CNH do Brasil: governo lança programa que dispensa aulas de autoescola

Proposta para a CNH do Brasil foi levada pelo ministro Renan Filho ao presidente Lula (PT Por Yuri Abreu Programa CNH do Brasil será lançado após a realização da COP 30 – Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil O governo Lula deve lançar, na segunda quinzena de novembro — após a realização da COP 30, em Belém — o programa CNH do Brasil, com … Leia Mais


Concursos da Polícia Civil têm 1,7 mil vagas e salários de R$ 17 mil

As inscrições para o certame do Espírito Santo e Rio Grande do Sul seguem até novembro deste anp Por Carla Melo São concursos que abrangem todo o país – Foto: Divulgação As Polícias Civis do Espírito Santo (PCES) e do Rio Grande do Sul (PCRS) estão com inscrições abertas para mais de 1.772 vagas em concursos e salários que chegam a R$ 17 … Leia Mais


Brasil tem 5,42% das crianças indígenas sem certidão de nascimento

Dados são do Censo Demográfico 2022 – Etnias e línguas indígenas Mariana Tokarnia – Repórter da Agência Brasil Rio de Janeiro © Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil Versão em áudio O Brasil ainda tem 5,42% das crianças indígenas de até cinco anos de idade sem registro de nascimento. Esse percentual é 10,6 vezes maior do que … Leia Mais


Sindicato Nacional das Agências de Publicidade – SINAPRO-BA pede impugnação de Edital para contratação para Agência de Publicidade em Paulo Afonso-BA

adiamento pregão (2) A gestão de Paulo Afonso-BA, que assumiu no início deste ano com a promessa de “lisura, honestidade e transparência”, começa a revelar uma face bem diferente daquela vendida em campanha. A prova mais recente dessa contradição é o edital para contratação de agência de publicidade, no valor de R$ 4 milhões por … Leia Mais



Projeto de estagiária da Bracell Bahia é finalista do Prêmio IEL Talentos 2025


A estudante Carla Ingrid, do setor de Planejamento Florestal da empresa em Alagoinhas, desenvolveu uma solução inovadora de monitoramento ambiental

Foto: Acervo Bracell 

 

O projeto “Avaliação da recuperação vegetal pós-incêndio em áreas legalmente protegidas utilizando NDVI (Índice de Vegetação por Diferença Normalizada)”, desenvolvido por Carla Ingrid, estagiária da área de Planejamento Florestal da Bracell Bahia, está entre os finalistas do Prêmio IEL Talentos 2025, na categoria “Estagiário Inovador”. A iniciativa alia inovação tecnológica e responsabilidade ambiental ao aplicar imagens de satélite, ferramentas mobile e geoprocessamento para monitorar áreas afetadas por incêndios florestais em áreas naturais, ampliando a capacidade de acompanhamento da regeneração, agilidade e menor custo.  

 

“A indicação ao prêmio representa um reconhecimento importante do esforço investido desde a concepção do projeto. É um momento que substancia o sentido do trabalho desenvolvido e reforça a importância de programas de estágio que forneçam incentivo e autonomia para o desenvolvimento de habilidades e proposição de ideias, gerando espaço propício à inovação”, afirma Carla, que, em 2024, conquistou o 1º lugar na premiação, com o projeto “MIPDetect – Manejo Integrado de Pragas e Doenças”.

 

A metodologia desenvolvida pelo projeto de Carla, e que concorre ao prêmio este ano, permite identificar mudanças na cobertura vegetal ao longo do tempo, substituindo parcialmente as visitas presenciais de campo. “Com esse produto estamos em busca de ampliar a capacidade do monitoramento com menor custo operacional e em menor tempo, das áreas protegidas pela companhia que foram impactadas por incêndios e que atualmente se encontram em processo de restauração ambiental”, afirma.

 

Além do avanço tecnológico, o projeto se destaca por ser replicável e alinhado às diretrizes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e do Ministério do Meio Ambiente, contribuindo para o cumprimento das exigências legais. “O projeto contribui para o atendimento das exigências normativas dos órgãos ambientais, ao mesmo tempo em que fortalece a rastreabilidade e a transparência das ações de restauração em áreas sob regime de proteção legal”, acrescenta Caio Italo, analista de Geoprocessamento da Bracell Bahia e supervisor de Carla para o desenvolvimento do projeto, que integra o uso de geotecnologias ao monitoramento de Programa de Recuperação de Áreas Degradadas em espaços afetados por incêndios.

 

As geotecnologias têm papel fundamental no monitoramento dessas áreas. O sensoriamento remoto permite obter informações sobre a superfície terrestre por meio de imagens de satélite, sendo o NDVI um dos indicadores utilizados, uma vez que quantifica a cobertura vegetal com base na reflectância da vegetação, permitindo estimativas de biomassa, índice de área foliar e detecção de mudanças ao longo do tempo.

