Brasil quer negociar equipamentos de defesa com Emirados Árabes

Vice-presidente falou sobre investimentos na Expo 2020, em Dubai Por Vitor Abdala – Enviado Especial* – Dubai O Brasil tem interesse em comercializar equipamentos de defesa com os Emirados Árabes Unidos. Em entrevista concedida hoje (3) à imprensa, em Dubai, o vice-presidente brasileiro, Hamilton Mourão, destacou que quer não apenas vender material para os árabes como também … Leia Mais


Emirados Árabes querem atrair empresas alimentícias brasileiras

Brasil já é parceiro importante para que não falte comida no país Por Vitor Abdala – Enviado Especial* – Dubai Com uma terra majoritariamente composta por deserto, com pouca água e pouca terra cultivável, os Emirados Árabes Unidos têm uma preocupação especial com sua segurança alimentar. Mais de 80% dos alimentos consumidos no país são … Leia Mais



Cuba publica projeto que abre portas para casamento gay

Proposta terá que passar por um debate Cuba publicou nessa quarta-feira (15) projeto há muito aguardado de um novo código de família que abrirá as portas para o casamento gay se aprovado. Ativistas dos direitos LGBT celebraram de forma comedida, pois permanecem cautelosos sobre a real implementação. O novo código define o casamento como “união voluntária … Leia Mais


Portugal reconhece certificados de vacinação emitidos pelo Brasil

Portugal passou a reconhecer hoje (18) os certificados de vacinação e recuperação emitidos por outros países. Com a medida, até o dia 30 de setembro passa a ser permitida a entrada naquele país, “para efeitos de viagens não essenciais, sob reserva de confirmação de reciprocidade”, de cidadãos detentores de certificados de vacinação ou recuperação. Na … Leia Mais


Japão tem 86 mil pessoas com mais de 100 anos, um novo recorde


Número de centenários quintuplicou desde 2000

Por RTP – Tóquio

O Japão conta com 86.510 pessoas com idade igual ou superior a 100 anos, um novo recorde, segundo dados divulgados hoje pelo Ministério da Saúde japonês. Número de centenários quintuplicou no país desde 2000.

Os números, divulgados por ocasião do Dia do Respeito pelos Idosos, que será comemorado na próxima segunda-feira (20), representam aumento de 6.060 pessoas em relação ao ano anterior, de acordo com o ministério.

As mulheres continuam a ser a esmagadora maioria das pessoas centenárias, representando 88% do total (76.450 pessoas), mais 5.475 que no ano anterior.

Os homens com idade igual ou superior a 100 anos ultrapassaram pela primeira vez os 10 mil, com um total de 10.060, aumento de 585 indivíduos em relação a 2020.

O número de pessoas que chegam aos 100 anos ou mais no Japão tem crescido de forma significativa nas últimas cinco décadas, aumento que especialistas atribuem ao desenvolvimento de tecnologias e tratamentos médicos.

Em 1963, quando se realizou o primeiro estudo, os japoneses com mais de 100 anos eram apenas 153.

Em 1998, esse número atingiu os 10 mil, alcançando 30 mil em 2007, até superar os 50 mil cinco anos mais tarde.

A japonesa Kane Tanaka, com 118 anos, é hoje a mulher mais velha do país, tendo sido reconhecida como a mais velha do mundo pela associação norte-americana Gerontology Research Group (GRG).

Por sua vez, o homem mais velho do Japão é Mikizo Ueda, com 111 anos.

O envelhecimento da população é um dos grandes desafios para o país, com taxa de natalidade em constante declínio, causando preocupações sobre as perspectivas económicas e a mão de obra.

Em 2020, a esperança de vida no arquipélago atingiu recorde para ambos os sexos: 87,74 anos para as mulheres e 81,64 para os homens, segundo dados divulgados em julho pelo Ministério da Saúde japonês.

Por prefeitura, Shimane (oeste) tem o maior número de pessoas centenárias por 100 mil habitantes (134,75), seguido de Kochi (126,29) e Kagoshima (118,74).

A média nacional é de 68,54 por 100 mil habitantes.


OMS pede que 3ª dose de vacina seja aplicada só em grupos de risco


Objetivo é reduzir desigualdade mundial na distribuição

A Organização Mundial da Saúde (OMS) apelou aos países com taxas elevadas de vacinação contra a covid-19 que não avancem com uma terceira dose até o fim do ano.

