IBGE inicia ação do Censo 2022 pesquisando entorno de domicílios

© Tânia Rêgo/Agência Brasil Economia Mais de 22 mil supervisores trabalharão até 22 de julho Por Léo Rodrigues – Repórter da Agência Brasil – Rio de Janeiro O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) inicia hoje (20) a coleta da Pesquisa Urbanística do Entorno dos Domicílios, que mobilizará mais de 22 mil supervisores censitários … Leia Mais


José Mauro Coelho pede demissão do cargo de presidente da Petrobras

© Valter Campanato/Agência Brasil Economia Ele também renunciou ao cargo de membro do Conselho de Administração Por Ana Cristina Campos – Repórter da Agência Brasil – Rio de Janeiro A Petrobras informou hoje (20) que José Mauro Coelho pediu demissão do cargo de presidente da empresa e renunciou ao cargo de membro do Conselho de Administração da … Leia Mais


Caixa paga hoje Auxílio Brasil a beneficiários com NIS final 2

© José Cruz/Agência Brasil Economia Valor mínimo para cada família é R$ 400 Por Agência Brasil – Brasília A Caixa Econômica Federal paga hoje (20) a parcela de junho do Auxílio Brasil aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) com final 2. O valor mínimo do benefício é de R$ 400. As datas seguem … Leia Mais


Caixa começa a pagar parcela de junho do Auxílio Brasil

© Marcello Casal JrAgência Brasil Economia Pagamento do Auxílio Gás também se inicia hoje Por Agência Brasil – Brasília A Caixa começa a pagar hoje (17) a parcela de junho do Auxílio Brasil. Hoje recebem os beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) com final 1. O valor mínimo do benefício é de R$ 400. … Leia Mais


Trabalhadores nascidos em dezembro podem sacar até R$ 1 mil no FGTS

Quem não tiver depósito automático deve pedir liberação Por Welton Máximo – Repórter da Agência Brasil – Brasília A partir de hoje (15), cerca de 3,3 milhões de trabalhadores nascidos em dezembro receberão até R$ 1 mil das contas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). A Caixa Econômica Federal depositará o dinheiro … Leia Mais


Safra de grãos deve chegar a 271,3 milhões de toneladas, estima Conab


Colheita de soja, soja, grãos© CNA/Wenderson Araujo/Trilux

Estimativa faz parte do 9º levantamento da safra

Por Luciano Nascimento – Repórter da Agência Brasil – São Luís

A safra de grãos brasileira 2021/2022 deve alcançar 271,3 milhões de toneladas, informou hoje (8) a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A estimativa, que faz parte do 9º levantamento da safra divulgado pela empresa, aponta ainda um ganho de 15,8 milhões de toneladas na comparação com a safra de 2020/2021.

Segundo a Conab, esse aumento na produção é explicado por um melhor desempenho do milho que apresentou crescimento de 32,3%, mesmo com as perdas causadas pelo comportamento climático e o baixo índice pluviométrico na Região Centro-Sul.

“O comportamento climático e o baixo índice pluviométrico, sobretudo na Região Centro-Sul, causaram perdas significativas nas culturas de milho e de soja, como já estamos anunciando há muito tempo. Inicialmente prevíamos uma produção total de uma safra de 288,6 milhões de toneladas e em função desse fator climático hoje temos uma redução, mas comparando a safra 2020/2021, tivemos um aumento de 6,2%, ou seja de 15,8 milhões de toneladas”, disse o presidente da Conab, Guilherme Ribeiro, durante a apresentação do levantamento.

De acordo com a Conab, a área plantada, na atual safra, é estimada em 73,7 milhões de hectares, crescimento de 5,7% se comparada à safra 2020/21. Os maiores incrementos são observados na soja, 4,6%, ou 1,8 milhão de hectares e, no milho, 8,6% ou 1,7 milhão de hectares.

O levantamento mostra ainda que, no final de maio, as culturas de primeira safra estavam com a colheita praticamente finalizada, as de segunda safra em fase inicial de colheita e as de terceira safra, juntamente com as culturas de inverno, em fase de semeadura.

Na avaliação de Ribeiro, o resultado final vai depender do clima nos próximos meses. “O resultado final do volume desta safra ainda depende do comportamento climático, fator preponderante para o desenvolvimento das culturas”, disse Ribeiro.

A Conab informou que, para o milho, é esperada uma produção total de 115,2 milhões de toneladas, elevação de 32,3% em comparação com a safra 2020/21. O levantamento mostra que a primeira safra já está em fase final de colheita e a segunda safra, em fase inicial. Já a terceira safra teve o plantio finalizado na segunda quinzena de abril.

Em relação ao arroz, a produção será menor que a da safra passada. A queda estimada é de 9,9%. Com isso a safra deve ficar em 10,6 milhões de toneladas, das quais 9,8 milhões são de cultivo irrigado e 0,8 milhões com o plantio sequeiro.