 

Caio informa que os incêndios florestais são um dos principais desafios para a gestão ambiental. Suas origens podem estar associadas a causas naturais, como o aumento da temperatura e a baixa umidade relativa do ar em determinados períodos do ano, fatores que favorecem a combustão espontânea em algumas espécies vegetais, assim como causas antrópicas como queimadas não controladas e disposição de resíduos em locais não adequados. Em diferentes escalas, os incêndios impactam os ecossistemas, ocasionando desequilíbrios ecológicos, perda de fauna e flora, erosão dos solos e contaminação de corpos d’água. Episódios recorrentes de incêndio podem prejudicar a capacidade de regeneração natural da vegetação, levando à degradação progressiva da paisagem e comprometendo a dinâmica ecossistêmica das áreas afetadas e do seu entorno imediato.

 

“Monitorar a recuperação da vegetação após um incêndio é uma ação necessária para entender e apoiar o processo de regeneração ambiental. Utilizando recursos de sensoriamento e análise de imagens, é possível transformar dados em informações para acompanhar e orientar a recuperação das áreas afetadas. Este projeto mostra que tecnologia e responsabilidade ambiental, juntas, podem ser capazes de gerar mudanças reais”, pontua Caio, destacando que “participar deste projeto, fruto da colaboração entre os setores de Planejamento e Meio Ambiente da Bracell Bahia, é motivo de alegria”.

 

A gerente sênior de Recursos Humanos da Bracell, Carolina Linhares, salienta a importância de ser finalista, pelo terceiro ano consecutivo, do Prêmio IEL Talentos. “Essa premiação é uma iniciativa que reconhece e valoriza projetos desenvolvidos por estagiários e as equipes que apresentam soluções dentro das empresas e a Bracell vem investindo e apoiando seus times para o desenvolvimento de projetos inovadores, visando ao crescimento conjunto de todos os envolvimentos com o compartilhamento de conhecimentos entre as gerações. E como resultado, já tivemos Caio e Carla como vencedores deste prêmio. Caio, inclusive, foi o vencedor da premiação nacional em 2023”, afirma. 

 

Sobre a Bracell

 

A Bracell é uma das líderes globais na produção de celulose solúvel e especial, com expertise no cultivo sustentável de eucalipto, base para a fabricação de celulose de alta qualidade. Com operações no Brasil desde 2003, a empresa integra o grupo Royal Golden Eagle (RGE), com sede em Singapura. Conta com mais de 11 mil colaboradores e duas unidades industriais no país — em Camaçari (BA) e Lençóis Paulista (SP) — além de escritório administrativo em Singapura e estruturas comerciais na Ásia, Europa e Estados Unidos. Para mais informações, acesse: www.bracell.com 


Ex de Manoel Gomes é vista vendendo algodão-doce em São Paulo


Diva Gomes conta que foi abandonada com R$33 na conta

Por Agatha Victoria

Ela foi vista pelas ruas de São Paulo vendendo algodão-doce
Ela foi vista pelas ruas de São Paulo vendendo algodão-doce – 
Diva Gomes, ex-esposa de Manoel Gomes, dono do hit “Caneta Azul”, foi vista pelas avenidas de São Paulo vendendo algodão-doce após o término com o cantor.

Em entrevista ao EXTRA, Diva contou nesta quinta-feira, 21,sobre as dificuldades financeiras que tem enfrentado e afirmou que foi abandonada pelo artista com apenas R$ 33 na conta.

Segundo ela, o fim do relacionamento, que durou dois anos, foi divulgado pelo assessor de Manoel, sem qualquer aviso prévio.

“Me senti sem chão ao ser abandonada. Nunca imaginei que um dia o Manoel teria coragem de me deixar, porque vivemos muitos momentos maravilhosos juntos. Está sendo muito doloroso”, explicou.

Diva ainda revelou que encontrou a casa vazia ao voltar do supermercado, precisando encontrar uma nova forma de se sustentar. Assim, começou a vender café e algodão-doce nas ruas:

“Ele deixou R$ 33 na minha conta e R$ 400 na gaveta. Fui vender algodão-doce na praça para não faltar o pão na minha mesa. Para mim, isso não é vergonha. Sempre trabalhei desde pequena. Eu tinha uma vida com o Manoel, era dependente dele, e ajudei ele na carreira dele, mas ele me deixou sem nada.”

Atualmente, Diva ainda mora em um apartamento deixado pelo cantor, localizado na Praia Grande, litoral de São Paulo. De volta às redes sociais, ela afirma estar se “reconstituindo”. “Ninguém merece passar por nada disso”, desabafou.