O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, explicou que o objetivo é reduzir a desigualdade mundial na distribuição de imunizantes.

Em entrevista coletiva na sede da instituição em Genebra, Tedros Adhanom lembrou que não há, a essa altura, evidência de uma terceira dose, com exceção dos grupos de maior risco.

O objetivo global da OMS é que cada país vacine pelo menos 10% de sua população até o fim deste mês, 40% até o fim do ano e que 70% da população mundial estejam imunizados até meados do próximo ano.

Nessa quarta-feira (8), a Irlanda anunciou que vai avançar com a terceira dose da vacina contra a covid-19 para os idosos.

Por RTP – Genebra


Meta de entrega de vacinas para Covax em 2021 é reduzida


Países doadores devem entregar 1,42 bilhão de doses

O esquema de compartilhamento de vacinas Covax – mecanismo internacional criado para garantir acesso global a vacinas contra a covid-19 – deve receber 1,425 bilhão de doses de imunizantes de países doadores neste ano, menos do que os 2 bilhões estimados em julho, informou a Aliança de Vacinas Gavi nesta quarta-feira (8).

Entre as razões do corte estão restrições de exportação do Instituto Serum da Índia (SII), um fornecedor essencial, disse a Gavi em comunicado conjunto com a Coalizão de Inovações para a Prontidão Epidêmica (Cepi), a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Fundo de Emergência Internacional das Nações Unidas (Unicef).

Problemas de fabricação da Johnson & Johnson e da AstraZeneca, assim como atrasos na análise regulatória de vacinas desenvolvidas pela empresa de biotecnologia norte-americana Novavax e pela chinesa Clover Biopharmaceuticals, são outros fatores limitantes, disseram as organizações.

Por Ludwig Burger e Alistair Smout – Repórteres da Reuters – Londres


Número de mortos pelo furacão Ida sobe para pelo menos 50


Furacão atingiu principalmente a Região Nordeste dos EUA

Por  Barbara Goldberg – Repórter da Agência Reuters – Nova York (EUA)

Reuters

O número de mortos na passagem do furacão Ida na Região Nordeste dos Estados Unidos subiu para pelo menos 50 pessoas, com muitos esperando boas notícias sobre os desaparecidos nas inundações.

Nova York confirmou 17 mortes, quatro no Condado de Westchester e o restante na cidade de Nova York, onde quase todas as vítimas ficaram aprisionadas em apartamentos ilegais em porões, que estão entre as últimas opções acessíveis para moradores de baixa renda na área, afirmou um porta-voz para a governadora Kathy Hochul.

Em Nova Jersey há 27 pessoas mortas por conta da tempestade e quatro pessoas estão desaparecidas, afirmou um porta-voz para o governador Phil Murphy.

Entre os desaparecidos estão dois estudantes universitários vistos pela última vez em Passaic, Nova Jersey, na quarta-feira, quando o dilúvio histórico provocado pelo Ida teria arrastado os dois na enchente do Rio Passaic.


Alemanha quer negociar com Talibã sobre novas retiradas do Afeganistão


Declaração foi feita pela chanceler Angela Merkel

Por Agência Reuters – Berlim

A Alemanha quer conversar com o Talibã sobre como retirar seus trabalhadores contratados que ficaram no Afeganistão, afirmou a chanceler Angela Merkel neste domingo (5), acrescentando que é um bom sinal que o aeroporto de Cabul possa ser utilizado para voos novamente. 

A chefe de política externa da União Europeia já disse que o bloco está pronto para negociar com o novo governo do Talibã em Cabul, mas o grupo islâmico precisa respeitar os direitos humanos, principalmente os das mulheres, e não permitir que o Afeganistão se torne uma base para o terrorismo.

“Precisamos conversar com o Talibã sobre como podemos continuar a retirar pessoas que trabalharam para a Alemanha do país e em segurança”, disse Merkel.

Organizações internacionais de ajuda humanitária também deveriam ser autorizadas a trabalhar para melhorar a situação no país, acrescentou a chanceler alemã.

O Talibã ainda não apontou um governo mais de duas semanas após sua volta ao poder. O governo do grupo entre 1996 e 2001 foi marcado por punições violentas e pela proibição do acesso à educação e ao trabalho para meninas e mulheres, e muitos afegãos e governos estrangeiros temem um retorno a tais práticas.