Luiz Eudes lança livro em São Paulo


Luiz Eudes lança livro em São Paulo

Foi uma linda festa na última sexta-feira, no Restaurante Villa Joaquinas, na Av. Joaquina Ramalho, Vila Guilherme, em São Paulo, para o lançamento da obra “Cangalha do Vento”, autoria de Luiz Eudes.
A casa estava cheia. A cada minuto chegavam mais e mais pessoas. O local ficou pequeno. Que noite inesquecível. Eu nunca vi nada igual num lançamento de um livro. Eu já fui a vários lançamentos literários, mas este superou e muito. Os deuses da literatura estavam encantados, a noite estava belíssima, com o céu estrelado em homenagem ao anfitrião.
Nos 100 anos da Semana de Arte Moderna eis que surge também em SAMPA o Cangalha do Vento para entrar para a história da arte contemporânea. Viva o Junco! Que alegria.
Realmente a CASPAL estava bem representada e Luiz Eudes – que parecia uma criança de tanta alegria – recebeu a merecida homenagem do público com uma grande presença.
O escritor Darlan Zurc, autor do livro “A fúria de papéis espalhados”, comentou em tom de brincadeira: “Luiz Eudes tirou a Itapemirim da crise. Todo esse público veio do Nordeste de ônibus pra festa de lançamento do Cangalha do Vento.”
Eu fui muito bem recebido por Luiz Eudes, que estava impecável ao lado de sua família e amigos. Ele ainda dedicou a mim parte do seu tempo em meio a tantos presentes. Apresentou-me a muitas pessoas do círculo literário, entre eles o radialista Carlos Silvio e o escritor Darlan Zurc. Agradeço muito a gentileza.
Infelizmente não tive como ficar muito tempo na festa. Achei que seria um evento rápido, mas quando cheguei ao local percebi que foi um grande show com música, literatura e muita gente bonita.
Parabéns, Luiz Eudes. Fiquei muito feliz em saber que você é admirado por muitos. Que o Cangalha do Vento continue levando o autor para os diversos públicos. Nós leitores e a literatura é que ganhamos com isso.
Parabéns à CASPAL pela bela equipe que tem, onde cada participante, dentro de sua especialidade, transforma a vida através da arte.
P.S. o público (leitor) não tem ideia que o melhor da festa ainda virá, ou seja, a emocionante história do Cangalha do Vento.
Renato Luiz Ferreira
Escritor e filósofo
São Paulo – SP