Pronunciamento de Manoel Gomes

O cantor ainda não deu declarações públicas. No entanto, seu advogado afirmou que “nunca houve casamento ou qualquer vínculo formal entre o influenciador e Diva, apenas um relacionamento afetivo, que teria sido encerrado de forma respeitosa por ele”.

O casal estava junto desde 2023 e, em janeiro, anunciou a perda de um bebê. Eles moravam em uma mansão em Alphaville, São Paulo, e, pouco antes do fim da relação, se mudaram para um imóvel em Praia Grande.


São Cristóvão sedia o III Simpósio Nacional de Confrarias e Academias de Ciências, Letras e Artes


De 22 a 24 de agosto São Cristóvão receberá um evento que promete celebrar a riqueza cultural e histórica da cidade e que ocorrerá no Convento São Francisco com programação diversificada incluindo palestras, exposições, lançamentos de livros e uma variedade de apresentações culturais, destacando o protagonismo da literatura e da memória coletiva.

São Cristóvão, reconhecida como Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco, oferece um cenário histórico que enriquece ainda mais a experiência do simpósio. Sob a organização da Confraria Sancristovense de História e Memória, liderada pelo historiador Adailton Andrade, o evento reunirá representantes de 70 cidades brasileiras, consolidando a cidade como um centro literário.

A abertura do simpósio contará com uma cerimônia de homenagens e entrega de troféus, seguida por uma programação intensa que inclui sarau literário e uma rua gastronômica, além de tours por monumentos e igrejas seculares. A Confraria Sancristovense, que atua como um pilar de pesquisa e socialização das memórias locais, reforça a importância da literatura e da história na formação da identidade cultural da região.

Com um convite aberto a escritores, poetas e amantes da cultura, o simpósio é uma oportunidade imperdível para a troca de experiências e a promoção da literatura brasileira.


Radiovaldo Costa propõe Comenda 2 de Julho para Ivan Paulo Nascimento da Silva


Editoria: Notícia

Editoria: Notícia

Deputado Radiovaldo Costa (PT)
Foto: AscomALBA/AgênciaALBA

O deputado Radiovaldo Costa (PT) apresentou, na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), um projeto de resolução para conceder a Comenda 2 de Julho ao tenente-coronel Ivan Paulo Nascimento da Silva. A concessão da mais alta honraria do Parlamento estadual tem como objetivo reconhecer os mais de 30 anos de serviços prestados pelo oficial à segurança pública da Bahia.

O tenente-coronel Ivan Paulo iniciou sua carreira na Polícia Militar em 1991 e, desde então, ocupou diversas funções em diferentes regiões da Bahia. Entre seus principais comandos, destacam-se a 56ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM) em Entre Rios e a 95ª CIPM em Catu. Além disso, atuou em funções técnicas e de gestão, como coordenador do Centro Integrado de Comunicações (Cicom) em Alagoinhas. Atualmente, é chefe do Centro de Apoio Administrativo e Financeiro do Departamento de Pessoal da PMBA.

A proposta de Radiovaldo Costa também ressalta a preparação técnica do oficial. “O tenente-coronel possui qualificações em áreas cruciais para a segurança pública, como operações com produtos perigosos, gerenciamento de crises e inteligência policial”, destacou.

Essa formação especializada, segundo o parlamentar, tem se refletido em resultados concretos ao longo de sua trajetória, incluindo sua atuação na chefia da Unidade de Apoio Administrativo e Financeiro (UAAF) da 51ª CIPM em Conde e como membro do Comitê de Qualidade do 4º Batalhão da PM em Alagoinhas.

“Sua dedicação e desempenho foram reconhecidos com importantes condecorações militares”, acrescentou Radiovaldo Costa. O tenente-coronel Ivan Paulo já recebeu as medalhas de 10, 20 e 30 anos de serviço (nas categorias bronze, prata e ouro, respectivamente), além da Medalha do Magistério Policial. “Essas honrarias atestam não apenas seu tempo de serviço, mas também a qualidade de sua contribuição para a instituição.”

“A Comenda 2 de Julho, caso seja aprovada pela ALBA, será mais um reconhecimento ao trabalho e à carreira do tenente-coronel Ivan Paulo Nascimento da Silva em prol da segurança e da população baiana”, concluiu o deputado.


