Operação investiga juízes e advogados suspeitos de corrupção no Ceará

Agentes cumprem mandados em quatro estados e no Distrito Federal Por Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil – Brasília A Polícia Federal deflagrou hoje (20) a Operação Skiagraphia com o objetivo de “desmantelar esquema de corrupção” que contaria com a participação de juízes federais, advogados, empresários e servidores públicos em Fortaleza (CE). A operação conta com a participação … Leia Mais


Polícia Federal prende, no Rio, acusado de fraudes previdenciárias

Ele foi detido em Belford Roxo Por Vitor Abdala – Repórter da Agência Brasil – Rio de Janeiro Policiais federais cumpriram mandado de prisão preventiva e de busca e apreensão contra um homem de 60 anos, acusado de usar documentos falsos para obter benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Os mandados foram cumpridos ontem … Leia Mais



PRF registra apreensão recorde de cocaína em 2021

Ao todo foram apreendidas 40 toneladas Por Agência Brasil – Brasília A Polícia Rodoviária Federal (PRF) registrou uma apreensão recorde de cocaína nas rodovias federais em 2021. Foram 40 toneladas. Esse número é 25% maior do que o último recorde, que foi apreendido no ano de 2020. Os dados estão presentes no Anuário 2021 da … Leia Mais


Polícia Federal investiga fraudes no auxílio emergencial

Operação Decipit cumpre mandados em municípios do RJ e de SP Por Vitor Abdala – Repórter da Agência Brasil – Rio de Janeiro A Polícia Federal (PF) cumpre hoje (21) oito mandados de busca e apreensão contra suspeitos de fraudarem o auxílio emergencial. Segundo a PF, o prejuízo causado pela organização criminosa pode chegar a … Leia Mais


Operação Lei Seca completa 13 anos investindo em alta tecnologia


Mais de 200 mil motoristas embriagados foram retirados das ruas

Por Alana Gandra – Repórter da Agência Brasil – Rio de Janeiro

A Operação Lei Seca completou hoje (17) 13 anos investindo em tecnologia para aperfeiçoar suas ações de fiscalização. “Por isso, criaremos a Lei Seca Volante. Com esse trabalho de inteligência, nós vamos combater o aplicativo que identifica a localização das blitzes. A ideia é mudar rapidamente de local, caso seja necessário. A nossa intenção não é de forma alguma punir o cidadão, mas sim salvar vidas”. A afirmação foi feita pelo secretário de Governo, Rodrigo Bacellar, durante cerimônia de comemoração pelo 13º aniversário da Operação Lei Seca, na Cinelândia, região central do Rio.

Na ocasião, o governador Cláudio Castro anunciou a expansão do programa, que passará de 15 para 30 equipes e de 261 para 347 agentes, incluindo policiais militares e agentes civis. A operação terá mais seis vans e oito motocicletas novas em sua frota.

Uma novidade que tem reforçado a atuação da Operação Lei Seca nos últimos meses é o uso das câmeras portáteis (bodycams), adquiridas recentemente pelo governo fluminense. Atualmente, 96 equipamentos desse tipo são utilizados nas blitzes para dar mais transparência e credibilidade às ações.

Cláudio Castro ressaltou que o grande intuito da Operação Lei Seca “é atuar de forma educacional e preventiva para incentivar as pessoas a não ingerirem bebida alcoólica ao dirigir. É uma ação que salva vidas. Outro ponto importante é o fato de a Polícia Militar (PM) estar nas ruas, o que certamente ajuda na segurança pública”, disse o governador.

Balanço

Durante os 13 anos da Operação Lei Seca, mais de 3 milhões de motoristas foram abordados em cerca de 28 mil blitzes realizadas em todo o estado. O programa retirou das ruas mais de 200 mil motoristas que dirigiam embriagados. Levantamento do Dossiê de Trânsito, feito pelo Instituto de Segurança Pública (ISP) comparando os mesmos períodos dos anos de 2019 e 2021, revelou redução de 40% no número de vítimas fatais e não fatais em acidentes de trânsito no estado.

A operação realizou também quase 20 mil ações de conscientização nas ruas, eventos, bares e restaurantes, além de palestras em escolas, universidades e empresas de todo o estado. A equipe de educação inclui pessoas com deficiência (PCDs), vítimas de acidentes de trânsito provocados pela mistura de álcool e direção. Eles atuam conscientizando os motoristas e reforçando a mensagem da Operação: “Nunca dirija depois de beber”.