“As condições climáticas de maio foram favoráveis para a conclusão da colheita na maioria dos estados, mas houve um excesso de chuvas no Nordeste, que tem prejudicado o avanço da colheita”, diz o levantamento.

A soja também terá uma queda na produção, disse a Conab. A produção estimada é 10,1% menor em relação à safra anterior e deve ficar em 124,3 milhões.

Já as safras de feijão e de algodão terão aumento em relação à safra anterior. Na de feijão, a Conab estima um aumento de 6,6% em relação à safra anterior, com a produção ficando em 3,1 milhões de toneladas.

A safra de algodão deve ter um crescimento de 19,3%, favorecida, em parte, pelas condições climáticas e pelo aumento na área plantada. A estimativa é que a safra seja de 2,82 milhões de toneladas de pluma. A colheita foi iniciada em maio e ganhará escala em junho.

Já as culturas de inverno, como aveia, canola, centeio, cevada, trigo e triticale estão em fase de plantio, mas ainda apresentam uma plantação incipiente e devem somar pouco mais de 10 milhões de toneladas, das quais 8,4 milhões de toneladas para o trigo e 1,2 milhão para a aveia.

Edição: Lílian Beraldo


Juceb bate recorde histórico na abertura de empresas em 2022 na Bahia


Juceb bate recorde histórico na abertura de empresas em 2022 na Bahia

Foto: Divulgação

A Bahia é o unico estado do Brasil, até o mês abril, com tempo médio de abertura de empresas de 2 dias e 15 horas, o menor tempo já registrado pelo estado desde o início da apuração. “Com o objetivo de tornar o ambiente de negócios do país mais atrativo, a Receita Federal do Brasil divulga mensalmente estatísticas com o tempo médio de abertura de empresas em todos os Estados”, apontou a Junta comercial da Bahia.

O órgão indicou que a marca só foi possível em razão dos esforços da Juceb para desburocratizar e agilizar a legalização de negócios através da Redesim, projeto que busca integrar em uma plataforma digital única todos os sistemas utilizados pelos diversos órgãos responsáveis pela emissão de inscrições, alvarás e licenças necessários para o funcionamento regular das empresas.

 

Com as ações adotadas pela nova gestão da Junta Comercial, como o estreitamento da relação com municípios estratégicos, que possuem alta representatividade na economia do Estado, e atualização de procedimentos internos do órgão também contribuíram para que esse resultado fosse atingido.

 

Buscando facilitar ainda mais a vida dos empresários, outras inovações têm sido disponibilizadas para aqueles que decidem empreender em nosso Estado, a exemplo do Balcão Único, sistema criado para permitir a formalização de negócios em menos de 2 horas, através do preenchimento de um formulário eletrônico, que reduz o número de procedimentos percorridos pelo empresário. A Bahia foi o primeiro Estado a disponibilizar o Balcão Único para todos os seus 417 municípios.

Outras ferramentas tecnológicas já estão disponíveis para os cidadãos baianos, como o Processo Automático de Constituição de Empresas, que dispensa qualquer análise humana no registro do contrato social, e um aplicativo para smartphones de consulta e acompanhamento de processos.

Para o futuro, outros projetos estão em andamento que visam desburocratizar ainda mais a legalização de empresas sediadas em território baiano.


