Brasil tem 5,42% das crianças indígenas sem certidão de nascimento

Dados são do Censo Demográfico 2022 – Etnias e línguas indígenas Mariana Tokarnia – Repórter da Agência Brasil Rio de Janeiro © Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil Versão em áudio O Brasil ainda tem 5,42% das crianças indígenas de até cinco anos de idade sem registro de nascimento. Esse percentual é 10,6 vezes maior do que … Leia Mais


Sindicato Nacional das Agências de Publicidade – SINAPRO-BA pede impugnação de Edital para contratação para Agência de Publicidade em Paulo Afonso-BA

adiamento pregão (2) A gestão de Paulo Afonso-BA, que assumiu no início deste ano com a promessa de “lisura, honestidade e transparência”, começa a revelar uma face bem diferente daquela vendida em campanha. A prova mais recente dessa contradição é o edital para contratação de agência de publicidade, no valor de R$ 4 milhões por … Leia Mais



Projeto de estagiária da Bracell Bahia é finalista do Prêmio IEL Talentos 2025

A estudante Carla Ingrid, do setor de Planejamento Florestal da empresa em Alagoinhas, desenvolveu uma solução inovadora de monitoramento ambiental Foto: Acervo Bracell    O projeto “Avaliação da recuperação vegetal pós-incêndio em áreas legalmente protegidas utilizando NDVI (Índice de Vegetação por Diferença Normalizada)”, desenvolvido por Carla Ingrid, estagiária da área de Planejamento Florestal da Bracell … Leia Mais


Ex de Manoel Gomes é vista vendendo algodão-doce em São Paulo

Diva Gomes conta que foi abandonada com R$33 na conta Por Agatha Victoria Ela foi vista pelas ruas de São Paulo vendendo algodão-doce – Foto: Reprodução| Instagram Diva Gomes, ex-esposa de Manoel Gomes, dono do hit “Caneta Azul”, foi vista pelas avenidas de São Paulo vendendo algodão-doce após o término com o cantor. Em entrevista ao EXTRA, … Leia Mais


São Cristóvão sedia o III Simpósio Nacional de Confrarias e Academias de Ciências, Letras e Artes


De 22 a 24 de agosto São Cristóvão receberá um evento que promete celebrar a riqueza cultural e histórica da cidade e que ocorrerá no Convento São Francisco com programação diversificada incluindo palestras, exposições, lançamentos de livros e uma variedade de apresentações culturais, destacando o protagonismo da literatura e da memória coletiva.

São Cristóvão, reconhecida como Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco, oferece um cenário histórico que enriquece ainda mais a experiência do simpósio. Sob a organização da Confraria Sancristovense de História e Memória, liderada pelo historiador Adailton Andrade, o evento reunirá representantes de 70 cidades brasileiras, consolidando a cidade como um centro literário.

A abertura do simpósio contará com uma cerimônia de homenagens e entrega de troféus, seguida por uma programação intensa que inclui sarau literário e uma rua gastronômica, além de tours por monumentos e igrejas seculares. A Confraria Sancristovense, que atua como um pilar de pesquisa e socialização das memórias locais, reforça a importância da literatura e da história na formação da identidade cultural da região.

Com um convite aberto a escritores, poetas e amantes da cultura, o simpósio é uma oportunidade imperdível para a troca de experiências e a promoção da literatura brasileira.


Radiovaldo Costa propõe Comenda 2 de Julho para Ivan Paulo Nascimento da Silva


Editoria: Notícia

Editoria: Notícia

Deputado Radiovaldo Costa (PT)
Foto: AscomALBA/AgênciaALBA

O deputado Radiovaldo Costa (PT) apresentou, na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), um projeto de resolução para conceder a Comenda 2 de Julho ao tenente-coronel Ivan Paulo Nascimento da Silva. A concessão da mais alta honraria do Parlamento estadual tem como objetivo reconhecer os mais de 30 anos de serviços prestados pelo oficial à segurança pública da Bahia.

O tenente-coronel Ivan Paulo iniciou sua carreira na Polícia Militar em 1991 e, desde então, ocupou diversas funções em diferentes regiões da Bahia. Entre seus principais comandos, destacam-se a 56ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM) em Entre Rios e a 95ª CIPM em Catu. Além disso, atuou em funções técnicas e de gestão, como coordenador do Centro Integrado de Comunicações (Cicom) em Alagoinhas. Atualmente, é chefe do Centro de Apoio Administrativo e Financeiro do Departamento de Pessoal da PMBA.

A proposta de Radiovaldo Costa também ressalta a preparação técnica do oficial. “O tenente-coronel possui qualificações em áreas cruciais para a segurança pública, como operações com produtos perigosos, gerenciamento de crises e inteligência policial”, destacou.

Essa formação especializada, segundo o parlamentar, tem se refletido em resultados concretos ao longo de sua trajetória, incluindo sua atuação na chefia da Unidade de Apoio Administrativo e Financeiro (UAAF) da 51ª CIPM em Conde e como membro do Comitê de Qualidade do 4º Batalhão da PM em Alagoinhas.

