Sarau Barril Dobrado da Bahia promove um verdadeiro arrebatamento cultural em Salvador


“Aqui somos todos Barril Dobrado!”

Primeira edição do projeto reuniu poesia, música, teatro, dança, capoeira, contação de histórias e microfone aberto na Livraria LDM, no Shopping Bela Vista

Salvador, Bahia — 14 de agosto de 2026

Salvador viveu uma tarde de intensa emoção, arte e pertencimento com a primeira edição do Sarau Barril Dobrado da Bahia, realizado na Livraria LDM do Shopping Bela Vista, das 14h às 18h. O encontro reuniu artistas de diferentes linguagens e transformou o espaço da livraria em um grande território de expressão, celebração e encontro.

Mais do que um sarau, o evento foi um verdadeiro arrebatamento cultural.

Poesia, música, teatro, dança, capoeira, contação de histórias, palestra motivacional, participação espontânea e diferentes manifestações artísticas se encontraram em uma programação plural, construída para aproximar artistas e público. Quem esteve presente não foi apenas espectador: participou, cantou, dançou, aplaudiu, se emocionou e, sobretudo, saiu impactado pela experiência.

Uma ideia que nasceu da gratidão

Tudo começou com uma ideia do Fenômeno Bruno Black, poeta, escritor e produtor cultural, que decidiu transformar em arte a gratidão pelo acolhimento recebido durante sua trajetória na Bahia.

Depois de tantas experiências, encontros e afetos construídos em terras baianas, Bruno Black resolveu presentear seus amigos da Bahia com um grande encontro cultural. Para isso, convidou artistas que admira e com quem criou vínculos para ajudá-lo a dar alma ao projeto.

Assim nasceu o Sarau Barril Dobrado da Bahia.

A proposta não era simplesmente reunir artistas em um palco. Era criar um espaço onde cada pessoa pudesse trazer sua linguagem, sua história, sua identidade e sua potência.

E foi exatamente isso que aconteceu.

Bruno Black não criou o sarau apenas para os artistas. Criou o sarau com os artistas.

Uma explosão de linguagens

A curadoria foi formada por Bruno Black (Poeta), Chá Rize (Cantora), Elenia Cardoso (Professora), Gleice Ferreira (Escritora Indígena), Herlani Moore (Escritora) e Ras Poeta (Poeta).

No teatro, a atriz Andressa Castro Alves trouxe sua presença cênica para a celebração.

A música ganhou vozes e sonoridades com Carol Dantas, Opus Três, Nilson Aquino, Rita Moreira e Thais Macedo.

Na contação de histórias, Jacqueline Meire trouxe a força da narrativa e da imaginação.

A dança e as manifestações corporais ocuparam o espaço com Ana Paula, Aramis Capoeira, Barbara Simone, Luciana Belly, Manoush e Mestra Giza, mostrando que o corpo também é instrumento de memória, identidade e expressão cultural.

A poesia foi representada por Italva Cruz, J. J. Rebouças, Jeane Sánchez, Nice Mendes, Romário Filho e Vagalume.

E o Microfone Aberto ampliou ainda mais a experiência, permitindo que novas vozes também ocupassem aquele território. Participaram Sarah Melo, Ametista, Talita Moore, Nádia Siqueira e Marcus Valério.

O resultado foi uma programação viva, orgânica e surpreendente.

Quando a livraria vira palco

Entre estantes repletas de livros, a LDM ganhou outra atmosfera.

Os livros permaneceram nas prateleiras, mas as histórias ganharam corpo, voz e movimento diante do público.

A poesia encontrou a música.

A música encontrou a dança.

A dança encontrou o teatro.

O teatro encontrou a palavra.

A palavra encontrou o público.

E o público encontrou uma experiência cultural capaz de atravessar os sentidos.

Em diversos momentos, a emoção tomou conta do ambiente. O público se entregou às apresentações, participou das propostas e respondeu com aplausos, sorrisos e envolvimento.

Foi uma tarde em que a arte deixou de ser algo distante para se tornar experiência compartilhada.

Um encontro de afetos e pertencimento

O grande diferencial do Sarau Barril Dobrado foi justamente sua capacidade de reunir diferentes gerações, trajetórias e linguagens em torno de uma mesma ideia: a cultura com

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