Desenrola Brasil: uso do FGTS para pagar dívidas começa nesta segunda

Nova modalidade já está disponível no aplicativo Agência Brasil Brasília © Joédson Alves/Agência Brasil Versão em áudio Já disponível no aplicativo acesso ao saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) destinado à renegociação de dívidas no Novo Desenrola Brasil. A nova modalidade permitirá uso de até 20% do saldo do fundo ou até R$ 1 mil, … Leia Mais


Caixa paga Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 6

Com adicionais, valor médio do benefício está em R$ 678,01 Agência Brasil Brasília © Lyon Santos/ MDS Versão em áudio A Caixa Econômica Federal paga nesta segunda-feira (25) a parcela de maio do Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 6. O valor mínimo corresponde a R$ 600, mas com … Leia Mais


App 99 desenvolve tecnologia para monitorar motociclistas parceiros

Acelerações e frenagens bruscas estão entre os itens observados Ana Cristina Campos – Repórter da Agência Brasil Rio de Janeiro © Paulo Pinto/Agência Brasil Versão em áudio Acelerações e frenagens bruscas, curvas acentuadas, mudanças de faixas abruptas e ultrapassagem de limites de velocidade estão entre os itens observados pela empresa 99 monitorar o comportamento de motociclistas … Leia Mais


Lula cria programa de R$ 30 bilhões para motoristas de aplicativos

Move Aplicativos atenderá motoristas e taxistas Elaine Patricia Cruz – Repórter da Agência Brasil São Paulo © Ricardo Stuckert/PR Versão em áudio O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nesta terça-feira (19), em São Paulo, a medida provisória que cria o Move Aplicativos, iniciativa que faz parte do programa Move Brasil, que vai oferecer linhas especiais … Leia Mais


Caixa e BB liberam abono salarial para nascidos em maio e junho

Calendário de pagamento segue mês de nascimento Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil Brasília © Marcelo Camargo/Agência Brasil Versão em áudio Os trabalhadores nascidos em maio e em junho que ganharam até R$ 2.766 com carteira assinada em 2024 recebem nesta sexta-feira (15) o abono salarial. Neste quarto lote, serão liberados R$ 5,7 bilhões para … Leia Mais


BNDES pretende investir R$ 50 bilhões no setor de minerais críticos


Presidente do banco disse nesta terça que 56 projetos estão em estudo

Elaine Patricia Cruz – Repórter da Agência Brasil
São Paulo
Rio de Janeiro (RJ), 15/12/2025 – O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante, durante abertura do seminário Democracia e Direitos Humanos: empresas juntas por um Brasil mais igualitário, na sede do banco, no centro do Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
© Tomaz Silva/Agência Brasil
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O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) está analisando atualmente 56 projetos relacionados a minerais críticos. A informação foi passada, nesta terça-feira (12) para a imprensa pelo presidente da instituição, Aloizio Mercadante.

Em entrevista coletiva na capital paulista para divulgar o balanço trimestral do banco, Mercadante falou que o BNDES pretende atuar fortemente nesse tipo de mineração.

“Nós estamos trabalhando com a possibilidade de chegar a R$ 50 bilhões de investimento e de crédito nesse setor”, disse.

O presidente do BNDES informou ainda que o banco tem diversificado sua carteira, “saindo dos setores tradicionais para investir em novos setores” como o de fertilizantes, carro voador, bioinsumos para a agropecuária e também na Embraer. Outra área que está em foco no BNDES é a de inteligência artificial.

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Acordo União Europeia e Mercosul

Durante a entrevista, Mercadante também comentou sobre o acordo recentemente fechado entre os países do Mercosul com a União Europeia e que entrou em vigor, de forma provisória, no dia 1º de maio. Segundo ele, o tratado representa um grande avanço para ambos os blocos e “muito importante no cenário de unilateralismo comercial”.

“O acordo é uma oportunidade de a Europa olhar mais para o Mercosul e da gente olhar mais para a Europa”, destacou o presidente do BNDES.

Edição: Aécio Amado


Planos de saúde coletivos têm reajuste médio de 9,9%, mostra ANS


Variação é a menor em cinco anos, mas supera inflação

Bruno de Freitas Moura – Repórter da Agência Brasil
São Paulo
Planos de Saúde
© Fotografia EBC
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Os planos de saúde coletivos tiveram reajuste anual médio de 9,9% nos dois primeiros meses de 2026. Essa variação é a menor em cinco anos, mas representa mais que o dobro da inflação oficial medida.

Os dados se referem aos reajustes anuais praticados pelas operadoras nos dois primeiros meses do ano e foram divulgados na sexta-feira (8) pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), órgão regulador do setor.

A última vez em que os planos coletivos – aqueles contratados por empresas, empresários individuais e associações de classe – tiveram reajuste médio menor que o do início de 2026 foi em 2021, quando subiram 6,43%.