O superintendente da Lei Seca, tenente-coronel PM Fábio Pinho, destacou que com mais efetivo e aumento da frota, o programa poderá atuar em mais locais e salvar ainda mais vidas. “Conquistamos muitos avanços logísticos, tecnológicos e de pessoal. E os resultados estão aí, com instrumentos de controle de pesquisa que comprovam isso. A Operação Lei Seca é uma política pública focada em salvar vidas, fazer prevenções de trânsito e melhorar a qualidade viária do cidadão fluminense”, declarou Pinho.

Edição: Valéria Aguiar


Presa no Ceará mulher envolvida em furto no Banco Central


Ela havia sido condenada por lavagem de dinheiro

Por Flavia Albuquerque – Repórter da Agência Brasil – São Paulo

A polícia prendeu no Ceará uma mulher de 41 anos que havia sido condenada por lavagem de dinheiro no caso do furto do Banco Central (BC), ocorrido em  2005, no centro de Fortaleza. Ela é apontada como uma das responsáveis pela ocultação e dissimulação de R$ 164,7 milhões. O valor é parte da divisão do furto que coube a um dos condenados. A presa foi encaminhada ao sistema prisional do estado e está à disposição da Justiça.

A prisão foi realizada no município de Boa Viagem (CE) pela Força-Tarefa de Combate ao Crime Organizado, que continua em operação e é composta pela Polícia Federal, Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Rodoviária Federal, Departamento Penitenciário Nacional, Secretaria de Administração Penitenciária, Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do Ceará e Secretaria de Operações Integradas do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

O furto ao Banco Central foi 2005. Na ocasião, foram levados mais de R$ 160 milhões dos cofres do BC. Até 2020, a Justiça Federal no Ceará havia condenado 119 réus nos 28 processos originados do crime. Eles foram denunciados pelo Ministério Público Federal (MPF) pelos crimes de furto qualificado, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro. As penas variaram de três a 170 anos de prisão. Os nomes da mulher e dos demais envolvidos no caso não foram revelados.

Edição: Kleber Sampaio


Delegados decidem entregar cargos e suspendem operações em toda Bahia


Categoria reivindica reajuste maior e diálogo com o governador

Foto: Ascom Sindpeb

Por: Metro1

Mais de 300 delegados da Polícia Civil se reuniram na manhã desta segunda-feira (14), no auditório do hotel Fiesta, para discutir o futuro da classe. A categoria decidiu entregar os cargos e suspender as operações policiais por 30 dias. Os motivos alegados são o aumento de 4% concedido pelo Governo do Estado, a ausência de diálogo por parte da administração, além da falta de investimentos na instituição, em estrutura e na contratação de pessoal.

“O nosso governador Rui Costa vive encastelado em seu gabinete e, durante toda a sua gestão, a sua principal prática foi cortar benefícios dos servidores da Segurança Pública, mostrando, desta forma, o descaso que possui com a pasta, enquanto a sociedade sofre com nefastas consequências”, afirma o presidente Fabio Lordello.

Segundo o Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado da Bahia (Sindpeb), atualmente, os delegados da Polícia Civil da Bahia estão entre os piores salários da categoria em todos os estados do país, ocupando a 24ª posição no ranking salarial. “A categoria não aceita mais estar na penúltima colocação no ranking das remunerações de delegados no Brasil, portanto, ou a administração senta para conversar ou a classe irá cruzar os braços”, diz Lordello.

De acordo com as deliberações realizadas na assembleia, a expectativa é que o governador Rui Costa atenda a entidade até o dia 21 de março, caso não aconteça, serão recolhidas as assinaturas e a entrega de todos os cargos da Polícia Civil ocupados por delegados acontecerá a partir do dia 25 de março.

Ainda em assembleia ficou definido que, a partir desta segunda (14), estão suspensas todas as operações e o cumprimento de mandados, além das representações por novas medidas cautelares, inclusive as medidas protetivas decorrentes da Lei Maria da Penha, pelo prazo de 30 dias.


