PF faz operação contra vazamento e venda de dados de pacientes do SUS

A ação policial foi deflagrada nesta quarta-feira (4/2), nas cidades de Vinhedo, Valinhos e de São Paulo Letícia Guedes Uma operação batizada de Glycon foi deflagrada nesta quarta-feira (4/2) pela Polícia Federal (PF) para desarticular uma estrutura empresarial voltada ao acesso, ao tratamento e à comercialização indevida de dados pessoais sensíveis de saúde de pacientes do Sistema Único … Leia Mais


Criança autista é encontrada viva após dois dias desaparecida em mata

Menina de 4 anos foi localizada após mais de 48 horas de buscas em área de mata Por Beatriz Santos Corpo de Bombeiros encontrou a criança com vida – Foto: Reprodução | Redes sociais Após mais de dois dias de buscas intensas, militares do Corpo de Bombeiros encontraram com vida, na tarde deste sábado, 31, a pequena Alice … Leia Mais


Falso líder religioso acusado de aplicar em mulheres é preso na Bahia

O suspeito é investigado nos estados de Pernambuco, Sergipe, Paraná, Mato Grosso do Sul e Goiás Por Victoria Isabel Operação Fake Love – Foto: Divulgação Ascom PCBA Um homem de 42 anos, investigado por praticar golpes financeiros contra diversas mulheres, foi preso durante a Operação Fake Love, na manhã desta terça-feira, 6, em Feira de Santana. Segundo a Polícia Civil, … Leia Mais


Polícia Federal cumpre mandados na Câmara dos Deputados

Operação apura irregularidades na destinação de recursos públicos Fabíola Sinimbú – Repórter da Agência Brasil Brasília © PF/Divulgação Versão em áudio A Polícia Federal (PF) cumpre nesta sexta-feira (12) , em Brasília, dois mandados de busca e apreensão, expedidos pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Flavio Dino. A Operação Transparência tem o objetivo de apurar irregularidades … Leia Mais


Irará: atestados falsos, PF mira fraude no INSS com prejuízo de R$ 2 milhões

Pessoas estavam recebendo o benefício irregularmente há mais de 15 anos – Foto: Divulgação Por Luiza Nascimento Fraudes em benefícios assistenciais no município de Irará, no interior da Bahia estão na mira da Polícia Federal que deflagrou, na manhã desta quarta-feira, 10, a Operação TDI. A ação visa desarticular uma associação criminosa que atuava na obtenção fraudulenta de benefícios assistenciais a idosos, … Leia Mais


PF faz operação contra ataques cibernéticos a deputados federais


Alvos de hackers foram favoráveis a igualar aborto a homicídio

Agência Brasil
Brasília
Sede da Polícia Federal em São Paulo
© Fernando Bizerra/EFE/direitos reservados
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A Polícia Federal (PF) está nas ruas com a Operação Intolerans, que investiga ataques cibernéticos contra parlamentares federais que foram favoráveis ao projeto de lei que iguala aborto a homicídio. As buscas são feitas em São Paulo e Curitiba.

Não há informações a respeito dos deputados que foram afetados pelos ataques hackers.

Segundo as investigações da PF, vários sites de deputados federais foram alvos de ataques cibernéticos.

A ação da PF busca identificar e responsabilizar os envolvidos na ação criminosa contra parlamentares. A operação conta com o apoio de entidades estrangeiras.

Edição: Graça Adjuto

 


Deputado baiano João Carlos Bacelar (PL) vira alvo de investigação da PF contra Banco Master,


Um documento inesperado encontrado pela PF colocou o parlamentar no radar

Por Gabriela Araújo

Deputado federal Jonga Bacelar (PL-BA) no plenário da Câmara dos Deputados
Deputado federal Jonga Bacelar (PL-BA) no plenário da Câmara dos Deputados – 

As investigações da Polícia Federal envolvendo o Banco Master respingou na Bahia, após vir à tona uma suposta ligação com o deputado federal João Carlos Bacelar (PL), conhecido como Jonga Bacelar.

Isso porque o parlamentar durante a ação os agentes encontraram um envelope com o nome do político com documentos sobre um negócio imobiliário, de acordo com informações do jornal O Estado de S.Paulo.

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Ao jornal, o deputado afirmou que o envelope tratou sobre um fundo para construção de empreendimento imobiliário em Trancoso, em Porto Seguro, extremo-sul baiano – e por isso, foi procurado por Daniel Vorcaro – presidente da instituição financeira, preso na operação.