Brasil perde boom de commodities com déficits, inflação e risco Bolsonaro


por Fernando Canzian | Folhapress

Brasil perde boom de commodities com déficits, inflação e risco Bolsonaro

Foto: Alan Santos / PR

A disparada de preços dos produtos exportados pelo Brasil não está beneficiando tanto a economia como no último boom das commodities, do início dos anos 2000 até meados da década passada.
Na época, houve aceleração do crescimento econômico e queda do dólar, o que ajudou a manter a inflação relativamente sob controle, aumentou a renda nacional e derrubou a taxa de pobreza extrema —de 27,5% da população em 2001 para 8,4% em 2014.
Desta vez, apesar de os preços dos produtos agrícolas e minerais terem disparado, há um ambiente de inflação global, o que encareceu as importações, sobretudo de combustíveis e fertilizantes, além de bens de consumo e máquinas e equipamentos.
Isso diminuiu a quantidade de produtos que o Brasil poderia importar com os dólares de suas exportações —piorando os termos de troca, como essa relação é chamada.
Outra diferença fundamental é que, nos anos 2000 e até 2013, o Brasil manteve as contas públicas ajustadas, com superávits primários anuais para pagar juros da dívida pública e reduzir o endividamento estatal.
Com menor risco de insolvência, o país atraiu bilhões de dólares em investimentos especulativos e produtivos, pressionando para baixo a cotação da moeda americana. Entre 2000 e 2014, o valor médio do dólar foi de R$ 2,30.
Com o real mais forte naquele período, o Brasil elevou seus termos de troca e importou mais, inclusive máquinas e equipamentos para aumentar a produção e a produtividade da economia.
Os superávits primários ganharam força no segundo governo FHC (1999-2002) e foram mantidos nos dois mandatos de Lula (2003-2010). Mas seriam abandonados no último ano do primeiro mandato de Dilma Rousseff, em 2014, quando a economia mergulharia na forte recessão que subtraiu 6,8% do PIB no biênio 2015/2016.
Nos últimos oito anos, marcados por crescimento medíocre, déficits e alta do endividamento público, 2021 foi o único em que o Brasil registrou superávit primário, equivalente a 0,75% do PIB. Como comparação, no governo Lula essa economia para reduzir a dívida pública chegou a 3,7% do PIB no biênio 2004/2005.
Neste momento, apesar do ainda elevado patamar de preços das commodities, a situação fiscal precária e a aproximação de uma eleição polarizada, com ameaças golpistas do presidente Jair Bolsonaro (PL), têm contribuído negativamente, mantendo o país fora do radar de investidores.
O chamado risco Brasil, uma das medidas de solvência das contas públicas, permanece sistematicamente acima da média dos emergentes, contribuindo para manter o dólar em patamar elevado.
Com a perspectiva de aumento de juros nos Estados Unidos para conter a inflação, a tendência é que o dólar se fortaleça mais em quase todo o mundo —a medida em que títulos do governo americano se tornarem mais atrativos aos investidores.
“Existe a tentação de procurar semelhanças entre o atual ciclo de commodities e o anterior. Mas é comparar banana com laranja. Não só situação fiscal brasileira é completamente diferente, como o mundo mudou”, afirma o ex-presidente do Banco Central, Affonso Celso Pastore.
“Ao contrário dos anos 2000, muitos países estão aumentando os juros para conter a inflação; e a China não cresce mais entre 8% e 12% ao ano. Muitos preveem inclusive que as commodities cedam em 2023. Para o Brasil, a desaceleração econômica não será pequena.”
Para Livio Ribeiro, pesquisador do Ibre-FGV e sócio da consultoria BRCG, o melhor momento do atual ciclo de commodities inclusive já ficou para trás levando-se em conta os termos de troca mais favoráveis ao Brasil.
“Eles [termos de troca] ficaram elevados até julho de 2021 e pioraram ao final do ano passado e início de 2022, quando houve aceleração brutal dos preços dos importados, sobretudo de combustíveis e matérias-primas para fertilizantes.”
Como o Brasil ainda importa muitos bens industriais, a desorganização das cadeias globais produtivas durante a pandemia também reforçou o aumento de preços dos produtos comprados no mercado internacional.
Apesar da boa relação entre o que o Brasil podia importar com o resultado das exportações em 2021, o dólar se manteve acima de R$ 5 durante quase todo o ano, período em Bolsonaro intensificou ataques às instituições.
Segundo dados da BRCG, a maior parte da desvalorização do real no ano passado foi consequência de fatores internos. Neste ano, é o cenário internacional de alta dos juros que pressiona a moeda.
“Normalmente, num ciclo positivo para as commodities, há forte valorização do real, com impactos positivos para a renda. Mas não foi o que vimos no ano passado, período de muita instabilidade política. Neste ano, temos um ciclo eleitoral polarizado se aproximando, o que não ajuda”, diz Marcelo Neri, diretor do FGV Social.
Após a forte queda na taxa de pobreza extrema calculada pelo FGV Social no boom anterior das commodities, o indicador fechou 2021 em 13% (bem acima do piso de 8,4% em 2014). Há hoje no país 27,5 milhões pessoas vivendo com menos de R$ 290 ao mês (R$ 9,60 ao dia).
Embora o impacto do atual ciclo de commodities não seja tão favorável quanto o anterior por questões internas (situação fiscal e política) e externas (inflação global e alta de juros), ele tem impactado positivamente na receita de impostos do governo federal e dos Estados.
O problema, na opinião de Sérgio Vale, economista-chefe da MB Associados, é que muitos estados vêm aumentando gastos permanentes, como no caso de reajustes para o funcionalismo, com o resultado de uma receita extra que poderá diminuir no futuro.
“Já vemos uma desaceleração nas commodities metálicas, e os preços em geral tendem a se acomodar com a diminuição da atividade nos Estados Unidos e na Europa a partir da alta dos juros em curso”, afirma Vale.
No Brasil, pelas projeções da MB Associados, o PIB deve crescer 1,1% neste ano e desacelerar para 0,5% em 2023 –puxando para baixo também a arrecadação.
Para Silvia Matos, coordenadora do Boletim Macro do Ibre-FGV, o aumento da arrecadação com a alta das commodities tem um “efeito anestésico” que mascara a precariedade das contas públicas de muitos estados e do governo federal.
“Os efeitos colaterais de mais gastos agora estão sendo empurrados para frente. Quem está revisando o PIB de 2022 para cima também está colocando o de 2023 para baixo. A ressaca pode começar já no segundo semestre”, afirma.
Nesse sentido, o Brasil estaria repetindo o comportamento do ciclo anterior: em vez de usar parte do dinheiro adicional para ajustar as contas, cria novas despesas que pode não ter como pagar no futuro.


