavagem de dinheiro e associação criminosa.

Para o juiz titular da 9ª Vara, Eduardo Afonso Maia Caricchio, trata-se não apenas de uma associação, como o MP-BA sugeriu, mas sim de uma organização criminosa, pois a estrutura complexa do grupo inclui hierarquização. De acordo com o magistrado, o grupo se articulava de forma muito ordenada e caracterizada pela divisão de tarefas.

Por isso, ele remeteu os autos à Vara dos Feitos Relativos a Delitos Praticados por Organização Criminosa da capital baiana no dia 12 de agosto. No dia 30 daquele mês, o juiz da Vara dos Feitos Relativos a Delitos de Organização Criminosa de Salvador, Cidval Santos Sousa Filho, aceitou a denúncia, tornando os 12 acusados réus no processo.

2. Quem são os suspeitos?

 

A investigação apontou para 12 pessoas como membros da organização criminosa. São elas:

  • Alessandra Silva Oliveira de Jesus, 21 anos
  • Carlos Eduardo do Sacramento Marques Santiago de Jesus, 29 anos
  • Daniele Cristina da Silva Monteiro, 27 anos
  • Débora Cristina da Silva, 27 anos
  • Eneida Sena Couto, 58 anos
  • Gerson Santos Santana Junior, 34 anos
  • Jakson da Silva de Jesus, 21 anos
  • Jamerson Birindiba Oliveira, 29 anos
  • Lucas Costa Santos, 26 anos
  • Marcelo Valter Amorim Matos Lyrio Castro, 36 anos
  • Rute Cruz da Costa, 51 anos
  • Thais Pacheco da Costa, 27 anos
  • Os jornalistas Marcelo Castro e Jamerson Oliveira seriam líderes do grupo, conforme denúncia do MP. Eles e o suspeito Lucas Costa Santos estariam envolvidos em todos os casos de desvios.

    Como repórter, Castro entrevistava as vítimas, narrando os dramas e pedindo doações. Nesses momentos, ele informava o número de uma chave PIX, que aparecia na tela para que as pessoas fizessem suas contribuições. O MP-BA aponta que ele fazia isso mesmo sabendo que as contas indicadas não pertenciam aos entrevistados, e sim a terceiros.

    Jamerson, então editor-chefe do programa, era responsável pela transmissão. Na função, ele autorizava a inserção e a exibição da chave PIX destinada ao recebimento das doações, também ciente de que pertencia a um dos integrantes do grupo criminoso.

    Já Lucas seria um dos operadores, identificando casos para serem exibidos na televisão. Ele foi responsável por cooptar os outros participantes do esquema e obteve com eles as contas bancárias para receberem os valores doados pelos telespectadores.

    Todos os envolvidos no esquema tinham algum tipo de relação familiar com Lucas, exceto Jamerson e Castro. O operador é filho de Rute, companheiro de Thais, primo de Alessandra, Débora, Daniele e Gerson. Esse último é filho de Eneida e companheiro de Débora.

    Juntas, essas 12 pessoas teriam se apropriado indevidamente da maior parte das doações, e destinado aos donatários “uma ínfima quantia” dentre o total arrecadado. Em seguida, eles teriam dividido entre si valores proporcionais à atuação e liderança dentro do grupo.

    3. Quem eram as vítimas?

     

    O inquérito policial contabilizou 12 casos de desvios, todos eles com participações “efetivas e estáveis” dos jornalistas e de Lucas. Os suspeitos foram indiciados pela Polícia Civil em julho de 2023.

    As vítimas do golpe eram cidadãos em situação vulnerável, por problemas de saúde ou financeiros. Elas participavam de reportagens do telejornal, contando suas histórias. O programa, então, divulgava um suposto PIX da produção como forma de ajudá-las.

    O objetivo era angariar doações dos telespectadores, que deveriam ser integralmente repassadas às pessoas necessitadas. Mas, segundo a investigação do MP-BA, a maior parte do valor arrecadado era desviada pelos suspeitos.

    O Gaeco destaca que as vítimas acreditavam que a chave PIX informada era de titularidade da emissora ou de alguém ligado ao programa, porque essa era a informação repassada por Marcelo Castro quando era questionado por alguém.

    Sem acesso à informação do montante efetivamente arrecadado, elas satisfaziam-se com os valores recebidos. Só tomaram conhecimento da fraude quando os fatos foram divulgados na imprensa.

    4. Como o caso foi descoberto?

     

    O caso veio à tona em março do ano passado por conta da desconfiança de um jogador de futebol. Interessado em doar dinheiro para a família de uma criança que enfrentava problemas de saúde, ele estranhou a diferença entre a conta exibida na transmissão, no dia 28 de fevereiro, e a indicada para a doação nos bastidores. Ao simular uma transação, foi constatada a divergência na titularidade das contas.