“Sua dedicação e desempenho foram reconhecidos com importantes condecorações militares”, acrescentou Radiovaldo Costa. O tenente-coronel Ivan Paulo já recebeu as medalhas de 10, 20 e 30 anos de serviço (nas categorias bronze, prata e ouro, respectivamente), além da Medalha do Magistério Policial. “Essas honrarias atestam não apenas seu tempo de serviço, mas também a qualidade de sua contribuição para a instituição.”

“A Comenda 2 de Julho, caso seja aprovada pela ALBA, será mais um reconhecimento ao trabalho e à carreira do tenente-coronel Ivan Paulo Nascimento da Silva em prol da segurança e da população baiana”, concluiu o deputado.


Brasil perdeu 111,7 milhões de hectares de áreas naturais em 40 anos É o que mostra a Coleção 10 de mapas anuais do MapBioma


Fabíola Sinimbú – Repórter da Agência Brasil
Brasília
DESMATAMENTO AMAZONIA - FILE PHOTO: An aerial view shows a deforested area during an operation to combat deforestation near Uruara, Para State, Brazil January 21, 2023. REUTERS/Ueslei Marcelino/File Photo
© Reuters/Ueslei Marcelino
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Uma área maior que a Bolívia é o tamanho do território brasileiro que teve a vegetação nativa convertida em função da atividade humana entre os anos de 1985 e 2024. Foram 111,7 milhões de hectares, ou o equivalente a 13% de todo o país, segundo a Coleção 10 de mapas anuais de cobertura e uso da terra do MapBioma, divulgada nesta quarta-feira (13).

O estudo revela ainda que esses 40 anos reúnem os períodos mais intensos de perda das áreas naturais, desde a colonização do Brasil.  Segundo o pesquisador Tasso Azevedo, coordenador-geral do MapBiomas, 60% de toda a área foi gradualmente ocupada pela agropecuária, a mineração, as cidades, infraestrutura e outras atividades antes do período estudado. “Os 40% restantes dessa conversão ocorreram em apenas quatro décadas, de 1985 a 2024”, afirma.

Nesse período, o Brasil perdeu, em média, 2,9 milhões de hectares de áreas naturais por ano. A formação florestal foi a mais suprimida, com redução de 62,8 milhões de hectares, o equivalente ao território da Ucrânia.

As áreas úmidas, que envolvem floresta alagável, campo alagado, área pantanosa, apicum, mangue e corpos de água e reservatórios, também diminuíram ao longo desses 40 anos, com redução de 22% em todo o país.

A maior parte do cenário modificado recebeu o uso de pastagem, com 62,7 milhões de hectares, e agricultura, com outros 44 milhões. Os estados que tiveram o território mais ocupados pela agricultura foram o Paraná, com 34%; São Paulo, com 33%; e o Rio Grande do Sul, que tem 30% da área ocupada pela atividade.

De acordo com os pesquisadores, a pecuária, no acumulado de todo o período, tem maior atuação na supressão de áreas naturais por causa do crescimento da agropecuária em áreas já abertas anteriormente pela pastagem. “De forma geral, a expansão da pecuária parou no início dos anos 2000 e começou a se estabilizar. Atualmente, ela tem pequena tendência de queda da conversão”, diz Tasso Azevedo.

Biomas

Nas quatro décadas pesquisadas, a Amazônia foi o bioma que perdeu a maior extensão de cobertura verde. Foram 52,1 milhões de hectares. O Cerrado teve 40,5 milhões de hectares de vegetação nativa suprimidos

A área natural da Caatinga convertida foi de 9,2 milhões de hectares e a da Mata Atlântica, de 4,4 milhões.

O Pantanal, por sua vez, teve 1,7 milhão de hectares e o Pampa perdeu 3,8 milhões, sendo o bioma que teve maior perda de vegetação nativa proporcional ao tamanho do território: 30%.

Histórico

Na primeira década, até 1994, foi registrado aumento de 36,5 milhões de hectares de áreas antrópicas, convertidas principalmente em pastagens, mesmo sendo o período em que 30% dos municípios registraram o maior crescimento de área urbanizada.

A transformação mais significativa ocorreu na década seguinte, quando a conversão de cobertura verde para agropecuária totalizou 44,8 milhões de hectares no país. Dessa área, a expansão da agricultura representou 35,6 milhões de hectares. Também foi nesse período que o chamado Arco do Desmatamento na Amazônia se consolidou.

Nos últimos 40 anos, o período entre 2005 e 2014 foi o que menos sofreu mudança de uso do solo, quando 17,6 milhões de hectares de vegetação nativa foram suprimidos no país. A maior parte afetada – 15,4 milhões – foi de floresta, que inclui formação florestal, savânica, floresta alagável, mangue e restinga arbórea.

Nos últimos dez anos, a degradação da cobertura verde voltou a crescer, segundo o estudo. Enquanto a mineração aumentou, principalmente na Amazônia, a expansão agrícola desacelerou em todos os biomas, não impedindo o surgimento de mais uma área de desmatamento na região: a Amacro (Amazonas, Acre e Rondônia).