MP-BA instaura inquérito para apurar rebelião na Penitenciária Lemos de Brito


Foto: Reprodução /TV Bahia

Por Cláudia Cardozo

O Ministério Público da Bahia (MP-BA) instaurou um inquérito para apurar as causas da rebelião no Módulo 2 da Penitenciária Lemos de Brito, em Salvador, ocorrida no domingo (20). O inquérito será conduzido pela  4ª Promotoria de Justiça de Execução Penal, com atribuição na Fiscalização das Unidades Prisionais da Capital. A rebelião culminou com a morte de cinco detentos e 38 feridos.

Para o MP, “o fato colocou em risco as vidas de tantos outros presos, que estavam sob a tutela do Estado, e de trabalhadores, que ali desenvolviam suas atividades laborativas”. O inquérito foi instaurado contra os gestores da Penitenciária Lemos de Brito, diretor e diretores Adjuntos, superintendente de Gestão Prisional da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), diretor-geral e coordenador da Seap.

O MP pediu informações de ocorrência da situação crítica ocorrida elaborado pela direção da unidade e Cópia do Livro de Ocorrência do Plantão do dia domingo, dia 20 de fevereiro, a relação de policiais de plantão no módulo na data da rebelião. O órgão ainda pediu informações sobre o equipamento de Raio-X, tela de proteção para retenção de objetos lançados do exterior da unidade prisional, indicação de meios de revista pessoal, utilizados na unidade, como forma de coibir a entrada de objetos ilícitos, especificando quantidade e estado de conservação e funcionamento, esclarecimentos acerca da retirada da escâner corporal.

Outra requisição é de esclarecimentos sobre a existência de barreira perimetral na unidade, que obste a aproximação de estranhos na unidade prisional. A Promotoria pediu a Seap que informe e comprove com documentos  quais as medidas adotadas pela direção da unidade prisional, com vistas a solucionar os problemas de segurança da unidade.

O MP-BA pediu a Delegacia de Homicídios de Salvador que encaminhe o Registro da Ocorrência da situação ocorrida na Penitenciária Lemos de Brito. Também oficiou o Instituto Médico Legal Nina Rodrigues, solicitando a remessa dos Laudos de Perícia de Local do Crime, de Lesões Corporais e Necropsias, realizados nas vítimas da situação ocorrida na Penitenciária Lemos de Brito. Por fim, pediu aos comandos do Batalhão de Choque, do Bope e do Batalhão de Policiais de Guarda, solicitando relatório de uso de armas, munições e artefatos disponíveis e efetivamente utilizados no evento crítico na Penitenciária Lemos de Brito. A Defensoria Pública da Bahia também foi instada a se manifestar para promover ações de reparação de danos, contra o Estado, na defesa dos interesses dos feridos e familiares dos mortos na rebelião.


Polícia faz ação contra furto de combustíveis em dutos da Petrobras


Operação Ratoeira é feita no Rio, Espírito Santo e Minas Gerais

Por Vitor Abdala – Repórter da Agência Brasil – Rio de Janeiro

Policiais civis do Rio de Janeiro cumprem hoje (23) dez mandados de prisão e 26 de busca e apreensão contra suspeitos de furtar petróleo e combustíveis de dutos da Petrobras. As ações estão sendo feitas nos estados do Rio, Espírito Santo e de Minas Gerais.

A operação Ratoeira conta com o apoio do Ministério Público do Rio de Janeiro e com a Polícia Civil do Espírito Santo. Até as 8h de hoje (23) três pessoas já tinham sido presas, de acordo com a Polícia Civil fluminense.

As investigações começaram depois da prisão em flagrante de dois homens em Magé, na região metropolitana do Rio. Com a apreensão dos celulares dos presos, os policiais identificaram um grupo criminoso especializado na perfuração dos dutos, furto do combustível e receptação desse produto.

A comunicação entre os integrantes da organização criminosa era feita por meio de aplicativo de mensagens, onde planejavam estratégias de atuação, principalmente em áreas remotas e em horários noturnos. O grupo de mensagens instantâneas era chamado de “BR Ratobras”.

Segundo a Polícia Civil, o furto de petróleo e derivados a partir da perfuração de dutos é considerado crime de alta periculosidade social. “Além de causar prejuízos econômicos à empresa e, por via indireta, ao consumidor, cria risco concreto de vazamentos, incêndios, explosões e danos ambientais, colocando em perigo as comunidades vizinhas às faixas de dutos e o meio ambiente”, afirma em nota.

Edição: Graça Adjuto