    Marcelo Castro apresentando a reportagem no dia 28 de fevereiro de 2023 — Foto: Divulgação/MP-BA

    Marcelo Castro apresentando a reportagem no dia 28 de fevereiro de 2023 — Foto: Divulgação/MP-BA

    “Ele descobriu que aquela chave PIX era de uma pessoa que desenvolvia a atividade de rifeiro. Como ele queria fazer essa doação, desconfiou e conseguiu o telefone da mãe da criança com câncer. Foi feito um acerto de que doação seria feita diretamente para ela, não para aquela chave”, contou o delegado Charles Leão, responsável pelas investigações na Polícia Civil, meses atrás.

    O jogador relatou esse fato à emissora, que conduziu uma apuração interna e identificou outros casos semelhantes. A Record Bahia, então, levou a situação à polícia e demitiu os jornalistas envolvidos.

    5. Quanto foi desviado?

     

    O Gaeco aponta que, durante todo o período da fraude, o grupo arrecadou R$ 543.089,66 em doações. Desse total, apenas 25% foi repassado às vítimas, o que equivale a R$ 135.945,71. Ou seja, o grupo teria desviado R$ 407.143,78.

    O caso considerado o estopim para a descoberta da ação criminosa foi a história de uma criança que sofria com tumores na cabeça e na barriga. A reportagem exibida em fevereiro de 2023 afirmava que os medicamentos custavam em torno de R$ 73 mil e não eram fornecidos pelo Serviço Único de Saúde (SUS).

    A situação sensibilizou o público, que somou R$ 109.569,63 em doações, além do montante de R$ 70 mil já repassado pelo jogador de futebol. Do total, R$ 69.533,53 teriam sido apropriados indevidamente pelo grupo suspeito, com apenas R$ 40.036,10 repassados à família.

    6. O que dizem os denunciados?

     

    Castro e Jamerson não se manifestaram publicamente sobre o caso. O advogado Marcus Rodrigues, que representa os dois, defendeu a inocência de seus clientes em contato com o g1.

    “A denúncia foi ofertada, mas a mesma ainda não foi recebida pela Justiça. Por tais motivos, deveremos ter cautela nas informações que são passadas, até porque “as provas” colhidas na fase inquisitorial não passaram por diversos princípios processuais e constitucionais penais e constitucionais. A defesa continua, veemente, arguindo a inocência dos seus assistidos, por ser de mais lídima justiça”.

    g1 não conseguiu contato com a defesa dos demais suspeitos.

    Segunda audiência do 'Golpe do Pix' acontece nesta quinta-feira (13)

    Segunda audiência do ‘Golpe do Pix’ acontece nesta quinta-feira (13)

     


“Sangue Oculto”: policial civil é suspeito de orquestrar chacinana Bahia


morreram seis homens e duas mulheres. Entre as vítimas estavam três adolescentes, sendo a mais nova com apenas 13 anos

MPBA/Divulgação
"Sangue Oculto": policial civil é suspeito de orquestrar chacina

Dois mandados de busca e apreensão foram cumpridos nesta sexta-feira (11/7) nas cidades de Itatim e Itaberaba, na Chapada Diamantina, em endereços ligados a um policial civil suspeito de envolvimento na idealização, planejamento e execução de uma chacina que resultou na morte de oito pessoas, incluindo adolescentes, em julho de 2023.

A operação é um desdobramento da segunda fase da “Sangue Oculto”, deflagrada pelo Ministério Público da Bahia (MPBA) e conduzida pelo Grupo de Atuação Especial Operacional de Segurança Pública (Geosp).

O caso investigado ocorreu no dia 30 de julho de 2023, no Morro do Tigre, zona rural de Itatim, durante uma abordagem feita por policiais da Rondesp Chapada.

Na ocasião, morreram seis homens e duas mulheres. Entre as vítimas estavam três adolescentes, sendo a mais nova com apenas 13 anos.

O policial civil investigado não teve o nome revelado. Os mandados foram cumpridos em sua residência e no local de trabalho. Foram apreendidos um celular e outros dispositivos eletrônicos que serão analisados no curso da investigação.

Na primeira fase da operação, deflagrada em junho de 2024, o MP já havia apontado fortes indícios de que as vítimas foram executadas e que a cena do crime foi adulterada por policiais militares envolvidos. Com base nessas evidências, a Justiça determinou o afastamento dos agentes da Rondesp Chapada que participaram da operação.

Também foram realizadas apreensões de celulares, documentos e armas em diversas cidades, incluindo Salvador, Feira de Santana, Itaberaba, Iaçu e Castro Alves.