Brasil perdeu 111,7 milhões de hectares de áreas naturais em 40 anos É o que mostra a Coleção 10 de mapas anuais do MapBioma


Fabíola Sinimbú – Repórter da Agência Brasil
Brasília
DESMATAMENTO AMAZONIA - FILE PHOTO: An aerial view shows a deforested area during an operation to combat deforestation near Uruara, Para State, Brazil January 21, 2023. REUTERS/Ueslei Marcelino/File Photo
© Reuters/Ueslei Marcelino
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Uma área maior que a Bolívia é o tamanho do território brasileiro que teve a vegetação nativa convertida em função da atividade humana entre os anos de 1985 e 2024. Foram 111,7 milhões de hectares, ou o equivalente a 13% de todo o país, segundo a Coleção 10 de mapas anuais de cobertura e uso da terra do MapBioma, divulgada nesta quarta-feira (13).

O estudo revela ainda que esses 40 anos reúnem os períodos mais intensos de perda das áreas naturais, desde a colonização do Brasil.  Segundo o pesquisador Tasso Azevedo, coordenador-geral do MapBiomas, 60% de toda a área foi gradualmente ocupada pela agropecuária, a mineração, as cidades, infraestrutura e outras atividades antes do período estudado. “Os 40% restantes dessa conversão ocorreram em apenas quatro décadas, de 1985 a 2024”, afirma.

Nesse período, o Brasil perdeu, em média, 2,9 milhões de hectares de áreas naturais por ano. A formação florestal foi a mais suprimida, com redução de 62,8 milhões de hectares, o equivalente ao território da Ucrânia.

As áreas úmidas, que envolvem floresta alagável, campo alagado, área pantanosa, apicum, mangue e corpos de água e reservatórios, também diminuíram ao longo desses 40 anos, com redução de 22% em todo o país.

A maior parte do cenário modificado recebeu o uso de pastagem, com 62,7 milhões de hectares, e agricultura, com outros 44 milhões. Os estados que tiveram o território mais ocupados pela agricultura foram o Paraná, com 34%; São Paulo, com 33%; e o Rio Grande do Sul, que tem 30% da área ocupada pela atividade.

De acordo com os pesquisadores, a pecuária, no acumulado de todo o período, tem maior atuação na supressão de áreas naturais por causa do crescimento da agropecuária em áreas já abertas anteriormente pela pastagem. “De forma geral, a expansão da pecuária parou no início dos anos 2000 e começou a se estabilizar. Atualmente, ela tem pequena tendência de queda da conversão”, diz Tasso Azevedo.

Biomas

Nas quatro décadas pesquisadas, a Amazônia foi o bioma que perdeu a maior extensão de cobertura verde. Foram 52,1 milhões de hectares. O Cerrado teve 40,5 milhões de hectares de vegetação nativa suprimidos

A área natural da Caatinga convertida foi de 9,2 milhões de hectares e a da Mata Atlântica, de 4,4 milhões.

O Pantanal, por sua vez, teve 1,7 milhão de hectares e o Pampa perdeu 3,8 milhões, sendo o bioma que teve maior perda de vegetação nativa proporcional ao tamanho do território: 30%.

Histórico

Na primeira década, até 1994, foi registrado aumento de 36,5 milhões de hectares de áreas antrópicas, convertidas principalmente em pastagens, mesmo sendo o período em que 30% dos municípios registraram o maior crescimento de área urbanizada.

A transformação mais significativa ocorreu na década seguinte, quando a conversão de cobertura verde para agropecuária totalizou 44,8 milhões de hectares no país. Dessa área, a expansão da agricultura representou 35,6 milhões de hectares. Também foi nesse período que o chamado Arco do Desmatamento na Amazônia se consolidou.

Nos últimos 40 anos, o período entre 2005 e 2014 foi o que menos sofreu mudança de uso do solo, quando 17,6 milhões de hectares de vegetação nativa foram suprimidos no país. A maior parte afetada – 15,4 milhões – foi de floresta, que inclui formação florestal, savânica, floresta alagável, mangue e restinga arbórea.

Nos últimos dez anos, a degradação da cobertura verde voltou a crescer, segundo o estudo. Enquanto a mineração aumentou, principalmente na Amazônia, a expansão agrícola desacelerou em todos os biomas, não impedindo o surgimento de mais uma área de desmatamento na região: a Amacro (Amazonas, Acre e Rondônia).

 Uso do solo

O estudo do Mapbiomas é o mais completo já realizado no Brasil sobre o uso do solo, com 30 classes mapeadas e dados de 40 anos. Nesta edição, o levantamento recebeu mais uma classe com o mapeamento de usinas fotovoltaicas, que se expandiram pelo país entre 2015 e 2024, com 62% da área mapeada concentrada na Caatinga. “É a primeira vez que a gente acrescenta uma classe de infraestrutura como mapeável dentro dos biomas, que é a classe das fazenda solares e que virou um uso da terra no Brasil”, destaca Tasso Azevedo.

Edição: Graça Adjuto