“Ele me fez uma consulta sobre um imóvel em Porto Seguro, que não se concretizou. Quando o banco começou a entrar em dificuldade, ele pediu mais um tempo para poder exercer a opção. Foi feito um documento dando a opção de compra a Daniel Vorcaro”, disse o deputado.

Segundo Bacelar, o empresário manifestou interesse em adquirir parte do empreendimento, e deste modo, o parlamentar enviou as informações a Vorcaro, mas o negócio não foi adiante.

Por causa desse documento, a própria defesa de Daniel Vorcaro apresentou uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) na sexta-feira, 28, pedindo que a investigação seja toda remetida à Corte

Dono do Banco Master, Daniel Vorcaro deixa prisão

Dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, deixou a prisão na manhã de sábado, 29. Por volta das 11h40, o empresário deixou o Centro de Detenção Provisória (CDP) 2, no município de Guarulhos, em São Paulo.

A liberação foi uma decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRT-1). Além de Vorcaro, outros quatro executivos ligados à instituição deixaram a unidade prisional:

  • Augusto Ferreira Lima, ex-CEO e sócio;
  • Luiz Antônio Bull, diretor de Riscos, Compliance, RH, Operações e Tecnologia;
  • Alberto Felix de Oliveira Neto, superintendente executivo de Tesouraria;
  • Ângelo Antônio Ribeiro da Silva, sócio do banco.

Padre é assassinado a facadas e marteladas durante roubo


Suspeitos foram presos e confessaram o crime; religioso estava desaparecido

Padre foi morto dentro de casa
Padre foi morto dentro de casa –
Após desaparecer na sexta-feira, 14, o padre Alexsandro da Silva Lima, 44 anos, foi encontrado morto neste sábado, 15, na cidade de Dourados, no Mato Grosso do Sul. O corpo estava enrolado em um tapete e apresentava cortes profundos no pescoço e graves lesões na cabeça causadas por golpes de martelo.

De acordo informações da Polícia Civil, o padre foi assassinado dentro de casa e, posteriormente, o cadáver foi levado pelos autores até o local onde foi abandonado. Dois homens foram presos e confessaram o crime.

Os suspeitos foram detidos depois que os policiais do Setor de Investigações Gerais (SIG) os viram circulando pela cidade no Jeep Renegade do padre . Com a dupla, os agentes apreenderam uma faca, um martelo e pertences pessoais do religioso.

Ainda segundo a polícia, os suspeitos confessaram que mataram o padre para roubar o carro, dinheiro, joias e outros pertences. Um deles declarou ter cometido o homicídio, enquanto o comparsa afirmou ter ajudado apenas na ocultação do corpo. As investigações continuam para esclarecer todas as circunstâncias e eventuais desdobramentos do crime.

Por meio de nota, a Paróquia Nossa Senhora Aparecida de Douradina expressou profundo pesar pela morte do pároco e solicitou orações dos fiéis. O velório acontecerá em Dourados e Douradina. A Diocese não divulgou informações sobre os horários e os locais. Com informações do O Dia.


Fraudes no INSS: ex-ministro de Bolsonaro e deputados são alvos da PF


José Carlos Oliveira comandou o Ministério da Previdência em 202

Alex Rodrigues – Repórter da Agência Brasil
Brasília
Brasília (DF) 08/01/2024 - Polícia Federal deflagra 23ª fase da Operação Lesa Pátria
Ação desta data visa a identificação de participantes que financiaram e fomentaram os ataques do dia 8 de janeiro de 2023
Foto: Policia Federal/Divulgação
© Policia Federal/divulgação
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Além de prender o ex-presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Alessandro Stefanutto, a nova etapa da Operação Sem Desconto, que a Polícia Federal (PF) e a Controladoria-Geral da União (CGU) deflagraram nesta quinta-feira (13), atingiu o ex-ministro do Trabalho e Previdência Social, José Carlos Oliveira, e ao menos dois parlamentares investigados por suposto envolvimento na cobrança ilegal de mensalidades associativas de milhões de aposentados e pensionistas.

Desses, apenas Stefanutto foi preso nessa nova etapa da operação.

Servidor de carreira do instituto, Oliveira presidiu o INSS de novembro de 2021 a março de 2022, quando assumiu o comando do Ministério da Previdência Social, onde permaneceu até o fim do governo Bolsonaro, em 31 de dezembro de 2022. Na época, ele atendia pelo nome de José Carlos Oliveira, o qual alterou recentemente, por motivos religiosos, para Ahmed Mohamad Oliveira.