A versão inicial apresentada pelas forças de segurança tratava o caso como resultado de confronto armado entre suspeitos e policiais. No entanto, perícias e provas técnicas levantadas ao longo das investigações sugerem o oposto: que houve execução sumária e manipulação da cena do crime.

 


PF apura desvio de recursos públicos e fraudes em licitações no Ceará


Bloqueados R$ 54,6 milhões em contas de pessoas físicas e jurídicas

Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil
Brasília
02/06/2023 - Brasília - A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira (2) uma operação para reprimir a pornografia infantil. Foto: Polícia Federal/ Divulgação
© SECOMP
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A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta terça-feira (8) a Operação Underhand, que investiga organização criminosa suspeita de desviar recursos públicos por meio de fraudes em processos licitatórios e contratuais.

Em nota, a corporação informou que foram cumpridos 15 mandados de busca e apreensão expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em Fortaleza e Brasília e nos municípios cearenses de Nova Russas, Eusébio, Canindé e Baixio.

Segundo a PF, o núcleo investigado é suspeito de articular o direcionamento de verbas públicas para municípios cearenses mediante contrapartidas financeiras ilícitas, além de influenciar procedimentos licitatórios por meio de empresas vinculadas ao grupo.

Bloqueados R$ 54,6 milhões

Ainda de acordo com o comunicado, foi determinado o bloqueio de R$ 54,6 milhões em contas bancárias de pessoas físicas e jurídicas investigadas, “com o objetivo de interromper a movimentação de valores de origem ilícita e preservar ativos para eventual reparação ao erário”.

“As condutas investigadas envolvem os crimes de organização criminosa, captação ilícita de sufrágio, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica com fim eleitoral”, concluiu a corporação.

A investigação conta com apoio técnico da Controladoria-Geral da União (CGU).


Turista é morto durante tentativa de assalto em destino turístico da Bahia


A vítima dirigia um carro onde estavam duas mulheres, duas crianças e dois homens

Por Redação

Aeroporto de Porto Seguro, na Bahia
Aeroporto de Porto Seguro, na Bahia – 
Um turista de 30 anos, identificado como Robert Pereira da Silva, foi morto na madrugada desta segunda-feira, 7 durante uma tentativa de assalto na BA-367, em Porto Seguro, extremo sul da Bahia.Segundo informações da Polícia Civil, Robert conduzia um carro com dois homens, duas mulheres e duas crianças. Entre os passageiros estava um policial civil de São Paulo e o filho dele.

O grupo seguia de Eunápolis para Porto Seguro, quando se deparou com homens armados na rodovia. Inicialmente, o policial pensou que fosse uma blitz realizada por colegas de profissão, mas Robert desconfiou da tentativa de assalto e tentou dar marcha a ré no veículo.

Troca de tiros

Após o motorita dar ré, houve troca de tiros entre os suspeitos e o policial. Robert foi atingido na cabeça, e o filho do policial foi ferido de raspão. Ambos foram socorridos para o Hospital Luís Eduardo Magalhães, mas Robert não resistiu aos ferimentos. O jovem baleado passa bem.

As mulheres e as crianças que também estavam no carro não ficaram feridas. Após o crime, os suspeitos fugiram pela BR-367 em direção a Porto Seguro. Até a última atualização desta matéria, ninguém havia sido preso.


Homem é encontrado morto dentro de casa no centro da cidade no nordeste baiano


Por Redação

Imagem do local no momento que a Polícia chega
Foto: Reprodução / Calila Notícias / Ascom da PM-BA

O corpo de um homem foi encontrado na manhã desta terça-feira (01) no interior de uma residência localizada na Rua Padre Madureira, no centro da cidade de Conceição do Coité, ao lado do Centro Comunitário Padre Luiz Rodrigues (Casa Paroquial), localizado no nordeste baiano. A Polícia Civil investiga as circunstâncias da morte.

Segundo informações do Calila Notícias, parceiro do Bahia Notícias, pessoas que passavam pela calçada sentiram um forte odor vindo do imóvel e, ao olharem pela janela, avistaram o corpo deitado sobre a cama, acionando imediatamente a Polícia Militar.

Segundo relatos de moradores, as portas e janelas permaneciam frequentemente abertas, facilitando o acesso de diversas pessoas ao local, especialmente por estar situado em uma área central da cidade. A vítima foi identificada apenas pelo prenome Piter e seria sobrinho de um coveiro da cidade.

Após o acionamento, a Polícia Militar isolou a área e comunicou o caso à Polícia Civil e ao Departamento de Polícia Técnica (DPT) de Serrinha, responsável pela remoção do corpo e realização da perícia para determinar a causa da morte. O caso está sob investigação.