 Uso do solo

O estudo do Mapbiomas é o mais completo já realizado no Brasil sobre o uso do solo, com 30 classes mapeadas e dados de 40 anos. Nesta edição, o levantamento recebeu mais uma classe com o mapeamento de usinas fotovoltaicas, que se expandiram pelo país entre 2015 e 2024, com 62% da área mapeada concentrada na Caatinga. “É a primeira vez que a gente acrescenta uma classe de infraestrutura como mapeável dentro dos biomas, que é a classe das fazenda solares e que virou um uso da terra no Brasil”, destaca Tasso Azevedo.

Edição: Graça Adjuto


Mega-Sena acumula e próximo prêmio pode chegar a R$ 40 milhões


Apostas para o próximo concurso podem ser feitas até terça-feira, às 19h

Por Redação

Números sorteados foram 10 – 22 – 28 – 42 – 44 – 51.
Números sorteados foram 10 – 22 – 28 – 42 – 44 – 51. – 
Mega-Sena segue sem vencedor no concurso 2.899, realizado neste sábado, 9. Nenhuma aposta acertou as seis dezenas sorteadas, e o prêmio principal acumulou, podendo chegar a R$ 40 milhões no próximo sorteio, marcado para terça-feira, 12.

Os números sorteados foram 10 – 22 – 28 – 42 – 44 – 51.

Na faixa da quina, 56 apostas levaram R$ 32.574,43 cada. Já a quadra premiou 3.375 jogadores, com R$ 890,92 por bilhete.

As apostas para o próximo concurso podem ser registradas até as 19h (horário de Brasília) do dia 12, em casas lotéricas de todo o país ou pela internet, no site e aplicativo da Caixa. O jogo simples, com seis dezenas, custa R$ 6. O valor aumenta conforme a quantidade de números escolhidos, por exemplo, sete dezenas elevam o custo para R$ 42, mas também aumentam as chances de ganhar.

Ao longo da história, a Mega-Sena já entregou prêmios históricos nos concursos regulares. Entre os maiores, destacam-se:

  • R$ 317,8 milhões (concurso 2.525, em 01/10/2022, com duas apostas vencedoras)
  • R$ 289,4 milhões (concurso 2.150, em 11/05/2019, com um ganhador)
  • R$ 211,6 milhões (concurso 2.237, em 27/02/2020, dividido entre dois bilhetes)
  • R$ 206,4 milhões (concurso 2.696, em 05/03/2024, com um vencedor)
  • R$ 201,9 milhões (concurso 2.795, em 09/11/2024, com um ganhador)

O sorteio de terça-feira promete movimentar apostadores de todo o Brasil, com a expectativa de um prêmio milionário que pode mudar vidas.


Usuários do Gov.br serão avisados para ampliar segurança das contas


Orientação é para 72 milhões de usuários com a conta ouro

Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil
Brasília
Plataforma do Gov.Br, aplicativo Plataforma do Gov.Br
© Marcello Casal jr/Agência Brasil
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O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) está orientando usuários de conta ouro do Gov.br a utilizarem a ferramenta de verificação em duas etapas, medida que dará mais segurança a cerca de 72 milhões de usuários.

De acordo com a pasta, a mudança não é obrigatória e, caso seja adotada, poderá ser desabilitada a qualquer momento.

O ministério, no entanto, ressalta que trata-se de uma “solução de segurança muito eficaz para bloquear acessos indevidos quando alinhada ao uso da biometria”.

Atualmente, 27% das contas ouro já utilizam essa funcionalidade.

A plataforma Gov.br tem mais de 169 milhões de usuários e oferece mais de 4.700 serviços digitais federais e outros 8.700 serviços estaduais e municipais.

Entre os serviços mais utilizados pelos brasileiros estão a Assinatura gov.br, Meu INSS, Meu SUS Digital, Enem, Fies, Carteira de Trabalho Digital e Carteira Digital de Trânsito.

Por meio da plataforma, é possível assinar documentos com validade jurídica, abrir empresas e fazer transferência de veículos. Há ainda pesquisa por serviços de acordo com o perfil do usuário, seja ele estudante, agricultor, turista, empreendedor ou trabalhador.

Ativação

O ministério informa que, a partir de agora, quando uma pessoa com conta Ouro fizer login no Gov.br, ela será convidada a ativar a verificação em duas etapas pelo aplicativo.

“Nesta primeira vez, será possível pular a ativação, e será encaminhado um e-mail ou SMS avisando que, no próximo acesso, será solicitado habilitar a solução”, explica.

 

Após esse processo, ao fazer uma nova autenticação, a sugestão da ativação da verificação novamente recomendada.

“Caso o usuário tenha algum problema com a funcionalidade de segurança, é possível desativar a qualquer momento, basta seguir as regras disponíveis no aplicativo Gov.br em ‘Segurança da conta’. As orientações também estão disponíveis no portal”, destacou o ministério ao lembrar ser possível, ainda, conversar com um atendente para esclarecer eventuais dúvidas.

Edição: Carolina Pimentel