Em setembro, Oliveira depôs à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS e assegurou só ter tomado ciência da fraude relacionada às mensalidades associativas em abril deste ano, após a deflagração da primeira etapa da Operação Sem Desconto.

Autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, a operação desta manhã também atingiu o deputado federal Euclydes Pettersen Neto (Republicanos-MG) e deputado estadual maranhense Edson Cunha de Araújo (PSB-MA), alvos de mandados judiciais de busca e apreensão.

Pettersen é citado nas investigações da PF e da CGU por supostamente ter vendido um avião a uma das entidades associativas investigadas. Já Araújo é vice-presidente de outra das associações, a Confederação Brasileira dos Trabalhadores da Pesca e Aquicultura (CBPA).

A defesa de Alessandro Stefanutto informou que, até o momento, não teve acesso ao teor da decisão que resultou na prisão de seu cliente.

“Trata-se de uma prisão completamente ilegal, uma vez que Stefanutto não tem causado nenhum tipo de embaraço à apuração, colaborando desde o início com o trabalho de investigação”, diz a nota ao manifestar confiança de que comprovará a inocência do ex-presidente do instituto.

Agência Brasil tenta contato com a defesa do ex-ministro e dos deputados Euclydes Pettersen Neto e Edson Cunha de Araújo e atualizará esta reportagem tão logo consiga suas manifestações.

Operação

Policiais federais e auditores da CGU estão cumprindo 63 mandados de busca e apreensão, 10 mandados de prisão preventiva e outras medidas cautelares diversas da prisão em 15 unidades da federação.

Os cumprimentos atingem os estados do Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe, Tocantins e o Distrito Federal.

“Estão sendo investigados os crimes de inserção de dados falsos em sistemas oficiais, constituição de organização criminosa, estelionato previdenciário, corrupção ativa e passiva, além de atos de ocultação e dilapidação patrimonial”, divulgou a Polícia Federal.


Polícia Federal deflagra operação contra fraudes bancárias e lavagem de dinheiro


Estão sendo cumpridos 24 mandados de busca e apreensão, 23 medidas cautelares diversas da prisão e um mandado de prisão preventiva, em Vitória da Conquista/BA e Salvador/BA

Tribuna da Bahia, Salvador

13/11/2025 07:52
20 minutos

Foto: Divulgação/Ascom

A Polícia Federal deflagra, nesta quinta-feira (13/11), a operação Worms 2 – “Não Seja um Laranja”, com o objetivo de desarticular uma associação criminosa especializada em fraudes bancárias, furto qualificado, estelionato majorado e lavagem de dinheiro, que utilizava contas de terceiros (“laranjas”) para movimentar valores ilícitos oriundos de furtos e fraudes contra a Caixa Econômica Federal e outras instituições financeiras.

A ação integra a Força-Tarefa Tentáculos, iniciativa que tem como um dos pilares a cooperação com instituições bancárias e financeiras para o combate às fraudes eletrônicas.

Estão sendo cumpridos 24 mandados de busca e apreensão, 23 medidas cautelares diversas da prisão e um mandado de prisão preventiva, todos expedidos pela Justiça Federal. As diligências ocorrem em Vitória da Conquista/BA e Salvador/BA, com a participação de 52 policiais federais.

A investigação, iniciada a partir das operações Worms (2022) e Não Seja Um Laranja (2022), revelou que o grupo criminoso evoluiu para um sofisticado esquema de lavagem de dinheiro, utilizando instituições de pagamento, plataformas de apostas online e criptoativos para dissimular a origem ilícita dos valores. Relatórios de inteligência financeira apontaram movimentações superiores a R$ 6,9 milhões, entre 2023 e 2024, com projeção de R$ 20,9 milhões no período de cinco anos. Há indícios de que parte desses recursos tenha origem no tráfico de drogas, reforçando a conexão com outras atividades ilícitas.

Além dos mandados, foi determinado o bloqueio judicial de contas bancárias e ativos financeiros dos investigados, visando descapitalizar a organização criminosa. Os crimes apurados incluem associação criminosa, furto qualificado, estelionato majorado e lavagem de dinheiro, cujas penas máximas somadas podem ultrapassar 30 anos de prisão.
A Polícia Federal alerta: emprestar ou ceder contas bancárias para movimentação de valores ilícitos é crime. Essa prática contribui para o financiamento de organizações criminosas e causa prejuízos a milhares de brasileiros.