Veja a média de reajuste dos últimos anos:

ANO REAJUSTE
2016 15,74%
2017 14,24%
2018 11,96%
2019 10,55%
2020 7,71%
2021 6,43%
2022 11,48%
2023 14,13%
2024 13,18%
2025 10,76%
2026 9,90%

Em 2021, ano de pandemia de covid-19, os planos subiram menos porque o isolamento social levou à redução na realização de consultas, exames e cirurgias eletivas (não urgentes).

Acima da inflação

Para efeito de comparação, em fevereiro de 2026, a inflação oficial – apurada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficou em 3,81%.

O Instituto de Defesa de Consumidores (Idec), uma organização independente, costuma criticar aumentos acima da inflação.

A ANS, no entanto, defende que não é correto fazer comparação simples entre inflação e reajuste dos planos.

“O percentual calculado pela ANS considera aspectos como as mudanças nos preços dos produtos e serviços em saúde, bem como as mudanças na frequência de utilização dos serviços de saúde”, diz a agência.

Regra de reajuste

Diferentemente dos planos de saúde individuais ou familiares ─ celebrados diretamente com as operadoras para a própria pessoa e dependentes ─ os reajustes dos planos de saúde coletivos são decididos por meio de livre negociação entre a pessoa jurídica contratante e a operadora ou administradora do plano.

Nesses planos coletivos, os que têm menos de 30 beneficiados têm o mesmo percentual de reajuste por operadora. Dessa forma, a ANS consegue observar o reajuste médio, separando os planos por porte.

Nos dois primeiros meses de 2026, os planos com 30 ou mais vidas, como classifica o jargão do setor, subiram 8,71% em média. Já os com até 29 clientes, 13,48%. De acordo com a ANS, 77% dos clientes são de planos com 30 ou mais vidas.

No caso dos planos individuais, é a ANS que determina a mudança de valor.

Dados do setor

Os dados mais recentes da ANS, relativos a março de 2026, apontam que o Brasil tinha 53 milhões de vínculos de planos de saúde (uma pessoa pode ter mais de um contrato), aumento de 906 mil em um ano. De cada 100 clientes, 84 eram de planos coletivos.

Em 2025, ainda segundo a ANS, o setor de saúde suplementar registrou receitas totais de R$ 391,6 bilhões, com lucro líquido acumulado de R$ 24,4 bilhões, o maior já registrado.

Isso significa que para cada R$ 100 recebido, o setor obteve cerca de R$ 6,20 de lucro.


Governo libera R$ 330 milhões para segurar preço do gás de cozinha


Medida subsidia importação e tenta conter alta do GLP

Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil
Brasília
Trabalhador movimenta botijões de gás de cozinha em distribuidora em São Paulo (SP) 
02/05/2006
Reuters/Caetano Barreira/Proibida reprodução
© REUTERS/Caetano Barreira/Proibida reprodução
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Uma medida provisória publicada nesta terça-feira (28) abre crédito extraordinário de R$ 330 milhões para subsidiar a importação de gás de cozinha, em meio à alta dos preços provocada pelo cenário internacional.

O recurso será usado para garantir que o gás liquefeito de petróleo (GLP) importado seja vendido no Brasil pelo mesmo preço do produto nacional, evitando repasses mais elevados ao consumidor final.

A medida faz parte de um pacote anunciado no início de abril para conter os impactos da guerra no Oriente Médio sobre os combustíveis. O conflito elevou o preço do petróleo no mercado internacional, o que pressiona diretamente o custo do gás e do transporte.

Na ocasião, o governo anunciou um subsídio de R$ 850 por tonelada para o produto importado. A medida busca equiparar o preço ao GLP nacional e reduzir o impacto no custo do gás de cozinha, especialmente para famílias de baixa renda.

Compensação

Na prática, o subsídio funciona como uma compensação: o governo cobre parte do custo da importação para que distribuidoras não precisem repassar integralmente a alta ao consumidor.

Segundo o Palácio do Planalto, o objetivo é proteger o orçamento das famílias, especialmente as de baixa renda, que são mais afetadas por aumentos no preço do botijão.

A subvenção vale, inicialmente, para o período de 1º de abril a 31 de maio, podendo ser prorrogada por mais dois meses, dependendo da evolução dos preços no mercado internacional.

Meta fiscal

Segundo as regras atuais, créditos extraordinários estão fora do limite de gastos do arcabouço fiscal, mas estão incluídos na meta de resultado primário (resultado das contas do governo sem os juros da dívida pública).

Para este ano, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) estipula superávit primário de R$ 34,3 bilhões (0,25% do Produto Interno Bruto), podendo variar de resultado zero (nem déficit nem superávit) a resultado positivo de R$ 68,6 bilhões (0,5% do PIB).

Importação

O Brasil importa cerca de 20% do gás de cozinha consumido no país, o que torna o produto sensível a variações externas, como o preço do petróleo e custos logísticos.