Mais 3,2 milhões de pessoas poderão sacar até R$ 1 mil do FGTS a partir desta semana


Mais 3,2 milhões de pessoas poderão sacar até R$ 1 mil do FGTS a partir desta semana

Foto: Reprodução / Contec.org

Trabalhadores nascidos em novembro poderão, a partir de quarta-feira (8), realizar o saque extraordinário no valor de até R$ 1 mil do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

 

De acordo com o calendário dividido por mês de nascimento divulgado pelo governo federal, cerca de 3,2 milhões de trabalhadores terão o dinheiro liberado. Nas estimativas da Caixa Econômica Federal, nesta etapa serão R$ 2,4 bilhões disponibilizados pelo governo federal, de um total de R$ 30 bilhões direcionados ao saque extraordinário, de acordo com o G1.

 

Os trabalhadores nascidos entre janeiro e outubro já tiveram os recursos liberados em datas anteriores. Já os nascidos em dezembro vão poder fazer o saque a partir do dia 15 de junho. A retirada dos valores será possível até o dia 15 de dezembro.

 

É possível consultar quem tem direito ao saque – além de valores e datas para receber o dinheiro – pelo site da Caixa, pelo aplicativo FGTS e nas agências da Caixa Econômica Federal (CEF).

 

Ao todo, 42 milhões de trabalhadores estão aptos ao saque extraordinário do FGTS. O saldo disponível já pode ser consultado por todos os trabalhadores, mas a retirada e a movimentação do valor seguem o calendário estabelecido pela Caixa.


INSS prorroga experiência-piloto de perícias médicas à distância


Prorrogação vai até 30 de junho

Por Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil – Brasília

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) prorrogou, até 30 de junho, a vigência da “experiência-piloto” para a realização de perícias médicas por meio de teleavaliações. A prorrogação está prevista na Portaria Conjunta nº 3, publicada no Diário Oficial da União de hoje (3).

Com validade de 90 dias, a experiência-piloto foi instituída em janeiro, por meio da Portaria nº 1.404, publicada em 13 de janeiro, em cumprimento à decisão do ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Bruno Dantas.

A portaria determinava que a “experiência-piloto” de perícia médica com uso da teleavaliação seria “realizada junto às prefeituras municipais que têm acordo de cooperação técnica com o INSS”, a quem caberá disponibilizar, por meio eletrônico, a minuta do acordo e o plano de trabalho.

Peritos

Quando a primeira portaria foi publicada, o presidente da ANMP, Luiz Carlos Argolo, argumentou que há diferenças entre teleperícias e teleatendimento, em especial pelo fato de a primeira ter natureza investigativa.

Em 28 de janeiro, foi publicada uma nova portaria, nº 1, estabelecendo o fluxo de operacionalização para perícias médicas com uso de teleavaliação, também em cumprimento a uma decisão do TCU.

Esse “fluxo de operacionalização” foi estabelecido a título de experiência-piloto junto a prefeituras “que possuem Acordo de Cooperação Técnica (ACT) com o INSS”. A portaria descreveu competências atribuídas à Subsecretaria da Perícia Médica Federal (SPMF), por meio de suas Coordenações Regionais da Perícia Médica Federal.

Entre elas, a de prestar o apoio técnico às prefeituras participantes do piloto; e a de dar apoio técnico às entidades participantes do piloto “quanto ao manuseio do sistema disponibilizado para a realização da perícia médica com uso da teleavaliação”.

As novas portarias, no entanto, não mudaram o posicionamento da ANMP. Argolo diz que a medida não deve reduzir o tempo de espera por atendimento. “Todo e qualquer instrumento de avaliação remota, virtual e indireta dos segurados sempre servirá como uma falsa esperança de redução das filas de atendimento, sem qualquer êxito”, disse hoje. Para ele, é preciso recompor o quadro de pessoal e destinar 100% dos servidores ao atendimento presencial.

“Em relação ao PMUT [perícia médica com uso de teleavaliação], especificamente, vale reiterar que se trata de medida flagrantemente atécnica e antiética, que já conta com diversos pareceres contrários pelos órgãos responsáveis”, completou.

Edição: Kelly Oliveira