Além da guerra, o governo aponta outros fatores para a alta recente do GLP, como o encarecimento do transporte de cargas e a valorização dos preços internacionais do gás.

A medida provisória também se conecta a programas sociais já existentes, como iniciativas de apoio à compra de gás por famílias de baixa renda, e pode influenciar o valor de referência usado nesses benefícios.

Com a iniciativa, o governo tenta reduzir a volatilidade dos preços em um momento de incerteza global, evitando que oscilações externas tenham impacto direto e imediato no custo de vida da população.


Caixa paga Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 8


Com adicionais, valor médio do benefício está em R$ 678,22
Agência Brasil
Brasília
Real Moeda brasileira, dinheiro
© Marcello Casal JrAgência Brasil
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A Caixa Econômica Federal paga nesta terça-feira (28) a parcela de abril do Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 8.

O valor mínimo corresponde a R$ 600, mas com o novo adicional o valor médio do benefício sobe para R$ 678,22. Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, neste mês o programa de transferência de renda do governo federal alcançará 18,9 milhões de famílias, com gasto de R$ 12,8 bilhões.

Além do benefício mínimo, há o pagamento de três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até 6 meses de idade, para garantir a alimentação da criança. O Bolsa Família também paga um acréscimo de R$ 50 a gestantes e nutrizes (mães que amamentam), um de R$ 50 a cada filho de 7 a 18 anos e outro, de R$ 150, a cada criança de até 6 anos.

No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.

Pagamento unificado

Os beneficiários de 173 cidades de 11 estados receberam o pagamento no último dia 16, independentemente do NIS. A medida beneficiou os moradores de 121 municípios do Rio Grande do Norte, que sofrem com a seca, e cinco municípios mineiros atingidos por enchentes. Também foram beneficiadas cidades nos seguintes estados: Amazonas (três), Bahia (17), Pará (uma), Paraná (uma), Piauí (três), Rio de Janeiro (oito), Roraima (seis), São Paulo (duas) e Sergipe (seis).

Essas localidades foram afetadas por chuvas ou por estiagens ou têm povos indígenas em situação de vulnerabilidade. A lista dos municípios com pagamento antecipado está disponível na página do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social.

Desde 2024, os beneficiários do Bolsa Família não têm mais o desconto do Seguro Defeso. A mudança foi estabelecida pela Lei 14.601/2023, que resgatou o Programa Bolsa Família (PBF). O Seguro Defeso é pago a pessoas que sobrevivem exclusivamente da pesca artesanal e que não podem exercer a atividade durante o período da piracema (reprodução dos peixes).

Regra de proteção

Cerca de 2,34 milhões de famílias estão na regra de proteção em abril. Essa regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda ganhem 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba o equivalente a até R$ 706.

Em 2025, o tempo de permanência na regra de proteção foi reduzido de dois para um ano. No entanto, a mudança só abrange as famílias que entraram na fase de transição a partir de junho de 2025. Quem se enquadrou na regra até maio de 2025 continuará a receber metade do benefício por dois anos.

 

Calendário de pagamentos do Bolsa Família 2026
Calendário de pagamentos do Bolsa Família 2026 – Arte EBC

Embraer registra aumento de 22% em pedidos no primeiro trimestre


Resultado foi alavancado pelo aumento de 50% na aviação comercial

Guilherme Jeronymo – Repórter da Agência Brasil
São Paulo
28/02/2018. REUTERS/Roosevelt Cassio
© REUTERS/Roosevelt Cassio/Proibida reprodução
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A Embraer divulgou nesta segunda-feira (27) sua carteira de pedidos consolidada no trimestre, indicando crescimento de 22% em relação ao primeiro trimestre de 2025. O resultado positivo foi alavancado pelo aumento de pedidos na aviação comercial, com 50% de aumento e uma carteira de pedidos de 15 bilhões de dólares. 

A carteira de pedidos da Embraer alcançou US$ 32,1 bilhões no primeiro trimestre de 2026, sexto recorde histórico da companhia.

A empresa entregou 44 aeronaves no período, considerando todas as unidades de negócios. O resultado é um aumento de 47% em relação às 30 entregas no primeiro trimestre de 2025 e totaliza 16% das entregas previstas para o ano de 2026. A estimativa para o ano é entre 240 e 255 aeronaves entregues para Aviação Executiva e Aviação Comercial combinadas.

O destaque foi para as vendas de Aviação Comercial para a Europa, com a aquisição pela aérea finlandesa Finnair de um pedido de até 46 aeronaves E195‑E2, dos quais 18 para esse trimestre, incluindo encomendas firmes, opções e direitos de compra.

A empresa divulgou, ainda, que as aeronaves da família Phenom 300 foram reconhecidas como o jato leve mais vendido do mundo pelo 14º ano consecutivo.

O segmento de Serviços & Suporte atingiu nível recorde, com valores na casa de US$5,1 bilhões e registro de crescimento de 11% em relação ao ano anterior.